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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Salvador estuda transporte aquático urbano

 

Salvador estuda transporte aquático urbano para ampliar mobilidade através da Baía de Todos-os-Santos. 


Com o objetivo de ampliar alternativas de mobilidade e aproveitar o potencial marítimo da capital baiana, representantes da Prefeitura de Salvador realizaram, nesta segunda-feira (23), uma visita técnica ao Aquático São Paulo, modal de transporte hidroviário operado na capital paulista. A agenda reuniu a secretária municipal do Mar, Maria Eduarda Lomanto, e o secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, que conheceram de perto o funcionamento do serviço implantado na represa Billings.


O Aquático São Paulo é um sistema de transporte público regular que utiliza vias navegáveis como alternativa ao transporte terrestre, promovendo deslocamentos mais rápidos, confortáveis e sustentáveis. No trajeto visitado pela comitiva soteropolitana, o tempo de viagem é reduzido de mais de uma hora por terra para cerca de 17 minutos pelo modal aquático.


Para a secretária do Mar, Maria Eduarda Lomanto, a experiência reforça o potencial de Salvador para avançar nesse tipo de solução, a partir de suas características naturais.


“A Baía de Todos-os-Santos é um patrimônio ambiental, cultural e econômico da nossa cidade, e também pode ser um grande eixo de mobilidade. Quando a gente observa o quanto o deslocamento pelo mar reduz o tempo de viagem e melhora a qualidade de vida das pessoas, fica ainda mais evidente que Salvador tem todas as condições de desenvolver um modelo próprio, adaptado à sua geografia, às marés e à dinâmica da nossa baía”, afirma a secretária.


Segundo ela, o estudo de modelos bem-sucedidos, como o de São Paulo, é fundamental para pensar soluções inovadoras e integradas. “Estamos falando de um modal que conectaria territórios, desafogando o trânsito e valorizando o uso sustentável do mar. A Baía de Todos-os-Santos tem uma capacidade extraordinária para cumprir esse papel, conectando a Cidade Baixa, o Subúrbio, o Comércio e outras áreas estratégicas de Salvador”, acrescenta Maria Eduarda.


O secretário de Mobilidade, Pablo Souza, ressalta que a visita técnica contribui para o planejamento de um sistema integrado, alinhado às políticas de mobilidade já existentes na capital baiana. “A experiência de São Paulo mostra que o transporte aquático pode ser incorporado à rede pública com eficiência, integração tarifária e segurança. Em Salvador, o desafio é adaptar esse modelo às condições marítimas, ao perfil dos usuários e à integração com ônibus e metrô, fortalecendo um sistema multimodal”, diz.


A agenda em São Paulo incluiu visitas a terminais hidroviários, embarcações e reuniões técnicas com equipes responsáveis pela operação do sistema, permitindo a troca de experiências sobre gestão, licenciamento ambiental, infraestrutura e operação do serviço.




Fotos: Valter Pontes / Secom PMS


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Importação de cacau da Costa do Marfim é suspensa


 

Importação de cacau da Costa do Marfim é suspensa após articulação liderada pela Bahia 



O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou, nesta terça-feira (24), o Despacho Decisório nº 456/2026, que determina a suspensão imediata e temporária das importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau provenientes da República da Costa do Marfim. A decisão fundamenta-se no risco fitossanitário decorrente do elevado fluxo de grãos oriundos de países vizinhos para o território marfinense, o que possibilita a mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil.


A medida é resultado de uma ação articulada e coletiva, coordenada pelo Governo da Bahia em diálogo permanente com o Governo Federal, envolvendo representantes do setor produtivo, da Assembleia Legislativa da Bahia, do Congresso Nacional, do Ministério da Agricultura e de outros órgãos estratégicos.



Para os produtores, a decisão tem impacto direto tanto na segurança fitossanitária da lavoura cacaueira quanto no ambiente econômico do setor. Ao reduzir o risco de entrada de pragas e doenças no território nacional, protege-se a produção baiana. Do ponto de vista do mercado, a diminuição da oferta externa contribui para a recomposição da renda do agricultor em um momento de forte instabilidade.


