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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Grupo de Trabalho inicia medidas para implantação de Colégio Militar em Cajazeiras


Foi realizada, nesta segunda-feira (9/10), a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT), criado pela Secretaria da Educação do Estado, para definir as medidas para a transição do Colégio Estadual Dona Leonor Calmon, localizado em Cajazeiras, em uma nova unidade do Colégio da Polícia Militar (CPM). O objetivo é produzir, no prazo de 30 dias, um relatório técnico sobre o estudo das medidas necessárias para a implementação, considerando questões de ordem territorial, logística, pessoal e financeira.

Formada por sete membros, o GT conta com a coordenação do superintendente de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello, e com a participação do major Copérnico, representante da diretoria de ensino do CPM. “A partir desta data estamos realizando várias medidas para providenciar todos os trâmites para a incorporação da unidade pelo CPM, seja na rede física, no processo de matrícula ou na integração das equipes de ensino. É importante ressaltar que todos os funcionários serão mantidos na unidade, incluído a gratificação de difícil acesso, com exceção para aqueles que solicitarem remoção”, destacou Campello.

Com início programado para funcionar no primeiro semestre de 2018, o Colégio da Polícia Militar Dona Leonor Calmon vai continuar mantendo todos os alunos que estudam na unidade até finalizarem suas formações. “A mudança será para o acesso de novos estudantes que vão precisar passar pelo processo de matrícula do CPM, via sorteio eletrônico. A nossa expectativa é que metade das novas vagas sejam para moradores do bairro de Cajazeiras, já que a unidade, atualmente, tem uma ociosidade de 300 vagas”, declarou o superintendente.

Ainda de acordo com Campello, os atuais alunos não terão a obrigatoriedade do uniforme completo do CPM no primeiro ano de implantação do colégio. “Não queremos criar um custo adicional aos pais, por isso já na primeira reunião fizemos esse acordo para que os estudantes tivessem um ano para se adaptar a essa exigência”, explicou o superintendente, que finalizou: “Esperamos com esse GT realizar da forma mais tranquila essa mudança, sempre com a finalidade de beneficiar a comunidade escolar da nossa rede estadual”.

Foto: Divulgação

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