Visite o novo layout do Site

Translate

INSTAGRAM

INSTAGRAM
@salvadornoticiasofc

Salvador receberá competição internacional de pizza

Salvador Notícias foi conferir show do A-Ha em Salvador

EXCLUSIVO! Caso Joevellyn: De volta pra casa!

Seja bem-vindo. Hoje é
Mostrando postagens com marcador saúde bucal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde bucal. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Por que adiar a visita ao dentista pode custar caro para o bolso e para o bem-estar?

 

Especialista da Clínica SiM alerta para os riscos à saúde e o impacto financeiro de adiar a prevenção



Imagem: Magnific

O hábito de adiar a ida ao dentista é um comportamento comum, mas que traz reflexos na saúde pública e individual no Brasil. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), em parceria com o Conselho Federal de Odontologia (CFO), revela um cenário em alerta: 35% dos brasileiros nunca foram ao dentista.

Esse índice contrasta diretamente com a grande oferta de profissionais qualificados no país. De acordo com um recente levantamento do Ministério da Saúde, realizado em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Brasil conta atualmente com 665.365 profissionais de saúde bucal.

Desse total, 406.252 são cirurgiões-dentistas (graduados em Odontologia). O restante da força de trabalho é composto por auxiliares de saúde bucal, técnicos de saúde bucal, técnicos de prótese dentária e auxiliares de prótese dentária. No entanto, mesmo com tantos profissionais à disposição em todo o país, a cultura da prevenção ainda enfrenta barreiras comportamentais no dia a dia dos brasileiros. 

É o que observa Claudiana Lopes, cirurgiã-dentista da Clínica SiM. "Muitas pessoas só procuram o consultório quando a dor se torna insuportável, mas o verdadeiro segredo da saúde bucal está na prevenção. Quando a gente negligencia a rotina de consultas, transformamos problemas simples, fáceis de resolver, em tratamentos longos e dispendiosos", aponta.

A ampla disponibilidade de especialistas reforça que o principal obstáculo não é a falta de assistência, mas sim a ausência de uma cultura preventiva.

Prevenção x tratamento

Optar pela manutenção preventiva, que envolve visitas periódicas a cada seis meses para limpezas e avaliações, apresenta um custo financeiro muito baixo se comparado ao tratamento de problemas em estágio avançado.

Quando pequenos problemas são ignorados, eles evoluem de forma silenciosa. Uma cárie superficial não tratada pode alcançar o canal do dente, exigindo um procedimento endodôntico e, eventualmente, uma coroa ou prótese. O custo de reparar um dano severo chega a ser dezenas de vezes maior do que o investimento anual em consultas de rotina.

Riscos de não ir ao dentista 

Evolução de cáries: Pequenas lesões que seriam resolvidas com restaurações simples podem destruir a estrutura do dente, exigindo tratamento de canal ou até extração.

Doenças periodontais: O acúmulo de tártaro causa gengivite que, se não tratada, evolui para periodontite. Esta condição destrói os tecidos de sustentação e o osso, sendo a principal causa de perda de dentes em adultos.

Infecções sistêmicas: Bactérias presentes em infecções bucais graves podem entrar na corrente sanguínea e atingir outros órgãos. Um dos riscos mais severos é a endocardite bacteriana, uma infecção grave nas válvulas do coração.

Mau hálito crônico (halitose): A falta de remoção profissional da placa bacteriana e do tártaro gera odores desagradáveis persistentes que não são resolvidos apenas com escovação caseira.

Comprometimento da mastigação e estética: A perda ou desgaste dos dentes prejudica a digestão dos alimentos e afeta diretamente a autoestima do paciente.

Cuidados em casa

As visitas ao consultório devem caminhar lado a lado com a manutenção diária. Para garantir a eficácia da higiene diária e prolongar a saúde do sorriso, alguns cuidados são indispensáveis:

Escovação regular: Escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, com especial atenção à escovação antes de dormir. O ideal é utilizar escovas de cerdas macias para não machucar a gengiva nem desgastar o esmalte dos dentes.