Diante do agravamento da crise na cadeia produtiva do cacau, marcada por distorções de preços, insegurança regulatória e riscos sanitários, o Governo da Bahia, liderou a instalação da Comissão para Discussões Iniciais da Cacauicultura, que passou a atuar de forma coordenada junto ao Ministério da Agricultura. A comissão acompanhou o envio de missão técnica à África, que identificou inconsistências nos fluxos de exportação para o Brasil, culminando na decisão do Ministério da Agricultura pela suspensão das importações.


A suspensão, portanto, não é uma medida isolada, mas integra um conjunto de ações estratégicas voltadas à proteção da cacauicultura brasileira, especialmente dos produtores baianos.


“O que estamos vendo agora é resultado de um trabalho coletivo, coordenado e responsável. O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, liderou essa agenda, reuniu o setor, dialogou com a bancada federal e construiu, junto ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, uma resposta concreta. A suspensão das importações demonstra que estamos atentos à defesa fitossanitária e à proteção da renda do produtor”, afirmou Jeandro Ribeiro, diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e integrante da comissão.


Agenda estruturante para o setor

A atuação do Governo da Bahia, no entanto, não se limita à questão das importações. A comissão instalada no início de fevereiro deste ano estruturou uma agenda mais ampla para enfrentar a crise do setor, que inclui discussões sobre o regime de drawback, medidas para coibir distorções de mercado e deságio, fortalecimento da fiscalização fitossanitária, ampliação da assistência técnica aos produtores, recomposição da capacidade institucional da Ceplac e solicitação de um plano nacional de contenção da monilíase.


Também foram articuladas ações junto à Conab e ao Ministério da Agricultura para garantir maior transparência na divulgação da previsão oficial da safra,  instrumento essencial para a estabilidade dos preços.


A suspensão temporária das importações representa, assim, um desdobramento concreto de uma agenda estruturada e construída de forma coletiva, com o objetivo de garantir segurança ao setor e estabilidade ao mercado do cacau no Brasil.


Fotos: André Frutuôso

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Programa FORMAR lança novas turmas de cursos gratuitos

 

Programa FORMAR lança novas turmas de cursos gratuitos em meio ambiente e recursos hídricos a partir de março. 


A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) abre, a partir do próximo dia 02 de março, as inscrições para seis cursos virtuais gratuitos oferecidos pelo Programa de Formação em Meio Ambiente e Recursos Hídricos (FORMAR). As vagas são destinadas a servidores públicos, técnicos, gestores, membros de colegiados ambientais e sociedade civil interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de licenciamento, fiscalização, recursos hídricos e turismo sustentável.

As formações integram a política de formação continuada da Sema, com o objetivo de fortalecer a gestão ambiental nos níveis municipal e estadual, ampliar a qualificação técnica dos profissionais do setor e promover o uso sustentável dos recursos naturais no estado.

Ao todo, serão ofertadas 2.200 vagas distribuídas entre as seis turmas. Os cursos são autoinstrucionais, ou seja, o aluno estuda no próprio ritmo, dentro do prazo estabelecido, e contam com tutoria de apoio para esclarecimento de dúvidas e comunicação sobre prazos. Todos os cursos poderão ser iniciados a partir da inscrição, em 02 de março, e têm até 30 de junho de 2026 para serem concluídos.

Confira abaixo a relação de cursos, cargas horárias e vagas disponíveis:

Licenciamento Ambiental — Voltado a técnicos, gestores, servidores municipais e estaduais, técnicos de consórcios públicos, membros de colegiados ambientais e sociedade civil. Carga horária de 60 horas e 500 vagas disponíveis. O licenciamento ambiental é o instrumento pelo qual o poder público autoriza e acompanha a implantação e operação de empreendimentos com potencial impacto sobre o meio ambiente.

