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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Lava a jatos do Curralinho são desarticulados em grande operação de fiscalização

Quinze lava a jatos que funcionavam de forma irregular foram desarticulados na manhã desta quinta-feira (24), na Estrada do Curralinho. A operação foi realizada por agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), com o apoio da Transalvador, Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Guarda Municipal, Polícia Militar e Limpurb. A ação foi amparada pela Lei Municipal 5.503/99, que dita as normas sobre exploração de atividades em logradouros públicos.

A Coelba e Embasa também participaram da ação. Materiais foram apreendidos e a Limpurb recolheu entulhos. Os lava a jatos já haviam sido notificados pela Prefeitura na semana passada, quando foram informados que deveriam deixar o local. Eles danificavam a via, se apropriavam indevidamente do espaço público e faziam "gatos" de água e energia. A operação prossegue no período da tarde em outros pontos da cidade.

A ação começou às 8h. “O objetivo da operação é desobstruir esse comércio ilegal e liberar a via para que tenha um fluxo mais fluido dos carros e dos transeuntes. Em toda operação de ordenamento, fazemos um trabalho de notificação previamente, e uma semana após a notificações estamos aqui para fazer ordenamento que tem como objetivo de coibir esse tipo de comércio que é nocivo nessa área”, disse o diretor de Operações da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Adriano Silveira, .

Toda a ação ocorreu de forma tranquila pela manhã. O encarregado de Operações Sspeciais da Guarda Civil Municipal de Salvador, Cassio Matos, disse que o foco também é promover melhorias para a comunidade, uma vez que a população é contra esse tipo de comércio ilegal. ”O papel principal da Guarda Municipal nessa operação é preservar vidas. estamos aqui para trazer segurança e colocar ordem no local, juntamente com Polícia Militar”.

As mercadorias e equipamentos apreendidos pelos fiscais serão encaminhados para o Setor de Guarda de Bens da Semop. Os donos dos materiais têm prazo de 60 dias para retirada dos itens mediante pagamento de taxa, definida de acordo com o volume apreendido. Se o bem não for resgatado nesse período, os equipamentos são doados ou descartados.

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