Uso diário do fio dental: A escova limpa apenas as superfícies aparentes. O fio dental é o único capaz de remover os resíduos de alimentos e a placa bacteriana entre os dentes e abaixo da linha da gengiva.

Higienização da língua: A superfície da língua acumula células mortas e bactérias. Escová-la delicadamente ou utilizar um raspador lingual ajuda a combater o mau hálito.

Troca periódica da escova de dentes: O objeto deve ser substituído a cada três meses ou assim que as cerdas começarem a abrir e perder a forma original, pois escovas desgastadas perdem a eficiência de limpeza.

Nesse cenário, as barreiras financeiras deixam de ser uma justificativa para o distanciamento do consultório. Atualmente, a busca por clínicas que oferecem planos acessíveis, pacotes em conta e condições facilitadas tem se mostrado uma alternativa para viabilizar o tratamento contínuo. Modelos focados em preços populares e facilidades de pagamento democratizam o acesso à saúde bucal, provando que cuidar do sorriso cabe no orçamento de forma planejada.

"A saúde bucal não é um aspecto isolado. Ela interfere diretamente na nutrição, na fala, nas relações sociais e na saúde cardiovascular do indivíduo. Criar o hábito de visitar o consultório de forma preventiva, além de cuidar do sorriso em casa, é a escolha mais inteligente e econômica para garantir qualidade de vida a longo prazo", conclui Claudiana Lopes, cirurgiã-dentista da Clínica SiM.

Sobre a Clínica SiM

A Clínica SiM, integrante do Grupo SiMco, é uma rede de clínicas de saúde acessíveis com presença nos estados da Bahia, Ceará e Pernambuco. Com mais de 230 mil beneficiários ativos, a empresa se destaca pelo compromisso com a democratização da saúde, combinando expansão estratégica, inovação e inclusão para ampliar o acesso a serviços médicos de qualidade.

Serviço

Para mais informações sobre a Clínica SiM e seus serviços, acesse o site www.clinicasim.com ou entre em contato pelo telefone 0800 357 6060.

Leia Mais >>

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Você sabe usar o fio dental do jeito certo? 4 erros e como evitá-los



São Paulo, novembro de 2025 – Usar fio dental parece simples, mas muita gente ainda erra na hora de incluir o hábito na rotina. E isso tem reflexo direto na saúde bucal: gengivite, mau hálito e até perda óssea podem surgir quando a limpeza entre os dentes não é feita da forma correta. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada entre 2013 e 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, apenas 63% da população declara usar escova, pasta e fio dental de forma combinada. 


Outro levantamento mostra que menos de 20% dos brasileiros utilizam o fio dental todos os dias. Já o estudo SB Brasil 2023 revelou que apenas 5,2% dos adultos entre 35 e 44 anos não têm cáries, ou seja, 94,8% dessa faixa etária apresenta algum tipo de lesão cariada. Esses números revelam um cenário preocupante e mostram que o problema muitas vezes está nos detalhes. 


“Mesmo sendo uma ferramenta básica, o fio dental costuma ser subutilizado ou usado de forma incorreta. O problema está nos pequenos gestos: quem faz o movimento errado, não alcança o espaço interdental ou usa de forma irregular acaba perdendo o benefício completo”, explica o dentista Paulo Augusto Yanase, da rede Oral Sin. A seguir, o especialista aponta os 4 erros mais comuns e como evitá-los:

 


1. Usar o fio como um puxão, sem deslizar entre os dentes

Muita gente apenas “passa” o fio rapidamente, sem contornar o dente. O correto é formar um “C” ao redor de cada dente e deslizar suavemente para cima e para baixo, alcançando também a margem gengival.

 


2. Usar pouco ou nenhum fio dental no dia a dia

A irregularidade é um dos maiores problemas. “Se o fio só aparece de vez em quando, ele deixa de cumprir o papel de remover o biofilme onde a escova não alcança. Esse acúmulo de bactérias é o que causa gengivite e mau hálito”, alerta Yanase.

 


3. Fazer o movimento para frente e para trás, sem contato com a gengiva

O fio dental deve limpar também a área da gengiva. “É nessa região que o biofilme se acumula e, se não for removido, pode evoluir para inflamações mais sérias. O ideal é contornar delicadamente a gengiva, sem forçar”, explica o dentista.

