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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Casa Granatowicz e Art’G: Graça Valadares reúne convidados exclusivos em Salvador



*Casa Granatowicz e Art’G: Graça Valadares reúne convidados exclusivos em Salvador para o lançamento da coleção Emerald Lake*


A alta joalheria autoral da *Casa Granatowicz* e da *Art’G* ganha um capítulo especial na Bahia no dia *1º de outubro* . A joalheira, empresária e embaixadora da marca *Graça Valadares* será a anfitriã de um almoço especial a clientes, colecionadores e formadores de opinião, no *Hotel Fasano* , em *Salvador (BA)* . O encontro celebra a chegada exclusiva ao estado da coleção *Emerald Lake* .



Com apenas 10 parceiros selecionados em todo o território nacional, a Art’G mantém um modelo restrito de distribuição de suas criações. Na Bahia, o espaço de Graça Valadares detém com exclusividade a representação da linha, colocando Salvador no circuito nacional da alta joalheria autoral e consolidando a cidade como um polo de convergência regional para o mercado de luxo, arte e design de autor.


Inspirada nos tons profundos de verde dos lagos das Montanhas Rochosas canadenses, a coleção Emerald Lake estabelece um diálogo entre a pureza visual das paisagens canadenses e a intensidade e o brilho das esmeraldas brasileiras nobres. As pedras são selecionadas sob rigorosos padrões de responsabilidade socioambiental e rastreabilidade ética.


Desenvolvida sob o rigor técnico da Casa Granatowicz, divisão de alta manufatura da marca dedicada a peças esculturais e ao prolongado trabalho de bancada artesanal, a coleção traduz a proposta da Art’G de unir exclusividade, design, técnica e significado em joias marcantes, sofisticadas e atemporais.


Para celebrar a parceria comercial e prestigiar a noite promovida por Graça Valadares, o designer e fundador da Art’G, Márcio Granatowicz, estará presente como convidado de honra. Durante o encontro, ele irá compartilhar com os convidados os bastidores da alta ourivesaria clássica, o processo criativo e o trabalho artesanal envolvido na criação das peças.


*Serviço*


*Lançamento Emerald Lake por Art’G e Graça Valadares*

Data: quinta-feira, 1º de outubro

Horário: A partir das 12h30

Local: Restaurante Gero - Hotel Fasano Salvador – Praça Castro Alves, 5, Centro – Salvador, na Bahia

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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Escritora baiana que vive na Alemanha, Telma Brites retorna à Bahia para lançar dois livros em Salvador

 


Escritora baiana que vive na Alemanha, Telma Brites retorna à Bahia para lançar dois livros em Salvador e ser homenageada em Cafarnaum

 

Aos 63 anos, autora apresenta o romance “Entre Espelhos e Memórias” e a edição comemorativa de “Gaia – A Última Descendente”, que reúne os três volumes de sua trilogia

 



Seu novo livro – escritora Telma Brites

 

Depois de construir sua trajetória literária e pessoal entre o Brasil e a Alemanha, a escritora baiana Telma Brites retorna à Bahia para apresentar seus dois novos lançamentos: “Entre Espelhos e Memórias”; e “Gaia – A Última Descendente”, edição especial em capa dura que reúne, em um único volume, os três livros da Trilogia Gaia. O lançamento acontece no dia 18 de setembro (sexta-feira), às 18h30, na Livraria Escariz, no Shopping Barra, em Salvador, com bate-papo e sessão de autógrafos.

 

Nascida em Cafarnaum, no interior da Bahia, e criada entre o interior baiano e Salvador, Telma vive na Alemanha desde 2001. Aos 63 anos, a escritora retorna às suas origens trazendo duas obras que representam momentos diferentes de sua produção literária: enquanto a Trilogia Gaia transita pela fantasia, aventura e mitologia grega, seu novo romance “Entre Espelhos e Memórias” mergulha em questões humanas, como identidade, memória, etarismo, pertencimento, relações e recomeços.

 

Formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com especialização em Antropologia Médica, Telma tem na experiência entre diferentes culturas uma das marcas de sua trajetória. Essa vivência também atravessa sua literatura, especialmente nas reflexões sobre identidade e pertencimento.

 

“Entre Espelhos e Memórias”: identidade, recomeços, etarismo e a descoberta de si

 

“Entre Espelhos e Memórias”, com 304 páginas, acompanha Telúria, uma mulher de meia-idade que desperta em um hospital de Berlim, na Alemanha, após sofrer um grave acidente. Sem documentos e sem qualquer lembrança de quem é, ela inicia uma jornada para reconstruir sua própria história.

 

Nesse percurso, um antigo espelho passa a revelar cenas misteriosas envolvendo outros personagens, fazendo com que realidade, memória, sonho e consciência se entrelacem. A narrativa conduz o leitor por uma história de descobertas e questionamentos, em que a protagonista precisa lidar não apenas com a perda de memória, mas com a necessidade de compreender quem é e quem deseja ser.

 

Embora o etarismo esteja presente na obra, o tema aparece de maneira integrada à trajetória da protagonista. A questão percorre o livro de forma sutil, enquanto a autora concentra sua atenção principalmente na busca pela identidade e na descoberta de si mesma, deixando espaço para que cada leitor construa suas próprias interpretações. “O maior desafio foi preservar a ambiguidade. Eu não queria impor uma resposta ao leitor. Era importante que cada pessoa pudesse interpretar os acontecimentos à sua maneira, sem que a narrativa perdesse credibilidade emocional”, explica.

 

Para Telma, entretanto, Telúria não representa todas as mulheres. A personagem pode, sim, despertar identificação em leitoras que atravessam mudanças, perdas, recomeços e processos de reinvenção. “O espelho revela a passagem do tempo, mas não é capaz de refletir a idade da alma. Envelhecer não significa deixar de viver. Pode ser justamente o momento em que nos aproximamos de quem realmente somos”, destaca.

