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domingo, 12 de abril de 2026

Animais domésticos na plataforma Vozes pelos Animais



 Animais domésticos concentram quase metade das propostas na plataforma Vozes pelos Animais


Levantamento inicial mostra predominância de sugestões sobre combate aos maus-tratos e controle populacional


Animais domésticos concentram a maior parte das propostas cadastradas na plataforma Vozes pelos Animais. Das 30 sugestões recebidas até o momento, 13 tratam desse grupo, com foco principalmente em medidas de combate aos maus-tratos, políticas de controle populacional e iniciativas de proteção mais próximas da realidade urbana. O dado indica que a pauta ligada a cães e gatos segue como principal porta de entrada para o engajamento da população em temas de proteção animal.


Lançada no dia 10 de março pelo Fórum Animal e pela Sociedade Vegetariana Brasileira, a plataforma é um espaço colaborativo que permite à população sugerir propostas de políticas públicas que serão posteriormente apresentadas aos candidatos nas eleições de 2026. A iniciativa busca estruturar uma agenda construída de forma participativa, reunindo diferentes demandas sociais em torno da causa animal.


Além das propostas voltadas a animais domésticos, a plataforma também reúne sugestões para outros grupos. Animais ditos de trabalho aparecem com cinco propostas, incluindo a proibição do uso de carroças. Em seguida, estão animais explorados para consumo, com três propostas como o fim do abate de jumentos e a proibição da exportação de animais vivos. As categorias de educação e bioética também somam três propostas, enquanto animais em ensino e pesquisa registram duas. Já os temas relacionados a animais aquáticos, entretenimento, sistemas alimentares e animais silvestres ou exóticos aparecem com uma proposta cada.


A distribuição dos dados evidencia que, embora o combate aos maus-tratos esteja consolidado como prioridade para a população, outras agendas ainda enfrentam menor visibilidade e engajamento. Isso aponta para a necessidade de ampliar o debate público sobre temas menos presentes, mas igualmente relevantes para a construção de políticas mais abrangentes de proteção animal.


A plataforma permite que qualquer pessoa cadastre propostas em uma das dez categorias disponíveis, mediante um cadastro simples no site. O participante deve enviar um título e um resumo da proposta e confirmar o envio por e-mail. Após uma etapa de revisão pelas organizações responsáveis, as sugestões são publicadas na plataforma e abertas para votação popular.


As propostas mais votadas irão compor uma carta-compromisso que será apresentada aos candidatos nas eleições de 2026. A expectativa das organizações é que a iniciativa fortaleça a participação social e contribua para ampliar o compromisso do poder público com a pauta animal, além de possibilitar o acompanhamento das ações dos candidatos eleitos.


As propostas podem ser enviadas e votadas até o dia 31 de maio de 202

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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Campanha nacional para combater o preconceito contra pets de pelo preto



Organnact lança campanha nacional para combater o preconceito contra pets de pelo preto


Intitulado “Black Pet Friday, movimento em parceria com ONGs que atuam pelo bem-estar animal alerta para a rejeição e os maus tratos sofridos por cães e gatos com essa pelagem

 

A Organnact, marca referência em suplementação nutricional para pets, lança a campanha “Black Pet Friday: gato e cachorro preto? SORTE de quem tem!”, um movimento nacional para combater o preconceito invisível em torno dos cães e gatos de pelagem preta — os últimos a serem adotados nos abrigos e os que mais sofrem com maus-tratos e abandono, segundo levantamentos de ONGs brasileiras que atuam na causa do bem-estar animal.


Estima-se que cerca de 30% dos pets que vivem em abrigos no Brasil têm pelagem preta, sendo também os que mais demoram a encontrar um lar. As razões, infelizmente, estão em superstições e mitos antigos, por exemplo - “gato preto dá azar”; ideias infundadas, como a de que “cães pretos de porte grande são mais agressivos”; e gosto estético.

 


Com o objetivo de reverter esse cenário, a Organnact chama a atenção para a causa com a ajuda de ONGs de todo o Brasil, para levar informação adequada e promover a adoção dos pets que estão à espera de um tutor para lhe dar muitas alegrias. Além de divulgações nas redes sociais, as ONGs irão realizar feiras de adoção de pets pretos durante o mês de novembro. Os adotantes receberão kits especiais da Organnact, com produtos e materiais educativos sobre saúde e bem-estar animal.

 


“No nosso abrigo é muito comum vermos cães e gatos pretos esperando há meses, e até há anos, por um lar. Recentemente, realizamos um evento de adoção apenas com animais de pelagem preta e, de todos os que participaram, apenas dois conseguiram uma família. Normalmente, em eventos assim, conseguimos mais de dez adoções. Isso só reforça o quanto ainda existe preconceito e o quanto esses animais acabam sendo deixados de lado por causa da cor. A gente é prova viva disso: já vimos muitos dos nossos resgatados partirem sem nunca terem tido a chance de conhecer um lar de verdade”, conta Mari Mazzon, fundadora do Instituto SOS 4 Patas Paraná.

 


Entre os apoiadores da campanha, está a atriz Betty Gofman que, como protetora dos animais, tem testemunhado o preconceito com os pets de pelagem preta. “Peço de todo o coração que as pessoas adotem esses cães e gatos, que vejo sobrarem nos abrigos e também nas ruas. Assim como a cor da nossa pele, a cor do pelo dos bichinhos não faz diferença nenhuma. O que importa é todo o amor, doçura e energia que esses pets maravilhosos nos entregam”, apela.

 


Black Pet Friday: 50% de desconto para tutores de pets pretos


Como parte da campanha, a Organnact transforma a tradicional Black Friday na Black Pet Friday. Durante todo o mês de novembro, tutores de cães e gatos de pelagem preta ou predominantemente preta ganham 50% de desconto na compra de produtos da marca nas lojas participantes. Para aproveitar o benefício, basta que o tutor mostre uma foto sua ao lado de seu pet com pelagem preta no caixa. A iniciativa é um gesto de reconhecimento aos tutores que já abriram o coração para esses animais.

 


“Nosso compromisso é romper as barreiras que impedem a adoção e o respeito aos cães e gatos de pelo preto, mostrando que o amor mútuo entre um tutor e seu pet independe de cor, idade ou raça. Contamos com toda a sociedade para reverberar essa mensagem - tutores, ONGs, veterinários, influenciadores e amantes de pets em geral”, afirma Jorge Bacila, diretor comercial e de marketing da Organnact. “Com a campanha Black Pet Friday, vamos transformar uma data de consumo em oportunidade de empatia e recomeço — tanto para os animais quanto para quem os adota”, completa.


As ONGs parceiras da campanha são:


Instituto Fica Comigo

Resgatinhos de São Francisco

Adote um Bichinho RJ

Anjos de Patas

Aujude Patinhas

Cão Nosso RJ

SOS 4 Patas

Essa não é a primeira vez que a Organnact apoia a causa animal. O projeto Ciranda de Carinho ajuda, desde 2021, ONGs e ações de resgate de animais de rua. As notícias dessa iniciativa podem ser acompanhadas pelo perfil do projeto no Instagram. 

