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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Como Evitar a Deselegância com Pessoas Não Binárias


 

Respeito e Inclusão: Como Evitar a Deselegância com Pessoas Não Binárias


Em um mundo cada vez mais consciente da diversidade de gênero, é essencial entender e respeitar todas as identidades de gênero. As pessoas não binárias, que não se identificam exclusivamente como homem ou mulher, representam cerca de 2% da população adulta brasileira. No entanto, ainda há um estigma significativo e desafios associados a ser uma pessoa não binária.


A linguagem desempenha um papel crucial na inclusão e no respeito às pessoas não binárias. A linguagem neutra, que evita a exclusão de pessoas não binárias e intersexo, é uma ferramenta importante para garantir que todas as pessoas sejam tratadas de igual forma e tenham suas identidades respeitadas.


A influenciadora e cantora Juvi Chagas, que se identifica como uma pessoa não-binária, tem usado suas redes sociais para promover a compreensão e o respeito pelas pessoas não-binárias. Em seus posts e vídeos, Juvi ensina constantemente aos seguidores sobre como interagir de maneira respeitosa com pessoas não-binárias, de forma leve e informativa.


"A perspectiva não-binária é um contraponto ao extremismo de direita. Ao adotarmos essa visão do mundo, ampliamos a compreensão e aceitação, beneficiando não apenas pessoas não binárias, mas também aquelas que se identificam como trans ou cis. Essa abertura nos permite entender mais profundamente a diversidade humana, transcender os moldes rígidos da cisnormatividade e construir uma sociedade mais inclusiva e compassiva para todos." - conta Juvi Chagas. 


Recentemente, Juvi participou de uma trend na qual compartilhou sua própria experiência como pessoa não binária. No vídeo, fala abertamente sobre as perguntas e suposições que as pessoas frequentemente fazem sobre pessoas não-binárias. Destaca a importância de perguntar às pessoas como gostariam de ser chamadas e de evitar suposições baseadas na aparência de alguém.


"Quando uma pessoa não-binária se deita sem roupa, com a cabeça no travesseiro, sua identidade não muda. Sua verdadeira essência continua a mesma, refletindo quem são e como se identificam internamente, independentemente das aparências externas." - explica Juvi.


Juvi destaca que a não-binariedade não é uma questão de neutralidade, mas sim de reconhecimento e respeito pela individualidade de cada pessoa. Ao compartilhar sua experiência e conhecimento, ela está desafiando os estereótipos comuns e encorajando uma conversa mais aberta e respeitosa sobre o assunto.


"As identidades de gênero não binárias nos desafiam a repensar as limitações de nossas próprias percepções e a abraçar a diversidade como um valor fundamental em nossa sociedade." - finaliza Juvi Chagas.


Todos nós temos a responsabilidade de aprender e entender mais sobre as identidades de gênero não binárias, e usar esse conhecimento para promover um ambiente mais inclusivo e acolhedor para todos. Ao reconhecer e respeitar as identidades de gênero de cada pessoa, estamos dando passos importantes em direção a um mundo verdadeiramente diversificado e inclusivo.

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