 

A discussão sobre o envelhecimento surge especialmente a partir da maneira como a sociedade encara a passagem do tempo, sobretudo quando se trata das mulheres. “A sociedade valoriza excessivamente a juventude das mulheres. Muitas vezes, o primeiro olhar recai sobre a aparência, enquanto a experiência, a maturidade, os sonhos e a vontade de viver ficam em segundo plano”, afirma a escritora.

 

Dez anos de Gaia em uma edição especial

 



 

O retorno à Bahia também marca uma celebração importante para a carreira da autora. Telma apresenta “Gaia – A Última Descendente”, edição comemorativa em capa dura criada para celebrar os 10 anos da Trilogia Gaia.

 

Com 536 páginas, o volume reúne os três livros da saga — “Gaia – A Roda da Vida”, “Gaia – O Templo Esquecido” e “Gaia – A Cidade da Luz” — em uma única edição.

 

Publicada no Brasil, na Alemanha e em Angola, a trilogia combina fantasia, aventura e mitologia grega em uma história protagonizada por uma jovem ligada a uma antiga profecia envolvendo os descendentes de Poseidon.

 

Para Telma, reunir os três volumes uma década depois representa também uma oportunidade de revisitar uma história que marcou sua trajetória como escritora e apresentá-la a novos leitores em uma edição especial.

 

Os dois lançamentos revelam, assim, diferentes facetas da produção literária da autora. De um lado, a fantasia e a mitologia que deram origem à Trilogia Gaia; de outro, um romance contemporâneo que investiga a identidade, a memória, as relações humanas e os processos de transformação e redescoberta.

 

De volta a Cafarnaum

 

Depois do lançamento em Salvador, Telma Brites segue para Cafarnaum, sua cidade natal, nos dias 25 e 26 de setembro, quando participa da Feira do Livro do município como convidada especial.

 

O retorno à cidade onde nasceu terá ainda um significado especial. Durante sua participação no evento, a escritora será homenageada: uma celebração a sua contribuição à literatura e sua trajetória internacional, construída ao longo de décadas na Alemanha, sem deixar de lado os vínculos com suas raízes baianas.

 

A volta à Bahia representa, portanto, um encontro entre diferentes momentos da vida de Telma: a menina que nasceu em Cafarnaum, a jovem que viveu e estudou na Bahia, a escritora que construiu uma carreira literária e a mulher que há mais de duas décadas vive na Alemanha e transforma suas experiências entre diferentes culturas em literatura.

 

Serviço

 

Lançamento dos livros “Entre Espelhos e Memórias” e “Gaia – A Última Descendente” – editora Coerência

Data: 18 de setembro de 2026, às 18h30

Local: Livraria Escariz (Piso L2) – Shopping Barra, Salvador (BA) - Av. Centenário, 2992 - Chame Chame, Salvador - BA (piso L2 Central).

Programação: bate-papo com a autora e sessão de autógrafos

Livros também estarão disponíveis para compra em formato impresso e e-book, pela Amazon, além da venda direta pela Editora Coerência e pelo perfil da escritora no Instagram, @autoratelmabrites. Novos pontos de venda deverão ser anunciados ao longo dos próximos meses.


Homenagem em Cafarnaum (BA)

25 e 26 de setembro de 2026 - Participação de Telma Brites na Feira do Livro de Cafarnaum e inauguração de sala de leitura que levará o nome da escritora.

 

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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Lançamento da segunda edição do Prêmio Melhores da Gastronomia 2026 em Salvador

 

Coquetel marca lançamento da segunda edição do Prêmio Melhores da Gastronomia 2026 em Salvador


Evento reuniu chefs, empresários, jornalistas, influenciadores e representantes do setor, oficializando o início da edição de 2026 da maior premiação da gastronomia da cidade


Um momento de celebração e reconhecimento para a gastronomia de Salvador marcou a noite desta quarta-feira (15/07). Realizado na CASACOR Bahia, o coquetel de lançamento do Prêmio Melhores da Gastronomia 2026 reuniu chefs de cozinha, empresários do setor, jornalistas, influenciadores digitais e convidados para apresentar oficialmente a nova edição da maior premiação gastronômica da capital baiana.


Idealizado pela promoter e produtora de eventos Licia Fabio, pelo jornalista e crítico gastronômico Ronaldo Jacobina e pelo contador e CEO da HubNexxo, Paulo Neto, o prêmio foi apresentado no evento de lançamento como uma iniciativa voltada ao fortalecimento, valorização e reconhecimento dos profissionais e estabelecimentos que movimentam a gastronomia soteropolitana.


Durante o coquetel, os organizadores apresentaram as novidades da edição 2026 e reforçaram o compromisso com uma avaliação criteriosa, técnica e transparente.  


"Nosso propósito é reconhecer quem faz da gastronomia de Salvador uma referência nacional porque a culinária é um grande atrativo, é também turismo. Além de fazer crescer de forma geral os restaurantes e outros estabelecimentos da área. Para alcançar isso, fazemos tudo com seriedade, mantendo os nomes dos jurados preservados pensando na credibilidade do prêmio", destacou Licia Fabio.


Para o jornalista Ronaldo Jacobina, responsável pela curadoria dos jurados, a iniciativa contribui para fortalecer todo o setor. "Esse é um prêmio de todos, um prêmio da Bahia, que mostra como temos crescido. Somos conhecidos como a terra do dendê e somos isso mesmo, mas também já vamos muito além disso. A primeira edição foi um sucesso, teve um resultado que nos surpreendeu muito e está nos fazendo colocar de pé esta segunda edição com muita felicidade e compromisso”, disse. 


Já Paulo Neto, ressaltou a importância da metodologia adotada pelo prêmio e as novidades deste ano. "Da primeira edição para esta passamos de 22 para 27 jurados. Também temos três novas categorias: Melhor Experiência de Praia, Melhor Buffet e Melhor Delivery.⁸ Além disso, temos uma novidade na metodologia de classificação final, que agora passa a utilizar as avaliações populares via Google e TripAdvisor, reforçando a autoridade do prêmio e gerando fluxo real para o estabelecimento mesmo após o período de avaliação”, explicou.