Fiscalização Ambiental — Destinado ao mesmo público do curso anterior, com 60 horas de carga horária e 500 vagas. O curso aborda as bases legais, técnicas e procedimentais da fiscalização exercida pelos órgãos ambientais competentes.

Turismo Sustentável — Dirigido a guias e condutores de turismo, agenciadores, comerciantes, empresários do setor turístico e técnicos de prefeituras. Com 16 horas de duração e 300 vagas, o curso trata das boas práticas para o desenvolvimento do turismo em bases sustentáveis, conciliando atividade econômica e conservação ambiental.

Outorga: Gestão de Recursos Hídricos — Com 25 horas e 300 vagas, o curso é voltado a técnicos, gestores e servidores públicos, além de membros de colegiados e sociedade civil. A outorga é o instrumento legal que regula o direito de uso da água, garantindo seu aproveitamento racional e a proteção dos mananciais.

Mediação de Conflitos pelo Uso da Água — Também com 25 horas e 300 vagas e mesmo público-alvo, o curso capacita profissionais para atuar na resolução de disputas relacionadas ao acesso e ao uso dos recursos hídricos, tema de crescente relevância diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela pressão sobre os mananciais baianos.

Serviços Ambientais para a Gestão de Recursos Hídricos — Com 25 horas e 300 vagas, aborda o conceito de serviços ambientais — benefícios que os ecossistemas prestam à sociedade, como a regulação do ciclo hídrico — e sua aplicação na gestão dos recursos hídricos.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (71) 3118-5412 ou pelo e-mail programa.formar@sema.ba.gov.br.

Capacitação como pilar da gestão ambiental

O Programa FORMAR consolida-se como uma das principais iniciativas de educação continuada na área ambiental da Bahia. Na modalidade a distância, o programa avança em alcance e capilaridade, com potencial para atingir os 27 territórios de identidade do estado e os 417 municípios baianos.

A tecnologia EaD democratiza o acesso à formação, permitindo que servidores, técnicos e gestores estudem em horário e local de sua preferência, sem os custos de deslocamento inerentes aos modelos tradicionais. Ao qualificar agentes públicos e representantes da sociedade civil para atuar com maior eficiência na implementação das políticas ambientais e de recursos hídricos, o Formar reforça o compromisso do Estado com uma gestão socioambiental inovadora, participativa e orientada para resultados concretos em benefício da população baiana.



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Como a energia solar virou aliada contra as mudanças climáticas?



Presidente da Associação Baiana de Energia Solar (ABS), Marcos Rêgo, destaca que a energia solar é uma matriz energética indispensável para a transição energética global


Nos últimos anos, o Brasil enfrentou eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas, granizo, tornados e inundações, que impactaram diretamente o ecossistema e a população. Diante desse cenário, entidades, empresas e organizações buscam cada vez mais alternativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e impulsionar a transição energética do país. Uma delas é a energia solar, que favorece a autossuficiência energética limpa, reduzindo a dependência de fontes mais poluentes.


Segundo o presidente da Associação Baiana de Energia Solar (ABS), Marcos Rêgo, a utilização de painéis fotovoltaicos contribui para a sustentabilidade do meio ambiente e impulsiona o desenvolvimento econômico, gerando novas oportunidades de emprego e renda, além de reduzir os custos com energia elétrica em residências e empresas. “Por outro lado, as fontes de energia não renováveis, como as usinas termelétricas movidas à queima de combustíveis fósseis (carvão, gás natural e óleo diesel), emitem grande quantidade de gases de efeito estufa, contribuindo para a poluição do planeta”, afirma.


De acordo com ele, a energia solar é uma matriz energética indispensável para a transição energética global, por ser uma fonte limpa, abundante e livre de emissões poluentes durante o uso. “A partir da captação da luz do sol, a energia solar protege as gerações futuras com uma matriz energética que oferece autonomia energética a residências e empresas locais”, pontua Marcos.


