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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Escritora e professora é agredida nas dependências da Estação de Metrô



Nossa redação recebeu uma denuncia de agressão  contra a escritora e professora Van Amorim, que relatou o fato a seguir:


"Estava a caminho de uma reunião pedagógica na Escolinha Afro Brasileira Maria Felipa, onde trabalho como professora de Libras,  quando desembarcou na Estação Acesso Norte, Linha 1, um homem chamado Dorival Bastos do Espírito Santo, de 65 anos, empurrando as pessoas que iriam embarcar. Ele simplesmente viu me aproximando da faixa de segurança amarela e ao se aproximar de mim, me empurrou com toda sua força, com um semblante de ódio… Eu tombei e quase fui ao chão… Revoltada com tamanha agressão, fui até a ele, já de costas pra mim e falei: 


- Senhor? Você me agrediu. Você não pode fazer isso.


Ele simplesmente virou para mim e prontamente tentou me socar, me agredir mais  uma vez. Eu me esquivei… e ele rapidamente tentou fugir, desaparecendo entre a multidão de pessoas em direção a escada rolante. Revoltada, decidi segui-lo, para descontar o que ele fez e em busca da respostas. Foi então, que peguei uma soqueira entre as minhas maquiagens na bolsa e esperei ele sair de escada para soca-lo nas costas… Assim que acertei ele em cheio, com toda a minha força, ele se virou e veio me agredir novamente com mais socos. Nesse momento as pessoas se meteram para separar e impedir que ele acertasse o meu rosto e os meus seios, como tentou, mais uma vez, diante de todos. Rapidamente os seguranças da CCR Metrô nos cercaram junto com as pessoas e deteram o agressor… Um guarda perguntou se eu enquanto mulher, queria o encaminhamento dele… Eu disse que sim e então fomos conduzidos para a delegacia central de flagrantes por 2 agentes da empresa. Lá o agressor simplesmente negou ter me agredido e disse que eu “Achei” que ele tivesse me empurrado. Ele chorou, eu pude ver as suas lágrimas. Mas continuei firme, em busca de respostas para tamanha agressão. Ele informou que era viúvo, eletricista e que residia em Cajazeiras 7. Fizemos o B.O e fomos liberados. Um guarda da CCR Metrô disse que essa era a segunda vez que ele fazia isso, pois o segurança rapidamente reconheceu o agressor. Agora estamos esperando a audiência…"



Mais um caso de agressão denunciado em Salvador.

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