 



Imagem: Freepik

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Superpopulação de cães e gatos de rua acende alerta



 Superpopulação de cães e gatos de rua acende alerta para riscos à saúde humana e animal   


Ações de castração e educação sobre posse responsável ajudam a mudar a cultura de abandono 


A quantidade de cães e gatos em situação de abandono tem se mostrado um verdadeiro desafio para a saúde pública e bem-estar animal no Brasil. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Pet Brasil, cerca de 4,8 milhões de animais vivem em condições de vulnerabilidade no país e mais de 200 mil estão sob a tutela de ONGs ou grupo de protetores, à espera de um lar. 


A falta de moradia, além do sofrimento animal e descontrole populacional, interfere diretamente na disseminação de doenças que podem ser transmitidas aos humanos. “O desequilíbrio ambiental causado pela superpopulação de animais de rua pode trazer consequências graves. Indivíduos não castrados se reproduzem livremente, afetando a convivência nas cidades. Outro problema é o risco real de transmissão de zoonoses, como a raiva e a esporotricose”, ressalta Lorena Sampaio, médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Salvador (UNIFACS).   


Mesmo com números tão altos, o abandono é considerado crime conforme a Lei contra Crimes Ambientais (n.º 9.605/98, Artigo 32). A pessoa que comete essa prática está sujeita a uma pena que varia de dois a cinco anos de prisão, assim como multa e proibição de guarda futura.  


 


Cuidado responsável  


Em meio aos impactos na vida dos pets e da comunidade, existe uma solução eficaz para controlar a população de cães e gatos nas ruas: a castração. A médica veterinária explica que o procedimento é seguro e favorece a longevidade, mas deve ser feito somente por profissionais habilitados.  


“A castração é uma medida de prevenção, não apenas de reprodução, mas de diversas doenças. Em fêmeas, reduz drasticamente o risco de tumores de mama e infecções uterinas, enquanto em machos auxilia na prevenção de tumores de próstata e testículos. Também melhora o comportamento, atuando na redução de brigas por fêmeas entre os animais de rua”, afirma.   


Apesar dos benefícios, ela relata que boatos, sem fundamento científico, ainda dificultam a adesão deste método contraceptivo. Uma das crenças populares é a de que as fêmeas precisam ter cria para serem saudáveis ou só devem passar pelo procedimento após o primeiro cio. “Outro equívoco é associar a castração à perda de vitalidade ou ao ganho de peso. Na verdade, com alimentação equilibrada e atividade física, o animal mantém perfeitamente sua energia e qualidade de vida”, esclarece.  

 


Conscientização compartilhada 


A coordenadora do curso de Medicina Veterinária da UNIFACS destaca que a conscientização sobre posse responsável é tão indispensável quanto as campanhas de adoção. Essa é uma tarefa que necessita do envolvimento do poder público, comunidades e instituições de ensino para estimular o compromisso com alimentação adequada, vacinação, castração e planejamento consciente antes da decisão de levar o pet para casa.   


“É preciso reforçar que animais não devem ser presenteados ou adquiridos por impulso, sem que exista o real desejo e as condições para garantir o que merecem. Muitas vezes, o problema surge quando o porte do animal se torna incompatível com o espaço do lar ou quando a rotina da família não comporta os cuidados necessários. Ter um pet é uma escolha que transforma o cotidiano e deve ser feita com cautela e amor”, enfatiza Lorena Sampaio.  



Imagem: Freepik


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domingo, 16 de novembro de 2025

Estilo de vida dos tutores reflete na saúde dos pets



 Obesidade animal: estilo de vida dos tutores reflete na saúde dos pets e aumenta casos de sobrepeso


Falta de exercícios, excesso de petiscos e alimentação inadequada estão entre as principais causas da obesidade em cães e gatos



Crédito: Divulgação


O número de cães e gatos acima do peso tem crescido de forma preocupante no Brasil. Alimentação excessiva, petiscos fora de hora e a falta de exercícios estão entre as principais causas do sobrepeso animal, um problema que já compromete a saúde e reduz a expectativa de vida dos pets. Com isso, a obesidade, antes vista como uma condição exclusiva dos humanos, passou a ser uma das maiores preocupações dos veterinários.


Segundo o médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário UniFG, Rodrigo Brito, o excesso de peso pode estar diretamente associado a doenças metabólicas, como diabetes, além de alterações cardíacas, respiratórias e ortopédicas. Ele destaca que animais obesos também têm maior risco em cirurgias, apresentam problemas de pele e maior intolerância ao calor.



Os perigos de uma alimentação inadequada 


Entre as principais causas do sobrepeso, o médico veterinário aponta o comportamento dos tutores. “Muitos associam o ato de alimentar com demonstração de carinho e acabam oferecendo porções maiores do que o necessário, ou até alimentos inadequados, como restos de comida humana”, explica.


Um levantamento global com tutores e médicos veterinários de oito países, incluindo o Brasil, realizado pela Royal Canin, aponta que cerca de 48,60% dos tutores entrevistados já ofereceram comida humana aos seus pets.  O estudo ainda destacou que 60,15% dos entrevistados oferecem alimentos humanos aos seus animais quando entendem que os pets parecem tristes, entediados ou solitários.


Além de contribuir para o sobrepeso, o consumo de comida humana pode causar desequilíbrios nutricionais, problemas gastrointestinais e até intoxicações alimentares. “Somente uma ração apropriada e de boa qualidade é capaz de suprir as necessidades nutricionais do animal”, destaca. 


Além da alimentação desbalanceada, fatores como ansiedade e sedentarismo também contribuem para o ganho de peso. O professor da UniFG ressalta que um pet que não gasta energia tende a acumular gordura e desenvolver uma série de problemas de saúde. 




Sinais de alerta e diagnóstico 


Embora o acompanhamento veterinário seja indispensável, alguns sinais podem indicar que o pet está acima do peso. De acordo com Rodrigo Brito, a ausência de cintura visível, a dificuldade em sentir as costelas com um leve toque e o acúmulo de gordura na base da cauda são sinais claros de alerta.


“O ambiente e o estilo de vida também têm papel decisivo no controle do peso. O ideal é que os pets tenham espaços que estimulem a atividade física e uma rotina de passeios e brincadeiras. Contudo, se o animal se cansa com facilidade, evita brincadeiras ou fica mais ofegante após pequenos esforços, é hora de procurar o veterinário”, orienta o especialista.




Prevenção é o melhor caminho 


O veterinário destaca que o exercício ajuda a queimar calorias, fortalecer músculos e articulações e equilibrar o metabolismo dos animais. Caminhadas e brincadeiras não apenas promovem saúde física, mas também beneficiam o bem-estar mental dos animais, reduzindo ansiedade, tédio e até depressão. “Quando o tutor participa dessas atividades, o vínculo entre ambos se fortalece, o que melhora o comportamento e a qualidade de vida do pet”, acrescenta o veterinário.


As visitas ao veterinário devem ser periódicas, mesmo em animais aparentemente saudáveis. Brito orienta que filhotes sejam avaliados a cada dois meses, adultos a cada seis meses e idosos a cada três meses. No caso dos animais com sobrepeso, o acompanhamento deve ser mensal, para ajustar a dieta e monitorar possíveis complicações.


