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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Salvador tem o menor índice de fumantes entre as capitais brasileiras

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado na última terça-feira (29), foi de muita comemoração para Salvador. Isso porque a cidade prossegue com o menor percentual de tabagistas entre as capitais brasileiras – a incidência é de 5,2% da população acima de 18 anos que fazem uso de cigarro, conforme último levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um dos motivos para o baixo consumo de tabaco na capital baiana é o intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) através do Programa Municipal de Controle do Tabagismo (PMCT). Somente no ano passado, foram mais de 1,5 mil pacientes tratados nas unidades de referência da rede.

“O Brasil é um dos países da América Latina que mais vestem a camisa do antitabagismo, embora tenhamos uma indústria de cigarros que atua muito forte. Mesmo com toda a legislação, o programa de controle do tabagismo que é realizado aqui em Salvador é a porta de entrada para quem deseja parar de fumar. A iniciativa disponibiliza medicamentos que possuem custos elevados para quem precisa, mas isso só não é o suficiente. Há todo um acompanhamento com psicólogos, enfermeiras, médicos, assistentes sociais e odontólogos especializados para ajudá-los nesse tratamento”, explica a técnica em Doenças Crônicas e Tabagismo, Carla Germiniana.

Acesso – O PMCT acontece em 41 postos localizados em todo o município. Os interessados podem comparecer às unidades portando um documento oficial de identificação com foto e cartão SUS para preenchimento do cadastro. Após esse primeiro momento, os pacientes passam por avaliação clínica e entrevistas individuais para estimar o grau de dependência.

A partir daí, os fumantes participam de sessões em grupo para que os usuários troquem experiências entre si e recebam orientações sobre doenças relacionadas ao tabaco, vantagens de parar de fumar e educação alimentar, entre outros assuntos. Nessa etapa, os participantes terão quatro encontros no mês, sendo um por semana. Os pacientes que evoluem no tratamento recebem gratuitamente medicamentos à base de nicotina e ansiolíticos, conforme a necessidade identificada, e passam a integrar um grupo de manutenção para evitar recaídas.




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