Como funciona o prêmio

As inscrições, abertas desde o último dia 9 de julho, seguem até 10 de agosto e podem ser realizadas pelo site https://melhoresdagastronomia.com.br/. Restaurantes, bares, cafeterias, confeitarias, pizzarias, hamburguerias e outros empreendimentos gastronômicos de Salvador podem participar da seleção.


São 40 categorias ao todo. Entre elas estão Chef do Ano, Mixologista, Melhor Ambiente, Melhor Lugar para um Date, Melhor Lugar para Socializar, Melhor Pet Friendly, além de diversas outras categorias que reconhecem a diversidade e a excelência da gastronomia da cidade.


Além das inscrições realizadas pelos próprios estabelecimentos, os concorrentes também poderão ser indicados pelos jurados especializados. Após essa etapa, todos passarão por um processo de curadoria e avaliação técnica, que inclui visitas presenciais realizadas sem aviso prévio. Durante as avaliações serão observados critérios como sabor, apresentação dos pratos, criatividade, qualidade dos ingredientes, excelência no atendimento e capacidade de inovação. As análises também considerarão as avaliações dos estabelecimentos nas plataformas Google e TripAdvisor.


A divulgação dos indicados acontecerá no dia 13 de agosto. Já as avaliações nos restaurantes serão de 11 de agosto a 25 de setembro. Os estabelecimentos finalistas serão anunciados no dia 02 de outubro. Os vencedores serão conhecidos durante a cerimônia oficial de premiação, que acontecerá no dia 30 do mesmo mês.


A edição 2026 do Prêmio Melhores da Gastronomia conta com o patrocínio da HubNexxo, a realização de Licia Fabio Produções, media partner do Jornal Correio, parceria oficial de mídia da Rede Bahia e o apoio institucional de Robaldo Jacobina, Prime Cost, SST, Morya e CAR Bahia.



















Crédito das fotos: Azus Filmes

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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Poeta de Jequié (BA), transforma natureza e impermanência em versos

 

Poeta de Jequié (BA), Silvio Luz transforma contemplação, natureza e impermanência em versos no premiado “Amarelecer”


Obra autopublicada que conquistou o prêmio de Melhor Livro Independente de 2025, promovido pela com.tato, chega à segunda edição após esgotar a primeira em pré-venda coletiva


Para Silvio Luz, um simples varrer de folhas no quintal pode ser matéria-prima para uma poesia. É desse olhar atento ao que a vida tem de mais sutil e cotidiano que nasce Amarelecer, seu primeiro livro autoral, lançado de forma independente em 2025 e que acaba de ganhar uma segunda edição. “A minha poesia é baseada na observação da vida acontecendo ao redor”, conta o autor. E é justamente esse estado de presença que percorre as 100 páginas da obra, ilustrada por Maquir Alves.


O livro é fruto de um longo processo de quase dez anos de escrita, gestado enquanto Silvio transitava entre diferentes cidades e fases da vida. “O nome do livro, Amarelecer, simplesmente pulou na minha frente, materializando de vez a ideia de publicar um livro com uma compilação de minhas poesias”, relembra. Apesar do ímpeto inicial em 2016, o projeto só se concretizaria quase uma década depois, quando o autor finalmente selecionou os textos em 2024 e deu corpo à obra, com apresentação, prefácio e sinopse. O resultado é um convite à contemplação, ao afeto e à coragem de realizar sonhos, mesmo diante das dificuldades.


“O livro é um ponto de partida para eu me empoderar como escritor. Já sou editor de livros desde 2018, mas nunca tinha lançado minhas poesias para o mundo”, reflete Silvio, que também é fundador da Andaluz Editora, especializada em livros infantis sobre diversidade, inclusão e natureza. A experiência prévia como editor foi essencial para que o caminho da autopublicação fosse mais leve e fluido, mas o autor faz questão de destacar a força do coletivo: o livro só foi possível graças ao apoio de quase 100 pessoas durante a pré-venda e foi lançado no Festival Literário de Ubatuba (FLU), com o tema “Bem viver”.


A prática da meditação Vipassana, à qual Silvio se dedicou por nove anos, deixou marcas profundas em sua escrita. Para ele, a poesia é “a forma mais singela e potente de compartilhar sensações, convidando os leitores a dançar com as palavras e sentir o abraço por meio da linha narrativa”. Não por acaso, os temas centrais da obra incluem presença, contemplação, gratidão, amor-próprio e a natureza. “O afeto e a prática da presença são muito poderosos. A observação de si e do mundo ao redor traz grandes transformações”, resume o autor sobre as mensagens que espera transmitir.


Influenciado por Manoel de Barros e sua observação poética da natureza, e com uma homenagem direta a O Profeta, de Gibran Khalil Gibran, no poema “Amizade”, Silvio define seu estilo com duas palavras: fluidez e presença. Sua poesia não segue métricas rígidas, mas obedece ao momento presente. “Eu costumo dizer que é uma espécie de brincadeira em roda, onde as palavras me convidam a dançar e brincar, formando imagens, sensações e perspectivas.”


O reconhecimento veio rápido. Uma das poesias do livro foi vencedora do 1º lugar no concurso literário de Ubatuba em 2023, e Amarelecer foi eleito o Melhor Livro Independente de 2025, prêmio promovido pela com.tato, agência de comunicação focada na divulgação de autores e editoras independentes. Mesmo com a premiação, Silvio mantém os pés no chão e segue sua trajetória de transição profissional: após 12 anos atuando como redator e revisor de relatórios de sustentabilidade para grandes empresas, ele se prepara para lançar em 2026 uma consultoria literária para escritores independentes, compartilhando o conhecimento autodidata que acumulou desde 2018.