A Bahia se destaca dos demais estados do país por apresentar um dos melhores índices de radiação solar do Brasil, o que favorece a autossuficiência energética limpa e reduz a dependência de fontes mais poluentes. “Como tem sol durante todo o ano, a Bahia consegue gerar excedente de energia, garantindo retorno sobre o investimento a médio e longo prazos, de forma economicamente sustentável”, conclui o presidente da ABS.




Foto: Freepik


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Aberto credenciamento para novos taxistas




As inscrições para o credenciamento de novos permissionários do serviço de táxi em Salvador seguem abertas. O edital, lançado em dezembro de 2025 pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), disponibiliza 600 vagas e permanecerá válido até o preenchimento total do quantitativo previsto.


Os interessados em ingressar no sistema devem acessar o edital no site da Semob e acompanhar as convocações publicadas no Diário Oficial do Município. A documentação exigida deve ser entregue presencialmente na sede da secretaria, localizada na Rua Alceu Amoroso Lima, nº 581, Caminho das Árvores, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.


Desde a publicação do chamamento público, mais de 260 candidatos já se inscreveram no processo. Os profissionais que concluíram todas as etapas tiveram a documentação homologada e já estão autorizados a atuar regularmente na capital. Os demais seguem nas fases obrigatórias do credenciamento, que incluem análise documental e vistoria veicular, procedimento destinado a verificar se os automóveis atendem aos padrões de segurança e qualidade estabelecidos pela regulamentação municipal.


De acordo com o secretário de Mobilidade, Pablo Souza, a iniciativa integra o conjunto de ações voltadas ao fortalecimento do sistema de transporte individual. “Esse processo fortalece a atividade dos taxistas, amplia as oportunidades para os profissionais e contribui para a qualificação do serviço oferecido à população”, afirmou.



 Ascom Semob

Fotos: Bruno Concha / Secom PMS


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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Maior apreensão de drogas de 2026 acumula 3 toneladas de maconha

 

Maior apreensão de drogas de 2026 acumula 3 toneladas de maconha e 200 mil pés da erva erradicados. 



A maior apreensão de drogas de 2026 na Bahia, resultado da operação Nexus Nordeste deflagrada pelas Polícias Militar e Federal na cidade de Brotas de Macaúbas, acumulou no domingo (22), três toneladas de maconha localizadas e 200 mil pés da erva erradicados.


Em quatro dias, as equipes alcançaram 15 criminosos e apreenderam também uma submetralhadora, três pistolas, um revólver, 10 veículos, carregadores e munições.


Nesta segunda-feira (23), quinto dia da operação, as Forças Estaduais e Federais seguem na região promovendo novas varreduras.


Informações sobre outros plantios podem ser enviadas, com total sigilo, através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP). O anonimato é garantido por lei.


 Foto: Ascom/SSP


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Bahia: segurança viária nas rodovias estaduais


 Bahia: Balanças de pesagem móveis reforçam a segurança viária nas rodovias estaduais

Operações começarão de forma efetiva na próxima quinta-feira (19).



Nas rodovias baianas, as balanças de pesagem móveis para veículos de carga, como caminhões e carretas, são uma importante ferramenta para contribuir na melhoria da segurança viária e na conservação do pavimento. A partir da próxima quinta-feira (19), um total de 10 equipes de trabalho iniciarão a operação dos equipamentos sob a responsabilidade do Governo da Bahia, através da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), de forma efetiva em diferentes rodovias estaduais. A escolha dos locais foi feita em decorrência dos canais de tráfego e por serem vias com grande fluxo de veículos.


“Após um mês de funcionamento em caráter educativo, estamos começando a operação de maneira efetiva em rodovias das regiões de Feira de Santana, Jaguarari, Uruçuca, Cícero Dantas, Teixeira de Freitas, Barreiras, Ibotirama, Planaltino, Morro do Chapéu e Vitória da Conquista. São ações como essa e a construção de área de escape no acesso à Itauçu, na BA-142, que reforçam o investimento em segurança viária realizado pela Seinfra” observa Saulo Pontes, secretário de Infraestrutura.


