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domingo, 10 de março de 2024

Rouquidão e Doença de Ménière atingem mais mulheres que homens

 
Rouquidão e Doença de Ménière atingem mais mulheres que homens, explica especialista


Procurar orientação médica é fundamental para combater e minimizar os sintomas que atrapalham a qualidade de vida de quem sofre desses problemas


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Mulheres representam 75% dos casos de Síndrome de Ménière (Imagem: Freepik)


Em etapas progressivas, tudo se inicia com uma pressão e entupimento no ouvido, piora na audição e zumbido. O desconforto persiste com a vertigem e sensação de rotação, desequilíbrio motor, náuseas e vômitos, em crises severas que podem durar de 20 minutos a uma hora. Apesar de poder aparecer em qualquer faixa etária e com mais frequência entre os 30 e 50 anos de idade; a Síndrome de Ménière é mais presente nas mulheres (75% dos casos) do que nos homens (25% das ocorrências) e representa um quadro clínico caracterizado pelo aumento da pressão no labirinto, estrutura do ouvido interno relacionada à audição e ao equilíbrio.


O otorrinolaringologista André Apenburg, diretor médico da Otorrino Center, empresa que integra o Grupo H+Brasil, uma das maiores holdings de saúde do país na área de multiespecialidades, explica que no intervalo entre as crises não há sintomas, e que seu diagnóstico se dá por exclusão, com análise do histórico do paciente, avaliação neuro-otológica e resposta clínica ao tratamento. “As causas da doença ainda não são muito claras, mas os pesquisadores já admitem que a Doença de Ménière pode ter origem inflamatória, traumática, autoimune, congênita ou de fundo hereditário e degenerativo dos órgãos internos do ouvido”, explica.


Segundo ele, por não haver cura até o momento atual, os tratamentos se concentram no alívio e na redução dos sintomas durante as crises e na prevenção delas quando as causas são definidas e consistem em injeção intratimpânica de antibióticos e cirurgia, se houver indicação segura, além da prescrição de medicações para tratar náuseas e vertigens, diuréticos, vasodilatadores e terapia de reabilitação.


As mulheres também sofrem mais com a rouquidão porque são mais sujeitas ao aparecimento de lesões nas cordas vocais e isso tem a ver com a própria anatomia corporal. A laringe feminina é menor em relação à masculina e consequentemente possui uma corda vocal de menor tamanho, o que dificulta a dispersão do impacto durante o esforço ao falar e concentra mais energia na região, predispondo ao aparecimento dos nódulos vocais. Para completar, em seu funcionamento, há um sistema de amortecimento, por assim dizer, que é realizado pelo ácido hialurônico, presente em menor quantidade e concentração nas mulheres. “Estes dois fatores somados já são suficientes para que os conhecidos calos vocais sejam mais comuns em mulheres em relação aos homens”, explica o otorrinolaringologista. De todo modo, o médico tranquiliza o público feminino dizendo que os nódulos vocais são lesões benignas e sem risco de transformação maligna.


André Apenburg ressalta que é imprescindível procurar o otorrinolaringologista quando a rouquidão persistir por mais que duas semanas e quando aparecerem sinais de ouvido tampado, zumbido, perda de audição e vertigens. “Ficar atento aos sinais é de fundamental importância para o paciente, pois todo diagnóstico precoce feito por um especialista vai facilitar o tratamento medicamentoso, fonoaudiológico e cirúrgico, se houver necessidade, contribuindo para uma melhor qualidade de vida”, confirma.


Otorrino Center – Com mais de 20 anos sendo uma grande referência em Otorrinolaringologia, a Otorrino Center atua com Otologia e Otoneurologia, Rinologia, Laringologia, Estomatologia e Medicina do Sono no segmento infantil e adulto. A clínica também é referência em tratamentos especializados para otites, perda auditiva, tontura, zumbido, timpanoplastia, sinusite, desvio de septo, nariz entupido, rinite, sangramento nasal, dor de garganta, engasgos, rouquidão, refluxo, apneia do sono, ronco em adultos, crianças e bebês, e tumores de cabeça e pescoço, por exemplo. Na Otorrino Center são oferecidas diversas modalidades cirúrgicas: tratamento de perfurações timpânicas e otites crônicas, correção das orelhas de abano, implantação de tubo de ventilação, endoscópica nasal, plástica de nariz, amígdalas e adenóides, cabeça e pescoço, além de crânio-maxilo-facial. Informações: https://otorrinocenter.com/


Grupo H+Brasil (Hospital Dia e Otorrino Center) – Focado no atendimento de multiespecialidades médicas, a holding foi fundada em 2017 e já soma mais de 12 milhões de atendimentos em diferentes regiões do país. Conta com 32 marcas, aproximadamente 100 unidades de atendimento, mais de 3.000 colaboradores e 1.500 médicos especialistas. Além da referência em Oftalmologia com o Grupo Opty, maior grupo da América Latina, o H+ Brasil tem focado suas ações pelo país em Ortopedia (Ortocity, Instituto Osmar de Oliveira e CRS) e em Urologia (Urobrasil), tendo como destaque a Otorrinolaringologia a partir de Salvador (Otorrino Center). Para reforçar o compromisso com a qualidade e a segurança no cuidado dos pacientes, o grupo inaugurou, na Bahia, em abril de 2022, o seu primeiro Hospital Dia de todo o Brasil. Informações: https://grupohmaisbrasil.com.br  


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