“Como é difícil viver de arte no Brasil”, pondera. Ainda assim, ele não abandona a criação. “Sigo escrevendo minhas poesias nos vários cadernos que tenho: já tem algumas aguardando um próximo livro independente.”


Enquanto o próximo projeto não vem, Amarelecer segue seu caminho de tocar corações. A obra é um respiro em meio à aceleração cotidiana, um lembrete de que “realizar nossos sonhos é imprescindível, mesmo diante de toda e qualquer dificuldade”. Como o próprio autor define, é “um convite pra dançar nossas sensações, nossos anseios, nossos medos, nossas potências”.



Sobre o autor


Silvio Luz nasceu em Jequié, na Bahia, e tem 37 anos. É um encantador de palavras. Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, atua como redator, revisor e editor. Em 2020, fundou a Andaluz Editora, publicando livros infantis sobre diversidade, inclusão e natureza. Já editou e revisou mais de 10 obras. Amarelecer é seu primeiro livro autoral. Atualmente, vive em Ubatuba-SP, onde encontrou no mar um refúgio criativo. Em 2026, iniciará uma consultoria literária para apoiar novos autores independentes.


Ficha catalográfica


Título: Amarelecer

Autor: Silvio Luz

Ilustrações: Maquir Alves

Diagramação e Projeto Gráfico: Bia Moraes

Edição: 2ª edição

Páginas: 100 págs.

ISBN: 978-65-01-47469-4

Gênero: Poesia brasileira

Preço: R$ 54,90

Link de vendas: https://amarelecer.lojavirtualnuvem.com.br

Instagram do autor: @silvinholuz


 


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domingo, 24 de maio de 2026

Editora aposta na literatura como ferramenta de transformação social    

          

Editora aposta na literatura como ferramenta de transformação social

  

 

Em um cenário em que a educação precisa dialogar cada vez mais com temas como empatia, cidadania e inclusão, a literatura se consolida como uma ferramenta estratégica de transformação social. Ao estimular a imaginação, ampliar repertórios e favorecer a leitura crítica da realidade, os livros contribuem para a formação de indivíduos mais conscientes, participativos e sensíveis às diferenças. 

 

Mais do que incentivar o hábito da leitura, o contato com obras literárias em contextos escolares e comunitários pode fortalecer a autoestima, ampliar horizontes culturais e estimular a participação social ativa, especialmente entre crianças e jovens. Estudos e reflexões acadêmicas recentes apontam que a literatura exerce papel relevante na formação ética e cidadã, além de funcionar como ponte entre aprendizagem, reflexão e mudança social. 

 

Para a escritora e jornalista Isa Colli, a leitura tem poder direto na construção de uma sociedade melhor a partir da infância. “A leitura abre a mente e amplia os horizontes. Quando isso é feito na primeira infância, tudo acontece de uma forma muito mais natural e prazerosa. E é essa geração de leitores que poderá transformar o mundo através da Educação e do conhecimento. Tenho absoluta convicção disso”, afirma a autora. 

 

Com trajetória voltada à literatura infantojuvenil, Isa Colli desenvolve obras que abordam temas contemporâneos e socialmente relevantes, como preservação ambiental, inclusão, autocuidado, diversidade e valores humanos. Em seu site oficial, a autora também destaca sua proposta de compartilhar histórias e conhecimentos ligados ao universo infantojuvenil, reforçando a conexão entre literatura e educação. 

 

Esse compromisso também está presente no catálogo da Colli Books, editora que reúne títulos voltados a diferentes etapas da formação leitora. Entre os livros em destaque estão Sementinha, Xô, sujeira!, Tatúlio em: conta comigo, Voa, Menina!, A Cadeira de Nayara, Chico e o amor, Piquenique, Felizes On-line e Off-line e Maria Clara - A Musicista Albina, além do romance Alice - Amor, Perda e Renascimento. 

 

A própria Colli Books já destacou, em material institucional, sua proposta de atuar com foco no desenvolvimento integral das pessoas, na pluralidade cultural, nos direitos humanos e na cidadania. Em lançamentos recentes, a editora também associou seus livros ao incentivo à inclusão escolar e à promoção da empatia entre jovens leitores. 

 

Nesse contexto, a literatura deixa de ser apenas expressão artística para assumir também uma função social transformadora. Quando inserida no ambiente educacional de forma intencional e sensível, ela ajuda a formar leitores capazes de interpretar o mundo, questionar desigualdades e imaginar novas possibilidades de convivência e futuro.

 

 

Para mais informações acessem www.collibooks.com

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Malbec Pure Gold volta ao portfólio do Boticário após pedidos

 


Hit na perfumaria masculina, Malbec Pure Gold volta ao portfólio do Boticário após pedidos da comunidade


 Fragrância que esgotou como edição limitada em 2025 retorna com 97% de recomendação dos consumidores no e-commerce oficial e reforça o apelo do acorde inspirado no mel vegano para uma entrega sensorial extremamente potente.


Após se consolidar como um dos maiores sucessos recentes da perfumaria masculina do Boticário, Malbec Pure Gold está de volta - agora como item fixo do portfólio da marca. Lançada originalmente como edição limitada em 2025, a fragrância rapidamente conquistou consumidores, franqueados e revendedores, alcançando o posto de maior lançamento de perfumaria da marca no período em faturamento e esgotando em todos os canais de venda uma semana antes do projetado para o período.


O retorno atende a um movimento consistente da comunidade, que passou a demandar a volta do produto por meio de redes sociais, lojas físicas e canais diretos da marca. A decisão reforça uma estratégia cada vez mais orientada por escuta ativa e conexão com o consumidor, transformando feedbacks espontâneos em direcionadores reais de portfólio.


Outro indicador que sustenta o relançamento é o alto nível de recomendação da fragrância: 97% dos consumidores afirmaram que recomendariam Malbec Pure Gold, de acordo com avaliações registradas no e-commerce oficial da marca. Esse patamar de aceitação evidencia não apenas satisfação, mas também intenção de recompra e força de advocacy, elementos centrais para a consolidação de um produto como “hit” no mercado.


