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quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Alto fluxo nos condomínios em festas de final de ano

 

Alto fluxo nos condomínios em festas de final de ano reforça a importância de cuidados na segurança


No período de festas de fim de ano, maior circulação de moradores e visitantes nos prédios reacende alerta de cuidados para evitar roubos e outros crimes


Com a chegada do fim de ano, principalmente em festas de Natal e Ano Novo, aumenta o fluxo de pessoas que circulam pelos condomínios. Além dos moradores fixos, descem a serra aqueles que têm apartamentos de temporada, isso sem contar os visitantes, como parentes que vêm passar a ceia de Natal em família. 


Este período requer um cuidado redobrado na segurança, tanto por parte dos profissionais que atuam no prédio, como por parte dos condôminos, cujos hábitos devem sempre visar a segurança coletiva do condomínio.


Segundo Alexandro Coelho, gerente operacional da Embraps, empresa especialista em fornecimento de mão de obra terceirizada, um exemplo de falha cometida por moradores é quando, ao entrar no prédio - seja em dias comuns ou com a alta movimentação nos períodos de fim de ano -, ele nota um outro indivíduo atrás dele e deixa o portão aberto para que entre. “O desconhecido pode passar despercebido pelo porteiro, que realiza, também, outras atividades no local”, alerta.


Uma situação inicialmente corriqueira como esta pode acabar em um roubo ao condomínio - e, em muitos casos, a culpa da falha do procedimento recai sobre o porteiro, ainda que não seja dele.


Nos períodos festivos em que moradores temporários e visitantes entram e saem do prédio, o trabalho do porteiro aumenta consideravelmente, o que demanda a colaboração por parte dos moradores.


“O morador, quando entende que faz parte do processo de entrada segura em um prédio, tem consciência de sempre colaborar com a portaria com informações completas e que facilitem o trabalho, faz muita diferença. Isso ajuda o porteiro a realizar os procedimentos que são constantemente reforçados em treinamentos e campanhas mensais”, explica o gerente.


 


Atenção ao uso da tecnologia


Os prédios mais novos contam com uma fechadura com biometria ou reconhecimento facial, que identifica o morador e é um reforço na segurança. Porém, o mau uso da ferramenta também pode abrir uma ‘janela de insegurança’. A exemplo do morador, que abre a porta com sua biometria e, na sequência, deixa ela aberta ou pergunta a um estranho se ele vai entrar. 


As garagens também são outro ponto de atenção. De acordo com o gerente operacional da Embraps, elas são um dos maiores riscos, pois muitos moradores entram com os veículos e em alguns casos não fecham os portões. Em outros, esquecem seus controles e pedem para o porteiro abrir o portão, desviando o foco de seu trabalho.


“Quando o recurso tecnológico é bem usado, é um ganho para a portaria porque nosso porteiro pode focar no mais importante que é a entrada do morador e qualquer outra pessoa que queira se aproveitar dessa janela de insegurança”, explica Coelho. 


Mas a tecnologia é uma aliada não só no dia a dia, mas também na segurança. O gerente operacional aponta que o uso de câmeras boas, sensores, equipamentos no controle de acesso, entre outras ferramentas são pilares para a melhor segurança do condomínio. Ela é uma ferramenta vital, também, em períodos de maior movimentação no prédio, sendo assim um auxílio no trabalho do porteiro.


 


Dicas e boas práticas


A Embraps, que trabalha com uma variedade de condomínios, atua em alguns clientes na conscientização de que o morador e a parte tecnológica de apoio fazem parte do processo de segurança do prédio, enfatizando que a garantia da segurança do condomínio é um trabalho conjunto dos funcionários do prédio e dos moradores. 


“Temos palestras curtas e objetivas, adaptadas a cada realidade de cliente, desde o mais tecnológico ao que tem a estrutura mais simples de segurança”, explica. De acordo com Coelho, essas ações levam ao morador a oportunidade de entender a segurança de sua moradia, quais são suas ferramentas e como usá-las na entrada e saída, com atenção a portões abertos e estranhos nos entornos. 


“Nossa ação é muito positiva e nos clientes onde houve a oportunidade de interação com os moradores, já verificamos bons resultados na percepção de segurança na união entre morador, portaria e materiais de apoio”, afirma.


Campanhas de conscientização feitas pelo próprio condomínio aos moradores, seja por reportagens, pequenos comunicados, entre outros meios, são efetivos, afirma Coelho - além de ter custo zero. 


“Quando o criminoso visa um local e percebe que há uma integração entre atuação humana, tecnologia e moradores cumprindo procedimentos, minimiza muito os riscos”, finaliza Alexandro Coelho.




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