 


4. Deixar o fio dental para ‘quando der tempo’

A pressa é uma inimiga da saúde bucal. “O ideal é usar o fio diariamente, preferencialmente à noite, após a escovação. Esse é o momento em que removemos o que ficou acumulado durante o dia”, recomenda Yanase.


Para o especialista, o segredo é transformar o uso do fio dental em um hábito automático, tão natural quanto escovar os dentes. “Quando usamos corretamente o fio dental, estamos removendo o biofilme onde a escova não alcança e isso faz toda a diferença para evitarmos doenças bucais silenciosas, que muitas vezes só aparecem quando já há dor ou perda de estrutura dentária”, destaca.

 


Mais do que uma questão estética, Yanase lembra que cuidar bem dos dentes é cuidar da saúde como um todo. “Fazer do fio dental um hábito diário não é um luxo — é parte essencial de um cuidado que respeita o sorriso e o bem-estar integral”, reforça.

 


Fonte Oral Sin 

Leia Mais >>

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Canetas clareadoras para os dentes funcionam?



 Canetas clareadoras para os dentes funcionam? Dentista explica


Apesar da facilidade de uso, esse tipo de produto não substitui tratamentos odontológicos e pode causar danos irreversíveis quando usado de forma errada


As canetas clareadoras se tornaram um verdadeiro fenômeno nas redes sociais, principalmente no TikTok, onde influenciadores digitais destacam sua praticidade e prometem dentes mais brancos em poucos dias. No entanto, por trás da popularidade e da promessa de resultados rápidos, especialistas alertam para os riscos que o uso inadequado desses produtos pode trazer à saúde bucal.


De acordo com a dentista Amine Senhorinho, mestre em ortodontia e com as especialidades em DTM, Radiologia e Harmonização Facial, é importante lembrar que essas canetas são classificadas como cosméticos, ou seja, não substituem tratamentos odontológicos e não são indicadas para todos os casos. “O uso sem acompanhamento pode causar desde sensibilidade até irritações gengivais e desgaste do esmalte, especialmente se houver cáries, raízes expostas ou restaurações”, explica.


Apesar de não haver restrição para a comercialização no Brasil, a aplicação do produto sem avaliação profissional pode acabar provocando mais prejuízos do que benefícios, avalia Amine. “Além de não funcionarem em dentes com próteses ou restaurações, os clareadores de uso livre podem mascarar problemas bucais que exigem intervenção clínica”, acrescenta a especialista.


Já o clareamento realizado em consultório oferece maior segurança, eficácia e durabilidade. Com técnicas avançadas e produtos de formulação controlada, o procedimento é personalizado conforme as necessidades de cada paciente, e proporciona resultados duradouros. “Além disso, conseguimos proteger as áreas mais sensíveis da boca durante o procedimento, evitando efeitos indesejados como a sensibilidade”, afirma Amine.


Os avanços recentes também vêm contribuindo para tornar o clareamento cada vez mais confortável. Um estudo publicado em 2024 no Journal of Esthetic and Restorative Dentistry comprovou que o uso de géis clareadores mais suaves, combinados ou não à ativação de luz LED ou laser, oferece excelente resultado estético com menor índice de sensibilidade no pós-tratamento.

Para quem deseja clarear os dentes com segurança, o mais indicado é procurar um dentista e realizar uma avaliação individualizada. “Cada sorriso tem sua história. Só um profissional pode avaliar a origem das manchas e indicar a melhor solução, contribuindo para a saúde bucal”, reforça a dentista.

Leia Mais >>

domingo, 13 de abril de 2025

Dia do Beijo: Como evitar o mau hálito

 
Dia do Beijo: Como evitar o mau hálito, reduzir riscos e aproveitar a data com saúde bucal em dia?



A condição pode ter de diversas causas desde má higiene bucal até problemas sistêmicos como sinusite, diabetes ou distúrbios gástricos. 