Do ponto de vista olfativo, o diferencial de Malbec Pure Gold está na combinação entre a tradição amadeirada da linha Malbec e uma leitura contemporânea e envolvente, marcada pelo acorde inspirado no mel vegano*. O ingrediente contribui para uma assinatura quente, sensual e licorosa, que intensifica a experiência sensorial e amplia o apelo pelo produto.



A composição ainda conta com a tecnologia exclusiva Goldsense, que potencializa a performance da fragrância e reforça seu caráter marcante. Com estrutura amadeirada ambarada, saída cítrica, corpo especiado e fundo envolvente, a fragrância foi desenvolvida para provocar impacto imediato e duradouro, conectando ciência, inovação e desejo*.


“Malbec Pure Gold, com o acorde inspirado no mel vegano, nasce de uma combinação potente entre inovação e escuta ativa. O sucesso da edição limitada e o volume de pedidos pelo retorno mostraram que a fragrância construiu uma conexão real com o consumidor. Ao trazê-la de volta de forma definitiva, reforçamos nosso compromisso em evoluir o portfólio a partir do que, de fato, gera valor e desejo para quem usa a marca”, afirma Carolina Carrasco, diretora de branding e comunicação do Boticário.


O movimento também dialoga com uma tendência mais ampla do mercado de beleza e perfumaria, em que marcas têm revisitado sucessos recentes e ampliado ciclos de vida de produtos impulsionados por comunidades engajadas. Nesse contexto, fragrâncias com forte assinatura sensorial e alto poder de recomendação tendem a ganhar protagonismo, especialmente em um segmento cada vez mais orientado por experiência e conexão emocional.


Com o relançamento, Malbec Pure Gold retorna ao portfólio como uma opção para consumidores que buscam intensidade, sofisticação e uma leitura contemporânea dos clássicos amadeirados - mantendo o DNA de conquista e sedução característico da linha Malbec, agora potencializado por uma assinatura mais quente e envolvente.


Os produtos de Malbec Pure Gold estão disponíveis nas lojas do Boticário em todo o Brasil, através das revendedoras e no e-commerce da marca. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp pelo número 0800 744 0010 – número oficial e seguro. O consumidor pode ainda localizar o revendedor mais próximo acessando o canal Encontre O Boticário.


*Comprovação por teste de neurociência realizado em 2024. 

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Sinísia Coni lança livro de fotografias em tarde/noite de autógrafos



Sinísia Coni lança livro de fotografias em tarde/noite de autógrafos concorrida do Palacete Tira Chapéu


Link de fotos/Renata Marques:

https://drive.google.com/drive/folders/1shB8QnbJSAmKIaRRK9t3DrNlXrk11wyk?usp=sharing


Muito concorrida a sessão de autógrafos de Sinísia Coni, que lançou o livro Día de Los Mortos, na tarde/noite de terça-feira (12), no Palacete Tira Chapéu. Amigos, familiares e amantes da fotografia e convidados se encantaram com as imagens registradas pela fotógrafa baiana, que, desde a sua primeira visita ao México, ficou fascinada pela celebração ancestral e milenar do Dia de Los Muertos. Ao lado de Sinísia, o livro também era autografado pelo escritor, do filósofo e psicanalista Marcos Bulcão, que assina em conjunto com a autora. Publicado pela editora P55, o livro é trilíngue, com versões em português, inglês e espanhol. Quem quiser comprar pode acessar o link: Sinísia Coni – Día de Los Muertos.

Em cada uma das 204 páginas, o livro apresenta imagens que vão além de um registro documental, explorando elementos centrais da celebração. Desta forma, a fotógrafa Sinísia Coni evidencia a expressão viva da ancestralidade, presente nos coloridos das flores, velas, alimentos, máscaras e pinturas de caveira, fantasias.

O livro encanta por ser delicado, sério, porém leve, respeitoso e poético, confirmando a importância da celebração de El Día de los Muertos, que é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura. 

Nas 204 páginas, as tocantes 87 imagens vão além de um registro documental, explorando elementos centrais da celebração na Cidade do México e Oaxaca, duas principais cidades onde El Día de los Muertos é mais celebrado e visitado. Desta forma, a fotógrafa Sinísia Coni evidencia a expressão viva da ancestralidade, presente nos coloridos das flores, velas, alimentos, máscaras, pinturas em rostos, fantasias, música e muita alegria.

Mais do que um documentário visual, este livro nasceu como uma travessia afetiva. “É uma tentativa de escutar com o olhar. Cheguei com os olhos de fotógrafa, mas foi a alma quem primeiro foi tocada. E é nesse gesto que compreendi: a morte, para o povo mexicano, não sela os ciclos. Ela os renova. É ponte. É laço. É continuidade invisível que atravessa gerações. É expressão viva da ancestralidade: presente, colorida, cotidiana”, conta Sinísia.

De origem indígena, a celebração mexicana do Día de los Muertos não é um tributo ao fim, mas uma consagração da permanência. Uma comemoração em honra aos mortos, que autoriza as almas a visitarem os parentes vivos. 


Sobre a autora

O amor de Sinísia Coni pela fotografia vem da infância. Ainda menina, se encantou com a paixão de seu pai, o médico Antônio Caldas Coni, pela fotografia. Traz na lembrança ele fotografando com uma máquina Rolleiflex e as fugidas para o gabinete, onde adorava ver as fotos dele na época de estudante na Europa e as que registrava em família, da qual ela era a terceira dos seis filhos do casal.

O seu interesse pela fotografia era tão forte que recebeu de presente de 15 anos dos meus pais, um laboratório de fotografia, onde revelava e ampliava as fotos. Começou fotografando o meu bairro, amigos, depois meus filhos e as viagens. 