Por fim, o especialista reforça que a obesidade é uma doença que pode ser evitada com hábitos simples e responsáveis. “Cuidar do peso é cuidar da vida do seu pet”, conclui. 


Sobre a UniFG 


Com 20 anos de história completados em 8 de novembro de 2022, a UniFG desenvolve ensino, pesquisa e extensão através dos seus mais de 30 cursos de graduação ofertados nas cidades baianas de Guanambi e Brumado. Dona de conceito institucional máximo (nota 5) no Ministério da Educação (MEC), a UniFG é responsável pela formação de milhares de profissionais em diversas áreas do conhecimento.  


Em 2020, a UniFG se integrou ao maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, que tem mais de 300 mil alunos e quase 20 anos de história. Em 2022, a instituição inaugurou um novo campus em Brumado e lá iniciou as atividades do primeiro curso de Medicina da região. Alunos de Medicina dos municípios em que a UniFG atua ainda contam com a Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país.  


Atualmente, o centro universitário tem 18 cursos com notas 4 ou 5 na avaliaçao do MEC, entre eles, Direito, Estética e Cosmética e Odontologia, estes, que obtiveram nota máxima do órgão. Em 2022, recebeu 45 estrelas (distrituídas em 14 cursos) na edição do Guia da Faculdade, plataforma que avalia cursos de ensino superior país afora. Desde 2012 recebe o selo de instituição socialmente responsável, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que reconhece instituições que promovem projetos sociais nas áreas de saúde, educação, cultura e meio ambiente, entre outros.  


Saiba mais em www.centrouniversitariounifg.edu.br  


  

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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Dia Mundial dos Animais inspira tutores a olharem suas casas



Morar do lado de fora das casas é passado: parte de nossas vidas, inclusive dos ambientes residenciais, soluções em pisos, tecidos, mobiliários e marcenaria promovem a integração entre as demandas dos donos e dos cachorros e gatos de estimação



Com um pet circulando pela casa, o arquiteto Bruno Moraes ressalta que o piso deve simplificar a higienização. Nesse apartamento, o porcelanato no estilo cimento queimado, que dialoga com a estética industrial do projeto, foi uma excelente escolha para o dia a dia dos moradores e seu doguinho | Projeto: BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci


O convívio com os animais de estimação deixou de se restringir a pequenos espaços improvisados. Cada vez mais, cães e gatos fazem parte da rotina familiar e influenciam até mesmo decisões de projeto. Pensar nossas residências além das necessidades humanas e incluir resoluções funcionais, seguras e confortáveis para os pets tornou-se uma demanda crescente, aliando bem-estar, praticidade e afeto em um mesmo lar.


 


Com a chegada do Dia Mundial dos Animais, celebrado em 4 de outubro, o momento se mostra oportuno para discutir como a arquitetura pode se estender além dos humanos e ser pensada também para os amigos de quatro patas.


 


O tipo de piso, os tecidos e a circulação dos ambientes entram em pauta quando a proposta é oferecer um lar confortável, seguro e cheio de possibilidades de entretenimento para os pets. Abaixo, confira algumas ideias que foram executadas a fim de atender às necessidades dos animais de seus tutores:





Marcenaria planejada


 


Cada um à sua maneira, cachorros e gatos adoram ter o seu cantinho especial em casa:



BMA Studio | Fotos: Guilherme Pucci


Nada de caminha pelo meio da casa: no sobrado que o arquiteto Bruno Moraes executou para um casal acompanhado por seu doguinho Léo, a marcenaria foi muito oportuna para um espaço próprio para ele. No vão embaixo da escada, a marcenaria foi exímia para dispor o cantinho do café e o local de descanso após as brincadeiras.



Arquiteta Patrícia Cillo | Foto: Mariana Orsi


Na marcenaria planejada pela SCA Jardim Europa para esse dormitório estiloso, a schnauzer Shakira tem o seu lugarzinho reservado para dormir na companhia do seu tutor. Debaixo da mesinha de cabeceira, o espaço comporta seu corpinho enquanto descansa no colchão.



Dada a natureza dos felinos, que gostam da sensação de não serem achados, a arquiteta Daniela Funari projetou um cantinho especial no móvel da sala de jantar| Fotos: Mariana Camargo


Ao invés dos tradicionais baús, no canto alemão que acompanha a mesa de jantar, a arquiteta Daniela Funari foi bem astuta: na estrutura do móvel, ela desenhou nichos para que os três gatos da família possam se esconder e descansar.




Falando em gatos...



Diversão garantida: o gatil foi desenhado pela própria arquiteta Cristiane Schiavoni, mantendo o toque personalizado de todo o apartamento | Fotos: Guilherme Pucci


No projeto de um apartamento com a área social integrada, a arquiteta Cristiane Schiavoni fez da varanda o playground para os dois felinos dos moradores. Aproveitando a marcenaria que camuflou a condensadora do ar-condicionado, ela fez a felicidade deles: a escadinha que leva os nichos fixados na parede, a base de madeira com futon liso onde podem descansar e o arranhador para que eles não precisem afiar ou limpar as unhas nos móveis.



Neste living, a arquiteta Ana Rozenblit explorou o requinte da madeira pau-ferro com brilho que compõe painel, prateleiras (que os gatinhos amam) e rack. Marcenaria executada pela SCA Jardim Europa | Projeto Spaço Interior | Foto: Kadu Lopes


Sofisticada e pet friendly: essa combinação idealizada por Ana foi a tônica deste amplo painel de TV que se assemelha à forma de uma estante por se configurar dentro da ‘caixa’ formada pela marcenaria planejada. Com passagens estratégicas, os felinos da casa podem se movimentar livremente pelas prateleiras, participando da interação com os moradores. 


 


 


Pisos


 


O porcelanato é, sem sombra de dúvidas, o melhor revestimento. Fácil de limpar e de baixa absorção, é o material que não deixará os moradores preocupados. Porém, é preciso observar o acabamento: as versões polidas devem ser evitadas, pois são escorregadios e podem prejudicar as articulações dos pets. Superfícies acetinadas ou naturais oferecem maior atrito, tornando-se mais seguras.


 


Mas o vinílico também está no páreo: quando colado no piso, as propriedades do material não deixam o xixi vazar, pois é resistente à água. Entretanto, não se pode deixar ‘ad eternum’: assim que o acidente acontecer, é preciso limpar rapidamente para não prejudicar o material.



Projeto: Rawi Arquitetura + Design | Foto: Thiago e Dam Mol


No projeto desse studio realizado pelo arquiteto Raphael Wittmann, o shih-tzu pode circular tranquilamente pelo piso vinílico, que agrega outras duas vantagens: o conforto térmico e o acústico que praticamente elimina o barulho das unhas ao caminhar.


 


 


Tecidos: quais são os recomendados?