São Paulo, abril de 2025 – Celebrado em 13 de abril, o Dia do Beijo é mais do que uma data romântica: é também uma oportunidade para lembrar da importância da saúde bucal. Isso porque, além dos sentimentos de prazer e afeto que o beijo proporciona, a troca de saliva pode transmitir doenças e ser comprometida por problemas como o mau hálito e infecções orais. 


De acordo com uma pesquisa realizada pela Academia Americana de Medicina Oral, um beijo de 10 segundos pode transferir até 80 milhões de bactérias. Embora muitas dessas bactérias sejam inofensivas ou até benéficas, a má higiene bucal pode favorecer a proliferação de microrganismos causadores de doenças como cáries, gengivite, periodontite, herpes, candidíase, sífilis e até mononucleose. 


Segundo Dr. Elcio Caldas, dentista da Oral Sin, maior rede de implantes dentários do país, o mau hálito ainda é um dos principais “vilões” dos beijos. “O mau hálito pode ter diversas causas, desde má higiene bucal até problemas sistêmicos como sinusite, diabetes ou distúrbios gástricos. No entanto, na maioria dos casos, ele está relacionado ao acúmulo de placa bacteriana, à falta de escovação da língua e à presença de doenças bucais, como cáries e gengivite”, explica a especialista. 


Além do hálito desagradável, a presença de aftas, lesões de herpes e até dores na boca podem limitar a experiência do beijo. Para quem quer celebrar a data sem preocupações, o Dr Caldas traz orientações simples e eficazes: 


“Evite alimentos com odores fortes, como alho, cebola, couve-flor e pimentão, especialmente se pretende beijar alguém em breve. A higiene bucal completa, com escovação correta dos dentes e da língua, uso de fio dental e enxaguante bucal, deve ser feita ao menos três vezes ao dia, além da ingestão regular de água, que ajuda a manter a boca hidratada e limpa”, orienta. 


Manter uma alimentação equilibrada, com pouca ingestão de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar e gordura, também contribui para a saúde da boca e do organismo como um todo. E vale lembrar que o beijo também traz benefícios: durante a ação, o cérebro libera neurotransmissores como dopamina, serotonina e ocitocina — substâncias que estimulam sentimentos de prazer, bem-estar e vínculo emocional.


 


Fonte Oral Sin 


Leia Mais >>

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Conheça a "doença do beijo" e veja cuidado necessários



 Quer beijar muito na folia? Conheça a "doença do beijo" e veja cuidado necessários

 

A seguir, especialista explica o que você precisa saber sobre a doença

 

Até a chegada do Carnaval, ainda há muitas opções para aqueles que querem festejar, mas, atenção: toda essa folia favorece a circulação silenciosa de vírus que podem causar doenças, que usam a boca como uma porta de entrada. Uma das infecções mais comuns contraídas por esse contato é a mononucleose infecciosa, também conhecida como Doença do Beijo.

 

“Mais de 90% da população adulta possui anticorpos contra o agente que provoca esta infecção. Isso significa que em algum momento da vida o indivíduo entrou em contato com esse vírus, mesmo que não tenha desenvolvido nenhum quadro clínico característico”, explica a Dra. Carolina Lázari, infectologista do Grupo Fleury, detentor da Diagnoson a+ na Bahia.

 

Confira as dúvidas mais frequentes sobre a doença:

 

O que é a “doença do beijo”?

Esse é o nome popular antigo da mononucleose infecciosa - uma doença causada por um vírus que tem uma característica peculiar: depois que a pessoa teve essa infecção, nunca mais se livra completamente do vírus. Isso porque o vírus fica “morando” na garganta ou nas amígdalas do indivíduo que, periodicamente, o elimina na saliva. Caso você entre em contato com uma pessoa que o está expelindo, ainda que não esteja doente naquele momento, poderá contrair a infecção.

 

Quais são seus principais sintomas?

Adolescentes e adultos jovens, na faixa de 15 a 25 anos, costumam apresentar sintomas como febre, dor de garganta e aumento de linfonodos (popularmente conhecidos como gânglios ou ínguas). Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo, além de aumento do fígado e baço. Os sintomas podem durar de duas a três semanas.

 

Como é o tratamento?