“Hoje a fotografia tomou conta de mim e vice-versa. Só vim me interessar profissionalmente há pouco mais de 16 anos, quando comecei a utilizar equipamentos de qualidade, criando uma vasta fototeca. A partir daí, comecei a fazer minhas exposições, lançando no momento meu primeiro livro e já elaborando o segundo, que terá como tema a Bahia”.

Formada em Ciências Humanas no curso de História da UFBA, a fotógrafa baiana desenvolve um trabalho documental, realizado por meio da sensibilidade e escuta. Considerada street photographer, o seu trabalho já foi mostrado em exposições na França, Portugal, Noruega e Índia. No Brasil, desde 2012, ela vem realizando mostras em Salvador e em diversas cidades, como São Paulo, Distrito Federal, Itabuna e Cachoeira. 

Serviço


Livro Día De Los Muertos                                                                           Autora: Sinísia Coni

Valor: R$ 210                                                                                                                                                                                Compra: Sinísia Coni – Día de Los Muertos. 

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terça-feira, 28 de abril de 2026

El Día de los Muertos, no Palacete Tira Chapéu

 

Sinísia Coni lança livro de fotografias da celebração do El Día de los Muertos, no Palacete Tira Chapéu 


O lançamento acontece em fim de tarde/noite de autógrafo, dia 12 de maio, no Palacete Tira Chapéu

 

Link de fotos/divulgação:

https://drive.google.com/drive/folders/1XOeCVoMd7Rs0Ud4-pneQ2TnEDHVMZCy8?usp=sharing


Na sua primeira viagem ao México, em 2016, Sinísia Coni se sentiu atravessada por uma sabedoria ancestral de três mil anos que a tocou profundamente. Com seu olhar sensível e atento de fotógrafa, ela registrou o Día de los Muertos, em detalhes, o qual começa sendo celebrado em Outubro e se estende até a semana do dia 2 de novembro. 

Publicado pela editora P55, o livro El Día de los Muertos, será lançado dia 12 de maio, das 17 às 21:00 no Palacete Tira Chapéu – Rua Tira Chapéu, Nº 1, esquina com Rua Chile. O livro é trilíngue, com versões em português, inglês e espanhol.  

O livro encanta por ser delicado, sério, porém leve, respeitoso e poético, confirmando ser a celebração de El Día de los Muertos, reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura.  

Nas 204 páginas, as tocantes 87 imagens vão além de um registro documental, explorando elementos centrais da celebração na Cidade do México e Oaxaca, duas principais cidades onde El Día de los Muertos é mais celebrado e visitado. Desta forma, a fotógrafa Sinísia Coni evidencia a expressão viva da ancestralidade, presente nos coloridos das flores, velas, alimentos, máscaras, pinturas em rostos, fantasias, música e muita alegria.

“Mais do que um documentário visual, este livro nasceu como uma passagem afetiva. É uma tentativa de escutar com o olhar. Cheguei com os olhos de fotógrafa, mas foi a alma quem primeiro foi tocada. E foi nesse gesto que compreendi que a morte, para o povo mexicano, não sela os ciclos. Ela os renova. É ponte. É laço. É uma continuidade invisível que atravessa gerações. É expressão viva da ancestralidade: presente, colorida, cotidiana”, escreve Sinísia.

De origem indígena, a celebração mexicana do Día de los Muertos não é um tributo ao fim, mas uma consagração da permanência. Uma comemoração em honra aos mortos, que autoriza as almas a visitarem os parentes vivos. “Elas descem pelos caminhos bordados de flores, guiadas pelo aroma dos alimentos que um dia os nutriram. Reconhecem-se nos retratos antigos, nos cantos murmurados ao entardecer, nos gestos que sobreviveram ao tempo. Não vêm como ausência, vêm como presença silenciosa, como memória encarnada no cotidiano dos vivos”, explica a fotógrafa baiana.

Foi numa conversa com o filósofo Marcos Bulcão que essa compreensão encontrou palavras. As palavras do filósofo abriram caminhos, numa complementação perfeita, profunda e poética na narrativa das imagens da artista Sinísia Coni, resultando nesse diálogo entre o olhar e a palavra, entre a imagem e o pensamento.

As fotografias e textos são da autora, frases e textos reflexivos do filósofo, psicanalista e escritor Marcos Bulcão  e a apresentação do livro é assinada pelo professor Tiago de Oliveira Pinto, chefe da Cátedra Unesco de Estudos Transculturais da Universidade de Weimar.

 “Há uma crença no México: só morremos de verdade quando nosso nome é pronunciado pela última vez. Enquanto alguém se lembrar de nós, mesmo que seja só uma história, um sorriso, um hábito herdado, algo de nós ainda estará vivo. Essa ideia está no coração do Día de los Muertos. Nas casas, escolas e cemitérios, constroem-se oferendas com imagens dos entes queridos, suas comidas favoritas, flores de cempasúchil e velas acesas. A fotografia, aqui, não é apenas símbolo: é um portal”, escreve o filósofo Marcos Bulcão, em um dos trechos registrados no livro.

O livro El Día de Los Muertos conta com o patrocínio das empresas Coesa, Sanea, Kontik, do Palacete Tira Chapéu, da Vinícola Uvva, da Embaixada do México e da Unesco.

Sobre a autora

O amor de Sinísia Coni pela fotografia vem da infância. Ainda menina, se encantou com a paixão de seu pai, o médico Antônio Caldas Coni, pela fotografia. Traz na lembrança, ele fotografando com uma máquina Rolleiflex e as fugidas para o gabinete, onde adorava ver as fotos dele na época de estudante na Europa e as que registrava em família, da qual ela era a terceira dos seis filhos do casal.

O meu interesse pela fotografia era tão forte, que recebi de presente de 15 anos dos meus pais, um laboratório de fotografia, onde revelava e ampliava as minhas fotos. Comecei fotografando o meu bairro, amigos, depois meus filhos e as viagens. 