Neste projeto das profissionais do escritório Dantas & Passos Arquitetura, cada detalhe foi pensado de acordo com a praticidade na higienização e durabilidade dos materiais | Foto: Henrique Ribeiro


Quanto mais fechada for a trama, menor a chance de os animais repuxarem os fios, acumularem pelos ou provocarem arranhões. Entre as indicações estão suede, couro sintético, acquablock e linho sintético. Atualmente, já existem até tecidos como o veludo com tecnologia antipelo e outra alternativa viável é a impermeabilização de sofás e poltronas, que aumenta a resistência contra líquidos — inclusive o xixi dos pets.




Boas opções de tapetes



A arquiteta Ana Rozenblit, da Spaço Interior, elaborou um apartamento de 187 m² para os três moradores: o casal Jessica e Douglas, e o Zeca, o pet da família | Foto: Kadu Lopes


Ter pets em casa não impede o uso de tapetes e os modelos com materiais sintéticos são os mais indicados, com destaque para polipropileno, poliéster e nylon, que oferecem resistência, durabilidade e facilidade de limpeza. A tecnologia atual ainda permite modelos com aparência e textura natural, além de agradáveis ao toque.


 

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Os animais adotados merecem receber carinho e atenção



O animal precisa ser tratado com equilíbrio, exercitando bastante o físico, recebendo treinamento correto para ser obediente.


Aos que comungam com os princípios do Dia Nacional de Adotar um Animal, que será comemorado pelo 25º ano consecutivo, em 4 de outubro, é importante ressaltar que a adoção deve ser realizada sempre de maneira responsável.


"A presença do tutor é muito importante para que o animal se sinta feliz, caso contrário , se ficar muito tempo sozinho, poderá se sentir infeliz", ressalta Vininha F. Carvalho, idealizadora desta campanha educativa..


A solidão poderá ocasionar uma alteração de comportamento, denominada ansiedade da separação. Alguns tutores de cães e gatos desconhecem a razão porque o animal esta defecando em locais impróprios, escavando, mordendo objetos, rasgando roupas, arranhando móveis, uivando, com anorexia ou hiperatividade, e isto se deve à falta de atenção necessária.


"O animal, às vezes, acaba até sendo punido pelos estragos causados, como se ele fosse culpado , quando a culpa é do tutor, que não está conseguindo compreender sua carência afetiva", enfatiza Vininha F. Carvalho.


Carinho e atenção são essenciais para a socialização dos animais de estimação. Quando filhote, após a separação da mãe e dos irmãos de ninhada, se dará início o período de socialização do animal (entre 2 e 4 meses), em que ele se ligará fortemente ao tutor e às pessoas com quem tiver contato. A ligação implica numa relação de confiança e é a base fundamental do laço entre o tutor e o animal de estimação. Como todo excesso traz malefício, o animal não deve ficar extremamente dependente do tutor, isto propiciará o desenvolvimento de distúrbios comportamentais associadas à separação.


O animal precisa ser tratado com equilíbrio, exercitando bastante o físico, recebendo treinamento correto para ser obediente, desfrutar de brinquedos adequados e passeios diários, para não se estressar e manifestar um comportamento indesejado.


O cão elege o seu tutor, aquela pessoa que lhe inspira respeito e isso quer dizer autoridade e não violência. A firmeza nos gestos e na voz é que determinarão isso. Para ele, os habitantes da casa obedecerão um escala de poder e caso ninguém tenha autoridade com ele, será ele quem assumirá a liderança, não obedecendo a ninguém.


A mudança súbita no ambiente, decorrente de divórcio, falecimento e até a chegada de um novo membro na família influenciam no comportamento do animal.


Quando ele é esquecido pelos que convivem com ele, resmungará como se fosse um choro, pois se sentirá menosprezado. Percebendo que ninguém liga para o resmungo dele, acabará latindo para chamar a atenção.


"Adotar um animal é uma iniciativa muito importante, a força do amor incondicional é capaz de transformar uma vida, mas para ter ao seu lado um companheiro muito saudável, é fundamental ter tempo para cuidar dele com carinho e dedicação", conclui Vininha F. Carvalho.


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quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Adoção responsável de animais


 Campanha educativa visa promover a adoção responsável de animais



No próximo dia 4 de outubro, será comemorado pelo 25º ano consecutivo o Dia Nacional de Adotar um Animal. Esta iniciativa deu origem às comemorações que se intitulam Dia Nacional para enfocar um trabalho de conscientização, que atualmente são inúmeras.


O Dia de Nacional de Adotar um Animal visa chamar a atenção para a importância da adoção responsável como forma de prevenir o abandono dos animais.


No Brasil existem milhares de animais abandonados. "A realidade de abandono é estimulada especialmente pela aquisição por impulso", salienta Vininha F. Carvalho, idealizadora desta campanha


Para destacar a importância do tema, como nos anos anteriores, muitas ações serão realizadas, com o objetivo de discutir o problema do abandono e mostrar os avanços conquistados nesta luta incessante em prol do bem estar dos animais.


O objetivo é tornar a convivência com os animais mais alegre e segura e, também, informar para as pessoas sobre os riscos que correm ao abandonar o seu animal, pois existem leis em vigor, que punem este tipo de atitude.


Esta campanha educativa está conseguindo ampliar a oportunidade de melhorar o relacionamento entre as pessoas e os animais, por meio de atividades voluntárias norteadoras e essenciais para o respeito ao direito dos animais. Ela propicia o desenvolvimento da consciência ecológica e, assim, permite a todos que se engajarem nela, exercer o papel de cidadão e protetor dos animais.


A forte presença das pessoas comprometidas com a causa dos animais nas comunidades mostra que a contribuição não está apenas em palavras, mas em ações efetivas e transformadoras cada vez mais eficazes.


"O Dia Nacional de Adotar um Animal, além de ser uma homenagem concreta a São Francisco de Assis, cuja data de 4 de outubro é dedicada, representa um grande desafio para todos que se espelham no exemplo deste homem, onde a prática do amor incondicional é seu maior legado. A cada animal que é dada a chance de encontrar um novo lar, uma vida é salva", conclui Vininha F. Carvalho.


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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Criança autista pode circular com cão em condomínio de Recife

 

Justiça garante direito de criança autista circular com cão de suporte em condomínio de Recife


Decisão pioneira em Pernambuco reforça a importância dos animais de suporte para inclusão e acessibilidade


Uma decisão recente da Justiça de Pernambuco garantiu a uma criança autista o direito de circular com sua cachorrinha de suporte emocional pelas áreas comuns e utilizar o elevador social de um condomínio de médio-alto padrão em Recife. O caso, conduzido pelo advogado Leandro Petraglia, especialista em Direito Animal, é considerado um avanço significativo no reconhecimento do papel dos animais de suporte no bem-estar de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).


Segundo Petraglia, a restrição imposta pelo condomínio prejudicava a rotina da criança. “O regulamento não permitia que o animal transitasse pelas áreas comuns nem que utilizasse o elevador social. Era obrigado a entrar pela garagem ou pelo elevador de serviço, o que gerava crises de ansiedade e fobias para a criança, já que o espaço era fechado e muitas vezes ocupado por prestadores de serviço”, explica o advogado.


Durante a audiência, a presença da cachorrinha foi simbólica e reforçou a importância do vínculo para a adaptação da criança. “A audiência foi muito especial. O animal estava ao lado da criança, sentado à mesa com o juiz. Conseguimos demonstrar que se tratava de um cão de suporte, essencial para o bem-estar dela”, conta Petraglia.