Não existe um remédio específico para mononucleose, portanto, são tratados apenas os sintomas. É indicado o repouso, pois o indivíduo sente fadiga e indisposição. Em casos de aumento do baço, o descanso é ainda mais fundamental, pois em situações extremas ele pode se romper.

 

Há outras doenças relacionadas ao beijo?

Sim, é preciso ter atenção também ao herpes, causado por um vírus da mesma família do agente da mononucleose. O vírus Herpes Simplex tipo 1 também persiste por toda a vida, porém, apenas uma a cada cinco das pessoas infectadas apresentará lesões recorrentes. Embora a infecção não seja grave, as lesões são dolorosas e podem voltar a se manifestar inúmeras vezes e acometer outras regiões do corpo.

 

Entre as infecções, além da mononucleose e do herpes, existem também as verrugas, chamadas popularmente de ‘crista de galo’, que ocorrem no ânus e nos genitais, mas, também, na boca. São causadas por diferentes tipos de papilomavírus humano, o HPV. A sífilis também pode, eventualmente, ser transmitida pelo beijo, se a pessoa infectada estiver com a lesão ativa nos lábios ou na cavidade oral.

 

É preciso ter cuidado ao compartilhar copos e talheres?

Sim, a propagação do vírus ocorre a partir da saliva, ou seja, também podemos contrair a doença por meio do compartilhamento de objetos pessoais, como talheres e copos.  Também é possível ser infectado a partir da tosse de alguém que esteja bem próximo. De toda forma, a recomendação é a mesma: sentiu algum sintoma diferente, procure um médico.


Leia Mais >>

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Saiba o que é saburra lingual e como prevenir



O órgão mal higienizado pode causar cárie e doença periodontal


Por que a língua fica esbranquiçada? O diagnóstico provável é saburra lingual, uma condição relacionada ao acúmulo de placa bacteriana. De acordo com a Dra. Fabiana Cavallini Magalhães, da Clínica Omint Odonto e Estética, a placa bacteriana é formada por restos de comida misturados à saliva que se acumulam na superfície da língua quando não é realizada a higiene adequada.


“A presença de resíduos alimentares na cavidade oral cria um ambiente ideal para a proliferação de bactérias, podendo resultar em cáries ou até mesmo periodontite", explica a especialista. O problema pode se agravar ainda mais, pois a placa bacteriana pode se transformar em tártaro, uma camada endurecida de sujeira que se acumula nos dentes e só pode ser removida em consultório odontológico.




A língua também precisa ser higienizada


Para evitar o embranquecimento da língua de maneira simples e econômica, bons hábitos são essenciais. "Escovar os dentes após as refeições é fundamental, mas não podemos nos esquecer da limpeza da língua para uma higiene completa", destaca Fabiana.


A especialista ressalta a variedade de raspadores de língua disponíveis no mercado. "O modelo de cobre é o mais recomendado devido às suas propriedades antibacterianas, higiênicas e duráveis". É importante lembrar que, como a escova de dentes, o raspador é um item pessoal de higiene e não deve ser compartilhado.


O movimento de raspagem deve ser realizado do fundo até a ponta da língua, repetindo algumas vezes, e depois enxaguando com água. Essa etapa pode ser feita por último, após usar o fio dental e escovar os dentes.




A importância da língua


A língua, além de ser considerada um órgão, é um dos músculos mais importantes do corpo humano, desempenhando funções vitais como mastigação, deglutição, percepção de sabores e fala.




Mais da metade dos brasileiros não vai ao dentista


Dados do Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 55% dos brasileiros não vão ao dentista uma vez por ano, conforme recomendado pelos profissionais da área. É fundamental, entretanto, realizar uma avaliação anual para que o especialista possa monitorar a saúde bucal do cliente e definir o intervalo adequado para retornos subsequentes.



Fonte Clínica Omint Odonto e Estética

Foto oraldents.


Leia Mais >>
 

Solenidades

Gastronomia

Eventos

Teatro

SALVADOR NOTÍCIAS
©Todos os direitos reservados desde 2000-2025 / Salvador - Bahia / . Contato: redacao@salvadornoticias.com
- Topo ↑