Segue relação de rodovias onde haverá balanças de pesagem móveis com operação efetiva conforme Unidades Autônomas de Pesagem (UAPs):


Feira de Santana: BA-514: Entroncamento da BR-242 e das BAs 120 e 495 (Castro Alves) – Acesso à Baixa do Palmeira.

Jaguarari: BA-210: Entroncamento da BA-316 (Concha) – Entroncamento da BR-235/BR-423 (Juazeiro).

Uruçuca: BA-262: Entroncamento da BA-655 – Entroncamento da BR-101.

Cícero Dantas: BA-220: Entroncamento da BA-389 (Paripiranga) – Entroncamento da BA-084 (Em direção à Adustina).

Teixeira de Freitas: BA-290: Fim da travessia urbana de Teixeira de Freitas – Entroncamento da BA-126 (Em direção à Nova Lídice).

Barreiras: BA-459: Entroncamento da BA-454 (Em direção à Formosa do Rio Preto) – Entroncamento da BR-020 (KM 235,4) / BR-242(KM 863,4).

Ibotirama: BA-160: Entroncamento da BR-242 (Ibotirama) – Entroncamento das BAs 245 e 470 (Paratinga).

Planaltino: BA-026: Nova Itarana – Entroncamento da BA-553 (Nova Itaípe).

Morro do Chapéu: BA-144: Entroncamento das BRs 122 e 324 (Laje do Batata) – Várzea Nova.

Vitória da Conquista: BA-263: Entroncamento da BA-639 (Em direção à Inhobim) – Entroncamento da BR-116 (Semianel Viário Leste de Vitória da Conquista).


Fonte: Ascom / Seinfra


Fotos: Rafael Lemos / Seinfra

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Banana de Bom Jesus da Lapa recebe certificação nacional

 

Banana de Bom Jesus da Lapa recebe certificação nacional como produto de qualidade diferenciada. 



A banana produzida na região de Bom Jesus da Lapa conquistou o selo de Indicação Geográfica (IG) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A certificação, publicada na terça-feira (10), reconhece a notoriedade da produção no Perímetro de Irrigação Formoso e representa uma conquista das articulações promovidas pelo Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).


Certificada pelo INPI, na categoria Indicação de Procedência, a "banana clarinha da Bahia" apresenta características únicas ligadas ao Perímetro de Irrigação Formoso. Ela é reconhecida pela coloração amarelo-ouro clara, doçura elevada e baixa acidez, resultado do manejo em clima semiárido. As variedades Nanica e Prata da região têm qualidade nacionalmente reconhecida.


"A IG deve agregar valor ao produto e ampliar acesso a mercados nacionais e internacionais, promovendo organização produtiva, associativismo e práticas sustentáveis", destacou a assessora técnica da Seagri, Jorgete Oliveira. De acordo com Jorgete, o Fórum Baiano aparece como um espaço estratégico de articulação com os atores envolvidos no processo de reconhecimento junto ao INPI. A certificação deve abrir novos canais de exportação, especialmente para mercados europeus.


Com a banana de Bom Jesus da Lapa, a Bahia passa a contar com seis Indicações Geográficas, todas na modalidade Indicação de Procedência. As demais são Sul da Bahia (cacau), Oeste da Bahia (café), Microrregião Abaíra (cachaça), Vale Submédio São Francisco (uvas e mangas) e Vale do São Francisco (vinhos e espumantes).



Valor econômico, histórico e cultural


A região certificada representa cerca de 8,7 mil hectares dedicados à banana em uma área total irrigada de 19,5 mil hectares. O Perímetro de Irrigação Formoso, localizado às margens do rio Corrente, afluente do São Francisco, é impulsionado pela Codevasf desde 1988 e gerido pelo Distrito de Irrigação de Formoso, consolidando-se como um dos maiores polos de produção de banana do país.


