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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Ibametro inicia verificação anual dos taxímetros em Salvador

Os taxistas da capital já começaram a ser convocados - e têm prazo até dia 5 de dezembro deste ano - para realizar a verificação anual obrigatória do taxímetro, aparelho que faz o cálculo entre a distância percorrida e o valor da corrida. Mais de 7.300 táxis devem ser submetidos a testes realizados pelo Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento do Estado (SDE) e órgão delegado do Instituto Nacional de metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) na Bahia, com um equipamento usado exclusivamente pelo estado. 

“A principal importância é o cidadão estar ciente de que ele vai pagar um preço justo pela distância corrida. Não só o cidadão, como o taxista. A verificação é feita pelo Ibametro para proteger o consumidor e também o dono do táxi, para que ele não venha cobrar um preço injusto”, explica o diretor-geral do Ibametro, Randerson Leal.

Caso o taxímetro não esteja regulado, o valor da corrida pode ser cobrado a mais ou a menos, causando prejuízos ao passageiro ou ao motorista. Foi o caso de Hebert Cerqueira, que, na verificação, identificou estar o taxímetro registrando valores menores que os estabelecidos. “É ótimo, né? Nem eu perco, nem fica demais para o passageiro”, disse o taxista sobre a verificação anual. 

Neste caso, o motorista terá que regular o aparelho e reagendar uma nova verificação. Se tudo estiver adequado, ele recebe o novo lacre. Com Valdomiro Silva, taxista há 25 anos, deu tudo certo. “Tem que ter ordem. Se não tiver regulamento, não há nada a desenvolver. Hoje em dia, é preciso fazer a vistoria, verificar como estão os táxis para ter a segurança para os passageiros”. 

O não comparecimento sem justificativa gera penalidade. “A gente publica no Diário Oficial do Estado um cronograma de verificações através do alvará. Iniciamos no último dia 14, vamos até o dia 5 de dezembro. São feitas, em média, 100 verificações por dia. Caso o taxista não venha, ele vai ter que apresentar justificativa plausível. Não sendo acatada pelo Ibametro, será aplicada uma multa pecuniária e ele vai para o final da fila para fazer a verificação do taxímetro”, enfatiza Leal. 

Repórter: Lina Magalí

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