A decisão judicial autorizou não apenas a circulação do animal nas áreas comuns do condomínio, mas também o uso do elevador social — considerado o maior avanço para a autonomia da criança. “Esse direito foi fundamental porque ela não podia descer sozinha pelo elevador de serviço. Agora, com o cão de suporte, ela consegue circular com mais segurança e dignidade”, ressalta o advogado.


Petraglia lembra que, embora já existam algumas dezenas de decisões semelhantes no país, esta se destaca pela completude do reconhecimento. “Não é nada tão absurdo, mas é uma decisão bastante relevante em Pernambuco. Nossa conquista está entre as primeiras tão completas assim, e abre caminho para que outras famílias tenham seus direitos respeitados”, conclui.

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segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Cão sem patas dianteiras volta a andar com protótipo



Cão sem patas dianteiras volta a andar com protótipo de cadeira de rodas inédito


Projeto de estudantes de Medicina Veterinária e Engenharia resultou em protótipo anatômico, de baixo custo e pioneiro no Brasil


Um desafio pet incomum transformou-se em marco científico no Centro Universitário de Brasília (CEUB). O protagonista é Bili, um poodle jovem que nasceu sem as patas dianteiras — condição rara, pouco estudada e ignorada pela indústria de acessórios veterinários. Agora, graças ao empenho de estudantes de Medicina Veterinária e Engenharia da Computação do CEUB, ele voltou a andar com uma cadeira de rodas anatômica e de baixo custo, desenvolvida a partir de tecnologias de prototipagem rápida e impressão 3D.

 

O projeto envolveu mais de 50 horas de trabalho contínuo, sucessivos testes, falhas e correções. A iniciativa nasceu como projeto de iniciação científica das alunas Beatriz Miranda e Sarah Mazetti. O ineditismo do caso exigiu não apenas criatividade, mas revisão aprofundada de pesquisas anteriores, o mapeamento de requisitos técnicos e materiais adequados para dispositivos assistivos. “Estudamos projetos de prototipagem rápida na medicina veterinária para compreender métodos e dificuldades”, explica Beatriz. 

 

O processo começou com medições detalhadas do corpo de Bili — como altura, largura do tórax e comprimento, o escaneamento 3D e um molde de gesso para validar proporções e áreas de apoio. A partir daí, as estudantes projetaram a modelagem digital em software CAD, onde ajustaram ergonomia, conforto e resistência. Com o apoio do curso de Engenharia da Computação do CEUB, o estudo evoluiu para a fase prática, transformando os modelos digitais em peças físicas. 

 

Esse processo envolveu falhas de impressora e correções sucessivas até alcançar a versão final. Apesar dos obstáculos, os primeiros testes já mostraram que Bili se adaptava bem. “Mesmo sem estar totalmente adequada no primeiro teste, deu pra ver que ele já demonstrava familiaridade com a cadeira”, recorda Sarah. As partes rígidas foram feitas em plástico PLA, enquanto as áreas de contato receberam TPU flexível, garantindo estabilidade e conforto. 

 

Hudson Capanema, professor de Engenharia destaca que o design foi pensado para acompanhar o crescimento do cão, permitindo ajustes conforme ele ganhasse peso ou aumentasse de tamanho. “Considerando as particularidades do Bili, escolhemos materiais que melhor se adequassem a cada componente. O corpete de apoio, por exemplo, foi confeccionado com um material mais confortável, facilitando a adaptação e reduzindo incômodos”, destaca Hudson.

 

Inovação acessível e impacto social

O protótipo foi concluído a um custo de R$ 448,81, valor 63% inferior ao de cadeiras de rodas comerciais, que podem ultrapassar R$ 1.200 e, ainda assim, não atendem casos como o de Bili. Para o Coordenador de Medicina Veterinária do CEUB, professor Carlos Alberto da Cruz Júnior, trata-se de um avanço com grande potencial social: “Clínicas e ONGs podem replicar esse modelo a baixo custo, democratizando o acesso à tecnologia, que hoje ainda é restrita a poucos tutores”.

 

Beatriz e Sarah acreditam que a impressão 3D na veterinária tende a se popularizar, embora ainda haja barreiras, como a capacitação de profissionais e a disponibilidade de equipamentos. Com a evolução e estudos em projetos como o nosso, fomentamos a utilização e investimentos nesse tipo tecnologia para que mais animais tenham a mesma oportunidade do Bili”, afirmam as estudantes do CEUB.

 

Um marco na formação acadêmica

Além de devolver a mobilidade a Bili, o projeto marcou a trajetória de Arthur Dornfeld, estudante de Engenharia da Computação do CEUB, que ficou responsável pela modelagem de peças até chegar ao modelo ideal. Ele considera a experiência um salto na sua vida acadêmica: “Pude participar da criação de um produto real. Vi como surgem as ideias, como são avaliadas as viabilidades e como se chega a algo que faz diferença”.

 

“Mais do que um protótipo, o caso de Bili representa um avanço científico no Brasil. É o exemplo de como dedicação, pesquisa interdisciplinar e uso de novas tecnologias podem transformar vidas e abrir caminhos para soluções antes inimagináveis”, arremata o professor Carlos Alberto.

 

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terça-feira, 2 de setembro de 2025

Salvador convoca tutores para imunização de cães e gatos

 

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) convoca os responsáveis por cães e gatos a participarem da Campanha de Vacinação Antirrábica 2025, que se estende até o dia 30 de setembro. Desde o começo da campanha, em 18 de agosto, já foram vacinados 81,3 mil animais de estimação, incluindo 49,4 mil cães e 31,9 mil gatos. Isso representa aproximadamente 25% da meta de vacinar 316.608 animais.


No Dia D, realizado no último sábado (30), 6,1 mil animais foram vacinados. Ao longo de todo o fim de semana, mais de 11 mil cães e gatos receberam imunização em postos volantes, itinerantes e em shoppings da cidade.


A vacinação é realizada de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, em 91 postos de saúde de Salvador. Duplas volantes atuam nos 12 Distritos Sanitários, e nos finais de semana há ações especiais em bairros e locais estratégicos.


A estratégia integral da campanha, incluindo os locais e horários de vacinação, está disponível em: saude.salvador.ba.gov.br.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Animais de estimação proporcionam qualidade de vida


 Animais de estimação melhoram a qualidade de vida dos idosos.


Um cão e um gato adultos são, em geral, os tipos de animais mais adequados para adoção por idosos. Pesquisas conduzidas por estudiosos nacionais e internacionais demonstram que tutores de cães e gatos, pertencentes à terceira idade, apresentam menores índices de depressão, além de menos problemas relacionados à pressão arterial, frequência cardíaca e mobilidade. As atividades físicas realizadas ao passear ou brincar com um animal de estimação, bem como os cuidados necessários para mantê-lo saudável, têm um impacto positivo durante essa fase da vida.


Ao adotar um animal de estimação, o idoso precisa ter consciência de que ele demanda atenção diária, além de modificar a rotina do lar e nunca poderá ser deixado para trás.


