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domingo, 16 de novembro de 2025

Estilo de vida dos tutores reflete na saúde dos pets



 Obesidade animal: estilo de vida dos tutores reflete na saúde dos pets e aumenta casos de sobrepeso


Falta de exercícios, excesso de petiscos e alimentação inadequada estão entre as principais causas da obesidade em cães e gatos



Crédito: Divulgação


O número de cães e gatos acima do peso tem crescido de forma preocupante no Brasil. Alimentação excessiva, petiscos fora de hora e a falta de exercícios estão entre as principais causas do sobrepeso animal, um problema que já compromete a saúde e reduz a expectativa de vida dos pets. Com isso, a obesidade, antes vista como uma condição exclusiva dos humanos, passou a ser uma das maiores preocupações dos veterinários.


Segundo o médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário UniFG, Rodrigo Brito, o excesso de peso pode estar diretamente associado a doenças metabólicas, como diabetes, além de alterações cardíacas, respiratórias e ortopédicas. Ele destaca que animais obesos também têm maior risco em cirurgias, apresentam problemas de pele e maior intolerância ao calor.



Os perigos de uma alimentação inadequada 


Entre as principais causas do sobrepeso, o médico veterinário aponta o comportamento dos tutores. “Muitos associam o ato de alimentar com demonstração de carinho e acabam oferecendo porções maiores do que o necessário, ou até alimentos inadequados, como restos de comida humana”, explica.


Um levantamento global com tutores e médicos veterinários de oito países, incluindo o Brasil, realizado pela Royal Canin, aponta que cerca de 48,60% dos tutores entrevistados já ofereceram comida humana aos seus pets.  O estudo ainda destacou que 60,15% dos entrevistados oferecem alimentos humanos aos seus animais quando entendem que os pets parecem tristes, entediados ou solitários.


Além de contribuir para o sobrepeso, o consumo de comida humana pode causar desequilíbrios nutricionais, problemas gastrointestinais e até intoxicações alimentares. “Somente uma ração apropriada e de boa qualidade é capaz de suprir as necessidades nutricionais do animal”, destaca. 


Além da alimentação desbalanceada, fatores como ansiedade e sedentarismo também contribuem para o ganho de peso. O professor da UniFG ressalta que um pet que não gasta energia tende a acumular gordura e desenvolver uma série de problemas de saúde. 




Sinais de alerta e diagnóstico 


Embora o acompanhamento veterinário seja indispensável, alguns sinais podem indicar que o pet está acima do peso. De acordo com Rodrigo Brito, a ausência de cintura visível, a dificuldade em sentir as costelas com um leve toque e o acúmulo de gordura na base da cauda são sinais claros de alerta.


“O ambiente e o estilo de vida também têm papel decisivo no controle do peso. O ideal é que os pets tenham espaços que estimulem a atividade física e uma rotina de passeios e brincadeiras. Contudo, se o animal se cansa com facilidade, evita brincadeiras ou fica mais ofegante após pequenos esforços, é hora de procurar o veterinário”, orienta o especialista.




Prevenção é o melhor caminho 


O veterinário destaca que o exercício ajuda a queimar calorias, fortalecer músculos e articulações e equilibrar o metabolismo dos animais. Caminhadas e brincadeiras não apenas promovem saúde física, mas também beneficiam o bem-estar mental dos animais, reduzindo ansiedade, tédio e até depressão. “Quando o tutor participa dessas atividades, o vínculo entre ambos se fortalece, o que melhora o comportamento e a qualidade de vida do pet”, acrescenta o veterinário.


As visitas ao veterinário devem ser periódicas, mesmo em animais aparentemente saudáveis. Brito orienta que filhotes sejam avaliados a cada dois meses, adultos a cada seis meses e idosos a cada três meses. No caso dos animais com sobrepeso, o acompanhamento deve ser mensal, para ajustar a dieta e monitorar possíveis complicações.


Por fim, o especialista reforça que a obesidade é uma doença que pode ser evitada com hábitos simples e responsáveis. “Cuidar do peso é cuidar da vida do seu pet”, conclui. 


Sobre a UniFG 


Com 20 anos de história completados em 8 de novembro de 2022, a UniFG desenvolve ensino, pesquisa e extensão através dos seus mais de 30 cursos de graduação ofertados nas cidades baianas de Guanambi e Brumado. Dona de conceito institucional máximo (nota 5) no Ministério da Educação (MEC), a UniFG é responsável pela formação de milhares de profissionais em diversas áreas do conhecimento.  


Em 2020, a UniFG se integrou ao maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, que tem mais de 300 mil alunos e quase 20 anos de história. Em 2022, a instituição inaugurou um novo campus em Brumado e lá iniciou as atividades do primeiro curso de Medicina da região. Alunos de Medicina dos municípios em que a UniFG atua ainda contam com a Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país.  


Atualmente, o centro universitário tem 18 cursos com notas 4 ou 5 na avaliaçao do MEC, entre eles, Direito, Estética e Cosmética e Odontologia, estes, que obtiveram nota máxima do órgão. Em 2022, recebeu 45 estrelas (distrituídas em 14 cursos) na edição do Guia da Faculdade, plataforma que avalia cursos de ensino superior país afora. Desde 2012 recebe o selo de instituição socialmente responsável, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que reconhece instituições que promovem projetos sociais nas áreas de saúde, educação, cultura e meio ambiente, entre outros.  


Saiba mais em www.centrouniversitariounifg.edu.br  


  

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