Seja bem-vindo. Hoje é

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Porto de Salvador realiza a 76ª Festa de São Nicodemus

A programação em homenagem ao padroeiro dos trabalhadores do Porto acontece na próxima segunda-feira, 27, repleta de simplicidade e fé

Desde 1941 que a tradição de homenagear São Nicodemus se repete no Porto de Salvador. O então padroeiro dos trabalhadores do Porto, esse ano, tem seus festejos comemorativos programados para a próxima segunda, dia 27 de novembro, quando toda a comunidade portuária aproveita para agradecer e pedir bênçãos.

Os devotos portuários resolveram, este ano, fundar a Irmandade de São Nicodemus, uma congregação religiosa para expressar ainda mais a fé no padroeiro. O grupo estará ligado a Capela de São Pedro Gonçalves do Corpo Santo (Igreja do Corpo Santo), localizada no bairro do Comércio.

A programação terá início às 5h da manhã, quando a alvorada dos fogos de artifício consagra o padroeiro. A partir das 8h, será dada a largada para 40ª Corrida Rústica, no Terminal Marítimo de Passageiros. Ás 9h, começa com a procissão, saindo do Portão 1 em direção à Capela de São Nicodemus, onde, na sequência, será celebrada a missa. No encerramento, haverá a confraternização, com o tradicional caruru, na área anexa à capela.

Toda programação do Dia de São Nicodemus é organizada por uma comissão de funcionários do Porto de Salvador, com apoio da Codeba e empresas como o Tecon Salvador, Beiramar, J.Macêdo, Serv Electrin, Mehlen, Columbia do Nordeste, BNL, Jaguamar, Agência Maritíma Lumar, Moinho Canuelas, Belov, Intermaritíma, Suport e Socicam.

A tradição

Nicodemus, ou "conquistador do povo", tem menção no Evangelho de João, como principal fariseu, muito respeitado e honrado pelo povo judeu. Em Salvador, a história do padroeiro assume, pelo menos, três versões, nas quais ele foi encontrado, sonhado ou visto no Cais de Carvão pelos trabalhadores do Porto de Salvador.

A celebração tem o nome de Festa do Cachimbo, decorrente de um dos primeiros organizadores, Cirilo de Nicodemus, que tinha o hábito de caminhar pelo cais com um cachimbo oferecido por uma empresa inglesa, para a qual ele trabalhava. Cirilo determinou que cada participante da festa recebesse um cachimbo de lembrança, o que tornou o objeto símbolo da comemoração.

Fonte: Ascom - Codeba

0 comentários :

 
SALVADOR NOTÍCIAS - Notícias, Reportagens, Cultura e Entretenimento.
Todos os direitos reservados desde 2003 / Salvador - Bahia / . Contato: redacao@salvadornoticias.com
- Topo ↑