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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Mais de 8 mil baianos já morreram por doenças do coração em 2023

 


Mais de 8 mil baianos já morreram por doenças do coração em 2023; estilo de vida é fator de risco


As doenças do coração já mataram mais de 8 mil baianos em 2023. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), até 23 de agosto último, 8.743 baianos morreram vítimas de doenças do coração no Estado. Em meio ao Setembro Vermelho e a proximidade do Dia Mundial do Coração, lembrado em 29 de setembro, em que os cuidados com a saúde do nosso coração ficam em evidência, se reforça a importância da conscientização, prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares. 

Especialistas apontam que cerca de 80% das doenças cardíacas podem ser evitadas com apenas quatro atitudes saudáveis, como não fumar, praticar atividade física, ter uma dieta balanceada e evitar o consumo de álcool.


Em todo o país, as doenças do coração são responsáveis por 30% dos óbitos, o que corresponde a 400 mil mortes por ano, segundo o Ministério da Saúde. Em 2023, a Sociedade Brasileira de Cardiologia estima, por meio de seu "Cardiômetro", ferramenta que considera cálculos estatísticos e dados oficiais de óbitos, que 272.480 mortes ligadas a essas condições foram registradas no país até a manhã de 4 de setembro. 


De acordo com o vice-presidente da Associação Bahiana de Medicina (ABM) e conselheiro do Conselho Administrativo da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Dr. Nivaldo Filgueiras, a maioria das doenças cardíacas poderia ser evitada com medidas simples. 


“Esse quadro é explicado pelo ritmo da vida moderna, dietas com muito sal, gordura e açúcares, além de estresse e pouca atividade física. Por isso é tão importante consultar o cardiologista, fazer um checkup, para a prevenção e manutenção da saúde do coração. Além disso, se forem controlados os fatores de riscos, como hipertensão, colesterol, diabetes, sedentarismo, obesidade e o tabagismo, além de se tomar a medicação corretamente, quem sofre de doenças cardiovasculares vive melhor”, aponta.


Segundo o especialista, o passo inicial para uma vida mais saudável pode ser dado com uma dieta equilibrada, com proteínas, aminoácidos, fibras, carboidratos e gorduras. Segundo ele, é importante priorizar a diminuição do colesterol ruim, e evitar o consumo exacerbado de sal, que não deve ultrapassar 6 gramas por dia, e de açúcar 25 gramas. Por sua vez, o consumo de bebidas alcoólicas deve ser evitado. 


“Quando falamos em atividade física, caminhar 1 hora por dia já reduz os riscos de doenças cardiovasculares. Temos também as atividades diárias, como limpar a casa, varrer o jardim, passear com o cachorro e subir escadas, que são atividades físicas que ajudam a quebrar o sedentarismo”, alerta. 


O cuidado também se dá por conta dos fatores de risco, que envolvem o tabaco e outras drogas, que prejudicam o coração e não devem ser consumidos. “Se você for hipertenso ou diabético, deve-se seguir o tratamento corretamente e, caso esteja acima do peso, é melhor buscar emagrecer. Já o acompanhamento, com check-up anual, deve ser feito a partir dos 30 anos de idade, mas pessoas com histórico familiar de problemas no coração podem começar antes”, destaca Dr. Nivaldo. 


Sintomas 

As doenças cardiovasculares contam com sinais característicos que podem indicar problemas. Conforme o cardiologista, em casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), existe a confusão mental, formigamento, fraqueza ou diminuição da fora de um lado do corpo, além da dor de cabeça intensa, desmaio, perda de visão em um dos olhos ou alterações da fala. 


"Estamos falando da segunda principal causa de morte no Brasil, por isso é importante estar atento. É importante destacar também a importância de se buscar o especialista ao perceber esses sintomas”, observa. 


Já em casos de infarto, os sintomas mais comuns são a dor no peito, dor na região próxima ao estômago, a falta de ar e o suor frio. Enquanto a insuficiência cardíaca pode apresentar tosse seca, cansaço excessivo, palpitações, inchaço dos pés e pernas e falta de ar. A Doença Arterial Periférica, por sua vez, pode apresentar dor na panturrilha ao caminhar, mudança na coloração e na temperatura dos dedos e a dificuldade na cicatrização de feridas.

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