Inicialmente voltado à produção de banana-nanica para exportação, o projeto estruturou a cadeia produtiva local, desde a importação e adaptação de mudas até a criação de viveiros e cooperativas. Entre as organizações que ampliaram o alcance da banana produzida na região para mercados de todo o país e também para o exterior está a Cooperativa dos Produtores de Bom Jesus da Lapa.


Além da dimensão econômica, a produção de banana na região carrega valor histórico e cultural. A atividade está associada à trajetória das famílias produtoras e à construção da identidade local, que projetou o território nacionalmente como referência na produção da fruta mais consumida pelos brasileiros.


Link: https://www.ba.gov.br/seagri/noticias/2026-02/1000227/banana-de-bom-jesus-da-lapa-recebe-certificacao-nacional-como-produto-de


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Número de acidentes cai em 12% nas rodovias baianas


 Carnaval 2026: Número de acidentes cai em 12% nas rodovias baianas

Dados são em comparação ao mesmo período do ano passado. 



O número de acidentes envolvendo veículos em rodovias estaduais baianas durante o Carnaval deste ano houve uma redução de 12% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o Comando Especializado de Policiamento Rodoviário (CEPRv), foram registradas 62 ocorrências no período de 12 a 18 de fevereiro de 2026. Enquanto em 2025 ocorreram 71 acidentes de 27 de fevereiro a 05 de março. Também teve uma diminuição de 26% em relação ao número de mortes. No Carnaval de 2026 foram 11 mortes e 73 feridos. Já em 2025 haviam ocorrido 15 mortes e 60 feridos.



Nas rodovias estaduais, o trabalho realizado pelo Governo da Bahia, fruto da parceria da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) com o Comando Especializado de Policiamento Rodoviário, vem contribuindo para melhor resultado na questão da Segurança Viária. O secretário de Infraestrutura, Saulo Pontes, analisa os investimentos que vêm sendo feitos para as ações de fiscalização. “Com recursos de R$ 4,5 milhões neste ano repassados para o CEPRv, possibilitamos a compra de novas viaturas e de equipamentos de segurança. Essas ações, assim como a aquisição de radares fixos e portáteis e a operação de balanças de pesagem móveis em rodovias, se tornam um importante reforço no trabalho de controle do trânsito” destaca Saulo Pontes.


Nova Rodoviária da Bahia


Na primeira operação de Carnaval, a Nova Rodoviária da Bahia, no bairro de Águas Claras, em Salvador, registrou uma movimentação total de 173.601 passageiros chegando ou partindo entre os dias 11 e 18 de fevereiro, segundo o Consórcio Novo Terminal Rodoviário de Salvador (NTRS). Um aumento de 15% na movimentação comparado ao período de Carnaval do ano passado, por onde haviam passado 151.472 pelo antigo terminal rodoviário de Salvador. Para 2026 foram ofertados 550 horários regulares, além dos 385 extras.



Sistema Ferry-Boat


No Sistema Ferry-Boat, um total de 212.705 pessoas se deslocaram entre Salvador e Itaparica desde 10 de fevereiro, data de início da operação especial de Carnaval, até 18 de fevereiro, segundo a Concessionária Internacional Travessias Salvador (ITS). Em relação à quantidade de veículos, 34.194 automóveis realizaram a travessia entre os municípios. Na comparação ao mesmo evento no ano passado, um aumento de 4% na quantidade de passageiros e de 1% sobre o número de veículos. Durante a operação especial, que segue até 23 de fevereiro, já foram realizadas 340 viagens oficiais e 167 extras.



Folia Sustentável


Com o propósito de fortalecer ainda mais o processo de transição energética no território baiano, os trios elétricos utilizados pelos grupos Armandinho e Irmãos Macedo e Olodum durante a foliam foram movidos a Gás Natural. A ação realizada pela Bahiagás, empresa de economia mista e sob a administração do Governo da Bahia, reforça o compromisso com a descarbonização do evento e a preocupação com a sustentabilidade. O Gás Natural utilizado na tração dos trios contribui para a redução em mais de 70% das emissões do CO² em comparação ao diesel e elimina o material particulado, que tem impacto direto na qualidade do ar e com risco de doenças respiratórias.


