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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Psicóloga alerta sobre o consumo compulsivo com o recebimento do 13º

Especialista explica que o dinheiro do décimo terceiro deve ser usado de forma objetiva e responsável



O décimo terceiro salário chega aos bolsos dos brasileiros, na maioria da vezes, com o seu destino já definido, que é a quitação de dívidas acumuladas durante todo o ano. Mas para alguns, a realidade não se assemelha a dessa maioria. Com isso, cuidados com o consumo compulsivo devem ser tomados para que um direito que te beneficia, não te prejudique. 

Para muita gente, o recebimento desse benefício é uma excelente oportunidade de comprar aquilo que está precisando ou quitar dívidas dos cartões de crédito ou que se tem nos bancos. Para outras, é a oportunidade apenas para comprar, o que quer que seja. E aí é onde mora o perigo. Apesar das ofertas tentadoras, por que temos essa necessidade tão grande de comprar? Especialista em psicologia alerta sobre esse comportamento do consumidor.

A psicóloga Sarah Lopes, do Hapvida Saúde, chama atenção para o fato de que comprar não é um problema, e está tudo bem em aproveitar grandes oportunidades. O problema existe quando comprar vira uma necessidade incontrolável. "A compra deixa de ser natural e passa a ser compulsiva. O comprar se torna algo inevitável e desnecessário, ou até mesmo quando os pensamentos do indivíduo permanecem na ação de comprar”, alerta a psicóloga.

As pessoas devem ficar de olho na linha que há entre gostar de comprar e a compulsão por compras. Promoções que o varejo faz, no final do ano, enchem os olhos do consumidor, que acabam comprando coisas que não precisam pelo simples fato de estar com o preço bom. Contudo, é preciso ter cuidado, analisar bem as finanças e as necessidades, fazer pesquisa de preço para não cair no deslumbramento das promoções e acabar com as contas no vermelho.

Para as pessoas que compram muito ou tem certo grau de compulsão, essas promoções devem ser limitadas (seja por limite de produtos ou valor) ou até mesmo evitadas. Quem é diagnosticado com compulsão não deve ter cartões de crédito ou algo que permita sua compra, afirma a psicóloga. "O indivíduo compulsivo deve sempre sair de casa com um único objetivo e com valor em espécie para este fim. Caso seja uma compra muito alta, poderá ser acompanhada por alguém que possa sempre limitar as compras."

Independentemente dos megas descontos e da grana extra que se recebe no final do ano, é importante ter o controle das finanças. Comprar não deve ser visto como uma fuga para a frustração, deve ser algo consciente e que supre as necessidades do nosso dia-a-dia. As pessoas que não conseguem controlar o ato de comprar, devem evitar locais com muitas ofertas e procurar ajuda de um especialista.



Sobre o Hapvida
Com 3,8 milhões de beneficiários, o Hapvida hoje se posiciona como uma das maiores operadoras de saúde do Brasil. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente, com mais de 17 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 24 hospitais, 73 clínicas médicas, 18 unidades de prontos atendimentos, 71 unidades de diagnóstico por imagem e 66 postos de coleta laboratorial distribuídos em 11 estados onde a operadora atua com rede própria. 

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