Ao decidir adotar um cão ou gato, você pode buscar organizações de proteção que realizam um trabalho sério com os animais. É necessário conversar, buscar informações e escolher o animal que melhor se adapte ao seu estilo de vida.


A casa precisa estar preparada para receber o animal. Vininha F. enfatiza que o local onde ele irá se alimentar, fazer as necessidades e dormir precisa ser definido com antecedência. Carvalho", responsável pela publicação da Revista Ecotour News.


Os dados do Radar Pet, um estudo inédito concebido pela Comac, com representantes das classes econômicas A, B e C em oito cidades brasileiras, revelaram que somente 30% dos lares compostos por pessoas idosas têm animais de estimação.


A presença desses animais está fortemente ligada a lares com adolescentes e jovens, onde ultrapassa os 50%. Lares de idosos têm uma presença reduzida de cerca de 30%. Como resultado, muitos idosos não aproveitam os benefícios de ter um animal de estimação.


Além de melhorar a qualidade de vida desse grupo, a inversão desse índice poderia reduzir os efeitos negativos na saúde pública associados ao abandono de animais.

Foto Salvador Notícias


"Um cão e um gato adultos, normalmente os animais mais comuns em anúncios de adoção, são mais adequados ao perfil dos idosos. Eles se ajustam mais facilmente ao novo lar e apresentam hábitos diferentes dos filhotes, mostrando-se mais disciplinados nas brincadeiras e comportamentos, além de não necessitarem roer objetos e móveis da casa para estimular a dentição", aconselha Vininha F. Carvalho.


Na internet, é possível encontrar diversos sites que permitem a busca de um animal utilizando filtros como tamanho, sexo, idade, região, cidade e até algumas de suas principais características.


O essencial é que o idoso esteja disposto a proporcionar muito afeto e a oportunidade de uma nova vida em família para o animal, recebendo em troca uma acolhida calorosa e cheia de amor. A felicidade é o segredo para uma vida mais longa.




Não esqueça: o Dia Nacional de Adotar um Animal é em 4 de outubro.

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Seu pet está protegido?



Falta de vacinação em cães e gatos abre portas para doenças em animais e humanos 


Médica veterinária alerta sobre os impactos da negligência vacinal no avanço de doenças graves


Apesar de cães e gatos fazerem parte da família em milhões de lares brasileiros, a vacinação ainda é negligenciada pela maioria dos tutores no país. Segundo dados da Comissão de Animais de Companhia do Sindan (Comac), divulgados em 2024, cerca de 85% da população não mantém a imunização dos animais em dia, o que acende um alerta para o risco de surtos de doenças graves, incluindo algumas que podem ser transmitidas aos humanos. 


Lorena Sampaio, médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Salvador (UNIFACS), campus Santa Mônica, destaca que a vacinação é uma das principais formas de proteger cães e gatos contra doenças graves, que podem levar à morte ou deixar sequelas nos pets. “É por meio da vacinação que o sistema imunológico é fortalecido e ajuda a evitar surtos de doenças infecciosas em ambientes com alta circulação de animais, como nos passeios em ruas, parques, praças, clínicas e pet shops”, reforça. 


Dentre as principais doenças que podem ser evitadas com a vacinação, destacam-se, em cães, a cinomose e parvovirose. Já em gatos, a manutenção do protocolo vacinal adequado pode prevenir a rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e a leucemia viral felina. A médica veterinária ressalta que a vacinação com reforços anuais também é essencial para proteger contra raiva e leptospirose, doenças zoonóticas preocupantes que podem atingir ambas as espécies. 




Vacinas importantes para o seu pet  


Antes de vacinar seu animal de estimação, Lorena Sampaio ressalta a importância de consultar um médico veterinário para obter orientações personalizadas sobre o esquema de vacinação ideal, considerando idade, estilo de vida e histórico de saúde do animal. “O médico veterinário deve examinar o animal para garantir que ele esteja saudável e apto a receber a vacina, sem febre, vômito, diarreia ou infestação por parasitas”, destaca. 


Para cães, destacam-se as vacinas múltiplas (V8, V10 ou V12), uma vacina combinada que protege contra várias doenças, como a cinomose, parvovirose, leptospirose, adenovírus, coronavírus, parainfluenza, entre outras, garantindo que seu cão tenha uma proteção ampla com menos injeções. Há ainda as vacinas contra a gripe canina; contra giárdia, que previne a giardíase, uma doença gastrointestinal que pode afetar cães e humanos; e a vacina antirrábica. Em gatos, as vacinas múltiplas também são fundamentais para garantir a saúde do pet: a vacina tríplice felina (V3), quádrupla (V4) ou quíntupla (V5), além da antirrábica. 


A professora da UNIFACS reforça que, com base na idade, no histórico de saúde e no estilo de vida do seu pet, o médico veterinário irá montar o protocolo vacinal adequado. Geralmente, as vacinas são aplicadas por via subcutânea, dependendo do tipo de vacina e da recomendação do profissional. 



Proteção para todos 


Além de proteger a saúde dos animais, manter o protocolo vacinal do seu pet atualizado também contribui significativamente para a saúde dos tutores e da população em geral, tornando-se uma medida importante para garantia de saúde pública. 


“As doenças como a raiva e a leptospirose, por exemplo, são zoonoses, ou seja, doenças que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos e vice-versa. Desta forma, ao vacinar seus animais, você cria uma barreira de proteção contra essas doenças, diminuindo o risco de contágio para humanos e outros animais”, reforça a médica veterinária. 


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quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Campanha de Vacinação Antirrábica 2025

 
Shopping Bela Vista participa da Campanha de Vacinação Antirrábica 2025


Posto de vacinação funcionará na Alameda de Serviços (Piso L1) nos dias 30 e 31 de agosto



Nos dias 30 e 31 de agosto (sábado e domingo), o Shopping Bela Vista participará da Campanha de Vacinação Antirrábica 2025, promovida pela Prefeitura de Salvador. A ação tem como objetivo imunizar cães e gatos contra a raiva, contribuindo para a saúde e segurança da população. 


O posto de vacinação funcionará no Piso L1, na Alameda de Serviços, com atendimento gratuito e aberto ao público. No sábado (30), o atendimento será das 9h às 16h, enquanto no domingo (31), das 12h às 17h. Além disso, durante a ação, o Amado Pet Shop fará distribuição de brindes e petiscos aos pets (enquanto durar o estoque). 


“É uma oportunidade de facilitar o acesso à vacinação dos animais de estimação em um espaço central, seguro e de fácil acesso. Para o Bela Vista, participar dessa campanha é uma forma de contribuir ativamente para a saúde pública e para a qualidade de vida das famílias que frequentam o shopping”, conta Juliana Brandão, Gerente de Marketing do Shopping Bela Vista.