Fotos:

Rodovias - Divulgação / Seinfra

Nova Rodoviária da Bahia - Divulgação / Seinfra

Ferry-Boat - Rafael Lemos / Seinfra

Trio Elétrico - Divulgação / Bahiagás


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Solidão ou liberdade? A nova realidade feminina



 Divorciadas e sozinhas aos 50: solidão ou liberdade? A nova realidade feminina. 



Divorciadas e sozinhas aos 50 já não representam, necessariamente, um retrato de isolamento ou fracasso afetivo. O que antes era visto sob a lente da perda hoje começa a ser interpretado como transição, autonomia e redescoberta pessoal. Estar sozinha não significa estar solitária, e essa distinção tem redefinido o modo como mulheres maduras encaram a própria felicidade.


O crescimento do número de mulheres que vivem a vida após o divórcio com maior autonomia revela uma transformação cultural em andamento. Psicólogos e terapeutas de relacionamento apontam que a maturidade emocional, combinada à independência financeira e à ampliação da expectativa de vida, tem alterado profundamente a percepção feminina sobre casamento e realização pessoal.


A solidão ressignificada na maturidade


Durante décadas, a imagem da mulher divorciada após os 50 esteve associada à solidão involuntária. Hoje, essa narrativa passa por revisão. Profissionais da psicologia destacam que a diferença entre estar sozinha e sentir-se solitária está diretamente ligada à qualidade das conexões estabelecidas, não ao estado civil.


Mulheres que atravessam o divórcio na maturidade relatam que o período posterior à separação pode representar reorganização interna e retomada de interesses pessoais. A ausência de um parceiro não implica ausência de vínculos afetivos. Redes de amizade, projetos profissionais e relações familiares ganham novo protagonismo.


Roberson Dariel, pesquisador do Instituto Unieb, observa que muitas mulheres descobrem, após o divórcio, uma forma diferente de se relacionar consigo mesmas. “Há uma fase inicial de adaptação, mas depois surge uma percepção de autonomia que não existia antes”, afirma. Para ele, a experiência de estar sozinha pode fortalecer identidade e autoconhecimento.


Essa mudança de percepção ajuda a explicar por que o termo mulheres sozinhas aos 50 vem sendo associado mais à liberdade do que à carência. O conceito de felicidade deixa de estar condicionado à presença de um relacionamento romântico.


Liberdade feminina e autonomia emocional


A consolidação da liberdade feminina é um dos elementos centrais dessa nova realidade. Mulheres que hoje chegam aos 50 anos fazem parte de uma geração que ampliou sua participação no mercado de trabalho, construiu independência financeira e desenvolveu maior autonomia de decisão.


Terapeutas de relacionamento apontam que essa autonomia impacta diretamente a forma como o casamento é avaliado. Permanecer em uma relação deixa de ser imposição social e passa a ser escolha consciente. Quando o vínculo deixa de oferecer equilíbrio emocional, a decisão de se separar torna-se viável.


Dariel destaca que o divórcio, nesse contexto, não é fuga, mas redefinição. “Muitas mulheres percebem que não precisam permanecer em relações que já não fazem sentido. A maturidade oferece clareza sobre limites e prioridades”, afirma.


Essa liberdade não significa rejeição ao amor ou ao companheirismo. Significa que o relacionamento deixa de ser o único eixo da vida. A identidade feminina se fortalece independentemente da presença de um parceiro.


Vida após o divórcio: reconstrução e novos projetos


A vida após o divórcio na maturidade costuma envolver reorganização prática e emocional. Psicólogos observam que mulheres divorciadas aos 50 passam por período de adaptação, seguido por fase de reinvenção pessoal. Projetos antes adiados ganham espaço, assim como novas redes sociais e interesses individuais.


A experiência acumulada ao longo da vida funciona como ferramenta de reconstrução. Ao contrário do divórcio em fases mais jovens, quando há maior insegurança financeira ou emocional, a maturidade oferece estabilidade e repertório para lidar com a transição.