“Hoje a fotografia tomou conta de mim e vice-versa. Só vim me interessar profissionalmente há pouco mais de 16 anos, quando comecei a utilizar bons equipamentos, criando uma vasta fototeca. A partir daí, comecei a fazer minhas exposições, lançando no momento meu primeiro livro e já elaborando o segundo que terá como tema, a Bahia”.

Formada em Ciências Humanas no curso de História da UFBA, a fotógrafa baiana desenvolve um trabalho documental, realizado por meio da sensibilidade e escuta. Considerada street photographer, o seu trabalho já foi mostrado em exposições na França, Portugal, Noruega e Índia. No Brasil, desde 2012, ela vem realizando mostras em Salvador e em diversas cidades, como São Paulo, Distrito Federal, Itabuna e Cachoeira. 

Serviço

Lançamento: Livro Día De Los Muertos                                                                            

Autora: Sinísia Coni

Quando: 12 de Maio 

Onde: Palacete Tira Chapéu – Rua Tira Chapéu, Nº 1, esquina com Rua Chile

Hora: 17 às 21:00

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terça-feira, 21 de abril de 2026

Menos é Mais lança “Champanhe”, em clima de rua, Copa e muita brasilidade!

 Menos é Mais lança “Champanhe”, em
clima de rua, Copa e muita brasilidade!


Faixa chega em todas as plataformas digitais nesta quinta-feira, 16, às 21h



O Menos é Mais segue mostrando que Molho não é só um projeto — é identidade, é memória, é aquela mistura de pagode, rua, alegria e brasilidade que o Grupo carrega desde o começo. Nesta quinta-feira, 16, às 21h, eles lançam “Champanhe”, uma faixa inédita que veio ao mundo do jeito mais brasileiro possível: gravada na rua onde Duzão nasceu e cresceu e, por surpresa, Paulinho reconheceu o local e lembrou que também morou ali quando era criança; mais uma coincidência que fez o momento ficar ainda mais especial.


Com a proximidade da Copa e a rua toda enfeitada de verde e amarelo, o clima não poderia ser mais a cara do Grupo. Bandeirinhas, vizinhos na janela, nostalgia e pagode, tudo se misturou e transformou as filmagens em um daqueles momentos que só acontecem aqui.


Com letra leve e divertida, “Champanhe” narra a expectativa do eu lírico que acompanha de perto a relação da pessoa amada, esperando o momento certo para voltar a se declarar. Entre a saudade, o humor e a esperança de uma brecha, ele promete estar preparado “com o champagne na mão, comemorando” assim que o reencontro for possível.


“Foi maneiro demais gravar Champagne, porque passou um filme na cabeça, né? Filmar na rua onde eu nasci, onde eu cresci, ver os vizinhos ali na gravação foi um déjà vu total. Lembrei de quando eu ficava sentado na rua com o cavaquinho na mão, vendo a galera passar e querendo entrar na roda de samba do meu vizinho. Voltar ali mexe, porque lembramos de onde viemos e do que somos até hoje. Geralmente, na correria, a gente esquece… e ali eu lembrei de muita coisa.” compartilha Duzão.


Com a proximidade da Copa e todo o clima festivo que acompanha o período, o projeto reforça que o “Molho é do Brasil”: colorido, musical, afetivo e impossível de confundir com qualquer outro lugar do mundo. A nova fase chega para somar a essa proposta que celebra as raízes, a energia do país e aquele pagodinho que é a trilha sonora oficial do brasileiro, presente no antes, durante e depois do jogo.



É o som que embala a chegada ao estádio e o esquenta na rua; que explode nas comemorações a cada gol; e que continua no pós, na resenha, no vestiário ou na roda que se forma sem hora pra acabar. O Molho também vive nas memórias mais simples e potentes: na infância jogando bola na rua, no gol de chinelo, na vizinhança reunida e na festa improvisada. É nesse encontro entre futebol e música que o projeto se fortalece, como um retrato fiel de um Brasil que transforma qualquer momento em celebração — seja no amor, na torcida ou na saudade.




Créditos: Ricardo Ribeiro | Fotos em alta aqui!


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Menos é Mais - Champanhe

Lançamento: 16 de abril de 2026

Letra:

Eu, virei Fiscal tô vigiando seu perfil

Pra ver se o nome dele ainda tá na bio

É que eu tô louco pra mandar mensagem

"OI AMOR, TÔ COM SAUDADE"

AAAAH, um dia vocês vão brigar

Um ciúme besta e vai dar merda

É nessa hora que eu vou entrar na brecha

Todo mundo sabe que eu ainda te amo

Pode demorar um mês até mil anos

Eu vou tá aqui, vou tá aqui te esperando

Com o CHAMPANHE na mão, comemorando

Todo mundo sabe que eu ainda te amo

Pode demorar um mês até mil anos

Eu vou tá aqui, vou tá aqui te esperando

Com o CHAMPANHE na mão, comemorando


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sábado, 21 de março de 2026

Lançamento do livro Santos, Devotos & Orixás na Baía de Todos os Santos

 


Vilson Caetano de Sousa Junior lança o livro Santos, Devotos & Orixás na Baía de Todos os Santos, na Casa da Ponte  


Editado pela Brasil com Artes, o livro investiga as relações entre santos católicos e orixás na Bahia


O antropólogo e professor titular da UFBA, Vilson Caetano de Sousa Junior, lança o livro “Santos, Devotos & Orixás na Baía de Todos os Santos”, editado pela Brasil com Artes, no dia 25 de março, às 19h30, na Casa da Ponte, no Largo do Pelourinho, 10. Durante o evento de lançamento, aberto ao público, o autor participa da sessão de autógrafos.


A obra propõe uma reflexão sobre as relações entre religiosidade, cultura e identidade na Baía de Todos os Santos, abordando a convivência entre santos católicos, devotos e orixás no contexto baiano. A ilustração original é do artista visual Rodrigo Siqueira e projeto gráfico do publicitário e designer Ranu Magalhães, o livro reúne pesquisa acadêmica, memória cultural e registro das manifestações religiosas que marcam a identidade da Bahia.