SERVIÇO

Campanha de Vacinação Antirrábica 2025 – Shopping Bela Vista


Datas: 30 e 31 de agosto (sábado e domingo)

Horários: Sábado (30/08): das 9h às 16h | Domingo (31/08): das 12h às 17h

Local: Alameda de Serviços (piso L1)

GRATUITO


     

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terça-feira, 26 de agosto de 2025

Fisioterapia veterinária e seus benefícios para os animais

 


Saiba como funciona a fisioterapia veterinária e seus benefícios para os animais


Reabilitação é aliada no combate da dor, doenças oncológicas e na velhice, por exemplo


A fisioterapia ou reabilitação animal é uma área da Medicina Veterinária aliada na prevenção e tratamento de doenças em pets, animais de grande porte e até espécies silvestres e exóticas. Professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Salvador (UNIFACS), Leane Souza explica que o método pode ser associado a terapias complementares, como a acupuntura e ozonioterapia, proporcionando cuidado personalizado e voltado ao bem-estar animal.   


“A fisioterapia veterinária é benéfica em casos agudos, pós-operatórios e crônicos (degenerativos), auxiliando no controle do processo inflamatório e da dor, na recuperação funcional do paciente ou na área afetada, na melhora da mobilidade, força e amplitude do movimento e, muitas vezes, reduzindo a necessidade de medicamentos, contribuindo assim para acelerar o processo de recuperação”, enumera a especialista. 


O tratamento é indicado para diferentes situações: animais com doenças endócrinas ou degenerativas, pacientes oncológicos, casos de queimaduras, perda da massa muscular que compromete a locomoção, lesões de difícil cicatrização, doenças infecciosas, problemas reprodutivos e alterações comportamentais, como ansiedade e fobias. Casos de alterações (doenças musculoesqueléticas e/ou neurológicas) são os atendimentos mais frequentes. 


 


Diferentes técnicas 


Entre os recursos disponíveis estão laserterapia, ultrassom, eletroterapia, esteira aquática, cinesioterapia, acupuntura, moxaterapia, homeopatia e suporte nutricional. A escolha da técnica depende da avaliação criteriosa do quadro clínico, fase da doença e limites de cada paciente. Algumas condições, como fraturas não estabilizadas ou instabilidade clínica grave, podem restringir temporariamente o uso de determinados protocolos, mas em geral é possível adaptar a abordagem.  


Assim como os humanos, os animais sofrem com os efeitos do envelhecimento, especialmente os que afetam a locomoção. “Nesses casos, a associação da fisioterapia, acupuntura e medicina canabinoide vem potencializando os efeitos anti-inflamatórios e analgésicos para aqueles pacientes que apresentam dor e dificuldade de locomoção”, relata a professora da UNIFACS, que integra a Ânima Educação.  


Nos casos de síndrome da disfunção cognitiva (condição semelhante ao Alzheimer em cães), terapias de estímulo cognitivo e reabilitação funcional ajudam a retardar a progressão da doença.  


Além da fisioterapia, alguns cuidados de manejo aumentam o bem-estar dos animais: criar ambientes seguros, evitar escadas e pisos escorregadios, manter rotinas de alimentação e passeios, incentivar exercícios leves (respeitando as limitações físicas), reduzir estímulos à noite e realizar consultas regulares ao médico-veterinário.  


Vale lembrar que o Complexo Médico Veterinário da UNIFACS, no Campus Tancredo Neves, oferece atendimentos clínicos, cirúrgicos e de diversas especialidades, como fisioterapia, para animais de pequeno e grande porte. Entre os serviços estão: consultas, vacinas, exames laboratoriais e de imagem, eletrocardiograma, cirurgias de diferentes complexidades, incluindo ortopédicas, além de reabilitação para cães e gatos. O espaço também atende pets exóticos, equinos, bovinos e pequenos ruminantes. O funcionamento é de segunda a sexta, das 7h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h. Os agendamentos podem ser feitos pelo WhatsApp (71) 3203-2649.



 

 

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quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Campanha "Diga Não à Leishmaniose" completa 20 anos


 
Campanha "Diga Não à Leishmaniose" completa 20 anos como referência no combate à doença negligenciada


Há exatos 20 anos, uma ligação telefônica mudaria para sempre a vida da assessora de imprensa Marli Pó. Do outro lado da linha, o estilista e apresentador Clodovil Hernandes trazia um alerta sobre uma doença misteriosa que atingia seus cães - a leishmaniose. Esse momento marcou o nascimento da Campanha "Diga Não à Leishmaniose", que hoje se consolida como uma das mais importantes iniciativas de saúde pública voltadas para essa zoonose negligenciada no Brasil.



De caso pessoal a movimento nacional

O cão Grande Otelo, mascote de Clodovil, tornou-se o primeiro caso emblemático da campanha após ser diagnosticado e tratado a tempo. "Aquela ligação foi um divisor de águas. Descobrimos uma doença que poucos conheciam, mas que mata silenciosamente", relembra Marli Pó, idealizadora e coordenadora da iniciativa.


Ao longo dessas duas décadas, a campanha perdeu importantes apoiadores, como o próprio Clodovil e a apresentadora Hebe Camargo, mas ganhou força como um movimento plural. "É como um filho que cresceu e tomou seu lugar no mundo", emociona-se Marli.


Números que assustam

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a leishmaniose visceral, forma mais grave da doença, tem taxa de letalidade que pode chegar a 90% sem tratamento. No Brasil, apenas entre 2012 e 2022, foram registrados mais de 35 mil casos humanos, com mortalidade superior à dengue em algumas regiões.


"O maior desafio sempre foi a desinformação. A doença não escolhe classe social, mas poucos sabem como prevenir", explica a coordenadora. A campanha já alcançou mais de 530 mil pessoas apenas através de seu blog, criado em 2011, além de manter um site informativo e realizar eventos por todo o país.



Articulação multissetorial

O sucesso da iniciativa se deve a uma rede de apoio incomum. O grupo BRASILEISH, formado por veterinários e advogados, trabalha na linha de frente dos direitos dos animais e humanos afetados. Entidades como a OAB e o Rotary Club incluem a pauta em seus calendários oficiais.


No campo artístico, nomes como, Daniela Albuquerque, Flavia Noronha, Hebe Camargo, Karin Hils, Aine Wirley,  Camila Camargo, Saulo Meneghetti,  e o ator Nico Puig - que chegou a ceder sua casa para um evento beneficente - deram visibilidade à causa. O grafiteiro Crânio contribuiu com obras de arte que se tornaram símbolos da campanha. Todos eles foram fotografados pelo renomado fotógrafo de pets argentino, Lionel Falcon.


Tecnologia a serviço da prevenção

A parceria com a Scalibor trouxe uma importante ferramenta de combate: coleiras impregnadas com inseticida que repelem e matam o mosquito-palha, vetor da doença. "É uma solução tripla: protege o animal, elimina o transmissor e ainda combate carrapatos", explica Marli.


Os próximos 20 anos

Para celebrar a data, a campanha prepara novidades que serão anunciadas em breve. "Já superamos muitos obstáculos, mas o trabalho continua. Cada vida salva é nossa maior recompensa", finaliza a coordenadora.


Sobre a Leishmaniose:

Doença transmitida pelo mosquito-palha que afeta humanos e animais. Sintomas incluem febre prolongada, perda de peso e aumento do baço. A forma visceral pode ser fatal se não tratada.