Segundo o analista Roberson Dariel, do Instituto Unieb, a separação tardia tende a ser menos impulsiva. “A decisão geralmente vem após muita reflexão. Não é ruptura por impulso, é escolha consciente de reorganizar a própria vida”, afirma.


Mulheres divorciadas nessa faixa etária também relatam sensação de retomada de controle. A autonomia cotidiana, antes compartilhada, passa a ser administrada individualmente, reforçando a autoconfiança.


Relacionamentos na maturidade: escolha, não necessidade


A redefinição do conceito de felicidade também impacta a forma como novos relacionamentos são encarados. Para muitas mulheres sozinhas aos 50, estar com alguém deixa de ser necessidade social e passa a ser complemento opcional.


Terapeutas destacam que essa mudança altera a dinâmica afetiva. Relacionamentos iniciados após o divórcio tendem a ser mais conscientes, com maior clareza sobre expectativas e limites. A maturidade reduz idealizações excessivas e aumenta a valorização do respeito.


Dariel observa que, nesse cenário, a solidão não é mais vista como ameaça. “A mulher que aprendeu a viver bem sozinha não aceita qualquer relação apenas para evitar estar só”, explica. Essa postura contribui para vínculos mais equilibrados e menos dependentes.


A transformação cultural também influencia o entorno social. O estigma associado ao divórcio na maturidade diminuiu significativamente, permitindo que mulheres reconstruam a vida sem carregar rótulos negativos.


Entre solitude e conexão: uma nova leitura social


Especialistas em comportamento apontam que a sociedade brasileira atravessa uma revisão do significado de companhia. A ideia de que a felicidade feminina depende exclusivamente de um casamento perdeu força diante da valorização da autonomia e da saúde emocional.


Mulheres sozinhas aos 50 demonstram que a solitude pode ser espaço de crescimento pessoal, e não de isolamento. A qualidade das relações, e não sua quantidade, torna-se fator determinante para o bem-estar.


Roberson Dariel afirma que essa transformação é resultado de décadas de mudanças sociais. “A mulher madura de hoje não é a mesma de 30 anos atrás. Ela construiu identidade própria e entende que felicidade não é sinônimo de casamento”, observa.


A redefinição do conceito de relacionamento indica que o amor continua valorizado, mas não ocupa mais o centro absoluto da vida feminina. A escolha por permanecer sozinha pode ser, paradoxalmente, uma afirmação de conexão consigo mesma.


Um novo equilíbrio emocional


A nova realidade feminina sugere que estar sozinha não implica ausência de afeto, mas reorganização das prioridades emocionais. Psicólogos ressaltam que a maturidade favorece maior estabilidade interna, reduzindo a dependência de validação externa.


Mulheres divorciadas aos 50 mostram que a liberdade feminina está diretamente associada à capacidade de escolher. Escolher permanecer, escolher sair, escolher recomeçar. Essa autonomia redefine o significado de felicidade e relacionamento.


Dariel resume essa mudança com uma observação recorrente nos atendimentos: “A mulher que aprende a se sentir completa sozinha passa a se relacionar por desejo, não por necessidade”. Essa diferença altera profundamente a forma como o casamento é vivido.


Caminhos abertos na maturidade


O crescimento do número de mulheres que vivem bem após o divórcio demonstra que a maturidade não representa encerramento de possibilidades, mas expansão delas. A vida após os 50 pode incluir novos vínculos, projetos e experiências.


A discussão sobre solidão ou liberdade revela que o estado civil deixou de ser parâmetro exclusivo de realização pessoal. A redefinição da felicidade feminina aponta para um cenário em que autonomia e bem-estar caminham lado a lado.


Nesse contexto, divorciadas e sozinhas aos 50 não simbolizam ausência, mas escolha. E essa escolha, cada vez mais comum, sinaliza mudança estrutural na forma como a sociedade compreende relacionamento e plenitude na maturidade.

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