Na publicação, Vilson Caetano, revisita e amplia uma pesquisa iniciada no final dos anos 1990, que investiga as complexas relações entre o catolicismo popular e o candomblé na capital baiana. O estudo dialoga com debates sobre o chamado sincretismo religioso, frequentemente reduzido à associação entre santos católicos e orixás, e propõe uma leitura mais ampla das práticas culturais e devocionais presentes na cidade.


Resultado de uma investigação de base etnográfica realizada em Salvador, o livro parte de festas religiosas e experiências vividas em terreiros e comunidades para refletir sobre a história das devoções na Baía de Todos os Santos. O trabalho também revisita discussões iniciadas por lideranças religiosas na década de 1980, quando ialorixás de terreiros tradicionais assinaram um documento que ficou conhecido como “manifesto anti-sincretista”.


A publicação apresenta ainda reflexões sobre a autonomia das tradições do candomblé e sobre as transformações históricas ocorridas desde o período colonial, quando africanos e seus descendentes construíram formas próprias de religiosidade e expressão cultural na cidade.


A Casa da Ponte é uma organização cultural que atua principalmente com educação musical, preservação patrimonial e produção cultural afrobaiana, tendo origem em 2018 com iniciativas ligadas ao maestro Ubiratan Marques e à Orquestra Afrosinfônica.


Serviço:

Evento: Lançamento do livro Santos, Devotos & Orixás na Baía de Todos os Santos

Data: 25 de março

Horário: 19:30 h

Local: Casa da Ponte

Endereço: Largo do Pelourinho, nº 10, Centro Histórico de Salvador


Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.

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terça-feira, 17 de março de 2026

Literatura infantil vira aliada da educação ambiental



 Literatura infantil vira aliada da educação ambiental no Dia Internacional das Florestas


 


Editora Colli Books aposta em histórias que despertam a consciência ecológica desde cedo


Em comemoração ao Dia Internacional das Florestas, celebrado em 21 de março, a Editora Colli Books destaca três obras infantis que reforçam a importância da preservação ambiental e da valorização da natureza: Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia, Fada Verduxa e Descobertas de Inaiá. Escritos por Isa Colli, os livros unem fantasia, cultura e consciência ecológica, despertando nas novas gerações o desejo de cuidar do planeta.


Em Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia, Isa Colli transporta os pequenos leitores para a maior floresta tropical do mundo, explorando sua rica biodiversidade e os desafios enfrentados para protegê-la. As irmãs Vivene e Florine embarcam em uma aventura repleta de descobertas, conhecendo animais, plantas e povos da floresta, enquanto aprendem sobre o valor da preservação ambiental.



Já em Fada Verduxa, a autora apresenta uma protetora da natureza que ensina, de forma leve e poética, o impacto das ações humanas no equilíbrio ecológico. A história inspira as crianças a adotarem atitudes sustentáveis no dia a dia, reforçando valores como respeito à vida, solidariedade e responsabilidade ambiental.



Em Descobertas de Inaiá, Isa Colli aborda a diversidade cultural e o saber indígena por meio da história de uma jovem da aldeia que vai estudar fora. A narrativa aproxima os leitores das tradições dos povos originários e mostra como o respeito às diferenças e à natureza caminham lado a lado.



“Cada livro é uma semente plantada na mente das crianças. Acredito que através das histórias conseguimos formar cidadãos mais conscientes sobre o papel de cada um na preservação do meio ambiente. As florestas são fundamentais para a vida no planeta, e educar é o primeiro passo para protegê-las”, destaca Isa Colli, escritora e diretora da Colli Books.



Com narrativas encantadoras e ricas em mensagens socioambientais, a Colli Books reforça seu compromisso com a educação, sustentabilidade e valorização da natureza, incentivando o contato das crianças com temas que promovem empatia, diversidade e amor pelo planeta.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Livro “Baianas – Rituais, Símbolos e Fé” é lançado em Salvador

 

 Livro “Baianas – Rituais, Símbolos e Fé” é lançado em Salvador como homenagem coletiva à cultura e à ancestralidade da Bahia.

 


Foi lançado, na última quarta-feira (16), o livro “Baianas – Rituais, Símbolos e Fé”, publicação de arte que reúne 28 artistas entre fotógrafos, artistas plásticos e ceramistas. A publicação é uma homenagem contemporânea à figura da baiana e ao que ela simboliza na cultura local: fé, feminino, ancestralidade e força. 


Editado por Dan Maior (@danmaior) e com curadoria de Reinaldo Giarola (@reinaldogiarola) e Celo Hermida (@celohermida), o livro propõe um olhar plural sobre as baianas, compreendidas não apenas como figura literal, mas como símbolo vivo da Bahia. A obra articula diferentes linguagens visuais a partir de três eixos conceituais que estruturam o projeto: rituais, símbolos e fé. 


O lançamento marcou o primeiro momento público de circulação da obra e reuniu artistas, curadores, convidados e parceiros, celebrando o encerramento de um processo coletivo e o início da vida pública do livro. Sem fins lucrativos, “Baianas – Rituais, Símbolos e Fé” nasceu com o propósito de homenagear as baianas e, ao mesmo tempo, fortalecer o cenário artístico local, promovendo visibilidade, circulação e valorização do trabalho dos artistas envolvidos. 


O sucesso do projeto já inspira uma nova iniciativa editorial, que deve ser anunciada em breve, dando continuidade a esse movimento coletivo de valorização da arte e da cultura baiana.

 


Serviço:


Livro: Baianas – Rituais, Símbolos e Fé


Editora: SobreGentes Editora


Curadoria: Dan Maior, Reinaldo Giarola e Celo Hermida


Ano: 2025


Formato: 28 x 30 cm


Tiragem limitada

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