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Pets na partilha: a Justiça e a Família Multiespécie


Advogado explica como decisões recentes vêm consolidando o conceito de família multiespécie no Brasil, com direito à guarda e até pensão para animais de estimação


As transformações no conceito de família têm ultrapassado barreiras e incluído, cada vez mais, os animais de estimação como parte integrante das relações afetivas. Com base em decisões recentes da Justiça brasileira já é possível ver o reconhecimento da chamada família multiespécie, modelo que considera os pets como membros afetivos legítimos da família.


Segundo o advogado Roberto Figueiredo, especialista em Direito Civil e sócio do escritório Pedreira Franco e Advogados Associados, “o vínculo afetivo estabelecido entre pessoas e seus animais tem sido considerado pelo Judiciário como um elo jurídico relevante, especialmente em casos de separação ou divórcio”. Isso se reflete no reconhecimento da guarda compartilhada dos animais e até mesmo da obrigação de contribuição financeira para sustento destes animais.




As decisões são recentes, mas é possível constatar que a ideia cada vez mais se consolida. Tribunais de diferentes regiões do país já garantiram direito de convivência com pets, como no caso julgado no Sertão de Pernambuco, em que a Justiça determinou o direito de visita semanal de uma mulher ao seu cão após o término do relacionamento. A decisão foi baseada na “dignidade da pessoa humana” e no “princípio da afetividade”.


“Mesmo sem um marco legal específico, as decisões mostram um avanço significativo na proteção das relações interpessoais que envolvem animais”, explica Roberto. “É um movimento que segue uma tendência global de reconhecer os animais como sujeitos de direito dentro do contexto familiar.” A Reforma do Código Civil, que tramita no Senado, está atenta para este tema e traz importantes avanços legislativos.


Casos de guarda compartilhada costumam envolver acordos sobre tempo de convivência, cuidados veterinários e despesas com alimentação, vacinas, higiene e bem-estar. Há também registros de valores mensais para manutenção do pet, fixados com base na capacidade financeira das partes e nas necessidades do animal.


O advogado alerta, no entanto, que ainda não há uma legislação federal que regulamente o tema com clareza. Por isso, o respaldo jurídico vem principalmente da interpretação extensiva do Direito de Família e do Direito Civil, com base nos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, proteção aos vínculos afetivos e bem-estar dos animais, que são considerados seres sencientes.


“A justiça está respondendo a uma demanda legítima da sociedade. Reconhecer os pets como parte da família é reconhecer o afeto como elemento essencial nas relações humanas e não humanas”, conclui Roberto Figueiredo.


Pedreira Franco Advogados Associados


Foto: Freepik


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quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Mundo Pet: Atacadão promove feira de adoção na Bahia

Foto Salvador Notícias
 
Lojas do Atacadão de cinco estados receberão eventos de adoção de pets durante o mês de agosto

 


Ao longo do mês, a rede ainda trará o Festival da Linha Pet Atacadão, que reunirá um amplo portfólio de produtos para pets, além de conscientizar o público sobre a importância da adoção de animais

 


O Atacadão, rede atacadista presente em todos os estados brasileiros, realiza nos estacionamentos de nove de suas lojas, durante o mês de agosto, eventos de adoção de cães e gatos, organizadas por ONGs regionais em parceria com a Mars, como parte do Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom, que já ajudou mais de 85 mil cães a encontrarem um lar.  A ação contempla São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná e Mato Grosso. O Atacadão ainda promove, em todas as unidades ao redor do País, o Festival da Linha Pet Atacadão, onde os clientes encontram uma seleção de produtos e marcas para pets com ofertas especiais, como alimentos, itens de higiene, acessórios e brinquedos.

 

Hoje, cerca de 160 milhões de animais de estimação já compõem os lares brasileiros, posicionando o País como o terceiro maior mercado pet do mundo, segundo o Instituto Pet Brasil. Assim, com a campanha, a rede destaca os seus produtos de qualidade a preços acessíveis, fortalecendo o seu compromisso em ser um destino completo de compras para milhares de famílias, além de incentivar a importância da adoção responsável entre os clientes, permitindo que novos cães e gatos ganhem um lar.

 

“Cuidar dos animais é uma responsabilidade de todos, e o Atacadão entende a importância de incentivar iniciativas que promovam o bem-estar animal. Os eventos de adoção serão realizadas em nossas lojas vão além de conectar animais a novos lares, mas também ajudam a conscientizar a sociedade sobre o abandono, que infelizmente ainda é uma realidade no Brasil. Estamos muito felizes em contar com a parceria de empresas do setor pet, que compartilham desse propósito e nos ajudam a oferecer produtos e soluções para quem cuida com carinho dos seus animais. Queremos estar cada vez mais presentes no dia a dia dos nossos clientes, e sabemos que olhar com atenção para esse público é parte fundamental desse compromisso”, destaca Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

 

Para realizar a adoção, é necessário ter mais de 21 anos e apresentar documento original com foto e comprovante de residência. As organizações ainda realizam entrevistas com os interessados nos locais e acompanham todo o processo de adoção, incluindo o preenchimento de um termo de responsabilidade, e em alguns casos podem cobrar uma taxa de adoção, cujo o valor varia de acordo com cada ONG.

 


Serviço: Festival da Linha Pet Atacadão


Data: até 31 de agosto


Local: todas as lojas do Atacadão


 


Para saber a loja mais próxima, acesse: Link 


 


Serviço: eventos de adoção de cães e gatos no Atacadão:

 


São Paulo



Atacadão Pacaembu


Data: 23 de agosto (sábado)


Horário: das 10h às 16h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Rua James Holland, 668 - Pacaembu - São Paulo, SP


ONG responsável: Protetora Emerenciana



Atacadão Itaquera


Data: 23 de agosto (sábado)


Horário: das 10h às 16h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Estrada do Pêssego, 100 - Itaquera - São Paulo, SP


ONG responsável: Protetora Sandra Martins


 


Rio de Janeiro


 


Atacadão Barra


Data: 23 de agosto (sábado)


Horário: das 10h às 16h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Av. Ayrton Senna, 2300 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro, RJ


ONG responsável: Focinhos de Luz



 


Paraná



Atacadão Fernão Dias


Data: 23 de agosto (sábado)


Horário: das 14h às 18h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Rua Fernão Dias, 300, Loja 2 - Vila Castelande - Maringá, PR


ONG responsável: SPAM



Bahia



Atacadão Salvador Pituba


Data: 30 de agosto (sábado)

Horário: das 10h às 16h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Rua Pernambuco, 510 - Pituba - Salvador - BA


ONG responsável: Abrigo Animais Aumigos



Mato Grosso



Atacadão Tijucal


Data: 30 de agosto (sábado)


Horário: 10h às 16h


Local: Estacionamento da loja


Endereço: Avenida Fernando Corrêa da Costa, 7975 - Tijucal - Cuiabá, MT

ONG responsável: OPA MT


 


Rio Grande do Sul

 


Data: 30 de agosto (sábado)

Horário: 10h às 16h

Local: Estacionamento da loja

Endereço: Avenida Senador Salgado Filho, 4742 - São Lucas - Viamão, RS

ONG responsável: Anjos de Patas


 

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