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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Casos de virose que superlotam as emergências poderiam ser resolvidos com consultas de rotina

Casos de virose que superlotam as emergências poderiam ser resolvidos com consultas de rotina


As variações de temperatura, comuns no inverno, são um prato cheio para a propagação de vírus e bactérias, em Salvador. Prova disso é a superlotação das emergências, com pacientes se queixando de dores na barriga, no corpo, de garganta, febre e enjoo, sintomas típicos das famosas viroses que costumam surgir nesta época do ano. Embora correr para o hospital seja uma atitude frequente, marcar uma consulta com um clínico geral é o mais recomendável nessas circunstâncias.

“No momento de dor, as pessoas costumam buscar formas rápidas de diagnóstico, o que pode ser encontrado em uma emergência. Porém, o fato do paciente ocupar um leito, impede a assistência médica de uma pessoa que, realmente, necessita deste tipo de atendimento imediato, como em casos de parada cardiorrespiratória, hemorragias e dor no peito, que podem levar a danos irreversíveis e até mesmo ao óbito”, explica o clínico geral da Vitalmed, Guilherme Lazzari.

Ainda segundo ele, o paciente deve buscar esse tipo de atendimento, se houver persistência ou agravamento dos sintomas. Caso contrário, trata-se de uma ocorrência de baixa complexidade e sem risco de morte, podendo o paciente aguardar uma consulta com um especialista. Até lá, é importante tomar as precauções necessárias, que são repouso, se manter hidratado e ingerir alimentos ricos em vitamina C para fortalecer o sistema imunológico, a exemplo de laranja, rúcula, manga, limão, brócolis, espinafre, tomate, dentre outros.


Outros cuidados

Com o objetivo de evitar a propagação do vírus nesta época do ano, Guilherme Lazzari alerta para outros cuidados pessoais. “A higienização das mãos é um dos métodos mais eficazes. É importante lavá-las com água e sabão, ou passar álcool em gel, principalmente depois de tossir, espirrar, usar o banheiro, antes de comer, coçar olhos e nariz, além do contato direto com pessoas que já estão doentes. Em lugares de grande circulação, a dica é evitar contato com equipamentos públicos, como corrimão de escada, maçanetas e pilares de sustentação em ônibus”, conclui o médico.

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