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sábado, 6 de abril de 2024

Quem tem mais chances de desenvolver Covid Longa?

 
Quem tem mais chances de desenvolver Covid Longa: homens ou mulheres?


Para responder essa e outras perguntas sobre a Condição pós-Covid, cientistas brasileiros precisam da colaboração de voluntários no Estudo Covid Longa Brasil


Quem tem mais chances de desenvolver Covid Longa: homens ou mulheres?


Para responder essa e outras perguntas sobre a Condição pós-Covid, cientistas brasileiros precisam da colaboração de voluntários no Estudo Covid Longa Brasil


Para buscar o entendimento de quais pessoas estão mais suscetíveis à Condição pós-Covid ou Covid Longa, qual o impacto na qualidade de vida e em aspectos da saúde física, psicológica e mental, um dos estudos conduzidos por cientistas brasileiros é o Estudo Covid Longa Brasil. E o sucesso na busca por respostas para essas e tantas outras perguntas, que intrigam profissionais da saúde e pessoas que sofrem dessa condição, depende da participação de 1694 voluntários, considerando homens e mulheres, de diferentes faixas etárias e regiões do país.


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Condição pós-Covid é definida como sintomas que surgem dentro de três meses após a infecção inicial pelo SARS-CoV-2 e persistem por mais de dois meses. Essas condições podem ter um impacto significativo na qualidade de vida e, em alguns casos, evoluir para complicações graves. Boa parte dos estudos realizados nesse tema mostram que as mulheres apresentam maior risco de desenvolver sintomas de longa duração após um episódio de COVID-19. Entretanto, essa informação ainda precisa ser mais bem estudada pois uma das maiores limitações nos estudos é que as mulheres tendem a ser mais atentas a mudanças em sua saúde e, por questões culturais, mais abertas a relatarem essas mudanças.


"Para entender a Condição pós-Covid ou Covid Longa, precisamos da participação ativa de voluntários diversos", explica o médico intensivista Regis Goulart Rosa, um dos pesquisadores do estudo. "A diversidade dos voluntários nos ajudará a compreender os sintomas e os fatores subjacentes associados à Covid Longa, possibilitando medidas de prevenção, identificação e tratamento mais eficazes", acrescenta Rosa.


Até agora a pesquisa já contou com a participação de mais de 450 voluntários de diferentes lugares do país. Cerca de 90%, são mulheres e a maioria entre 40 e 60 anos de idade. “Voluntárias nesta faixa etária ainda são necessárias na pesquisa, mas precisamos muito da colaboração de homens adultos de todas as idades, e de pessoas entre 18 e 25 anos e acima dos 65 anos de idade”, ressalta Rosa ao explicar: “Isso é fundamental para garantir que os resultados da pesquisa reflitam a diversidade da população”.


As pessoas interessadas em participar da pesquisa devem ter 18 anos ou mais, residir no Brasil, pelo menos uma vez ter testado positivo para Covid-19 a partir de 2022, independentemente do desenvolvimento de novos sintomas após a infecção. Para se voluntariar no Estudo Covid Longa Brasil, os interessados podem preencher o formulário disponível em https://www.covidlonga.com.br. A equipe de pesquisa entrará em contato para agendar uma entrevista.


O Estudo Covid Longa Brasil é conduzido pela Inova Medical e financiado pela Merck Sharp & Dohme (MSD) do Brasil, com aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento sob o parecer 6.008.948 de 18 de abril de 2023 - CAAE 68343923.7.0000.5330. A participação dos voluntários é fundamental para o avanço da Ciência na compreensão e no tratamento da Covid Longa, contribuindo para a saúde pública.


Como a pesquisa é conduzida?


Maicon Falavigna, médico epidemiologista e pesquisador responsável pelo Estudo Covid Longa Brasil, explica que a pesquisa é conduzida por meio de uma entrevista telefônica, na qual são realizadas perguntas gerais sobre a saúde e hábitos de vida antes e após a infecção pelo vírus. Também são aplicados testes validados para a avaliação de condições de saúde física, mental e psicológica.


“A entrevista é conduzida por profissionais da saúde treinados na aplicação dos testes e na identificação dos sintomas a partir do relato dos participantes”, detalha Falavigna. Antes de iniciar a entrevista, o participante recebe um termo no qual estão descritos os procedimentos do estudo e a pesquisa só é conduzida mediante o registro do seu consentimento. Além disso, há o compromisso dos pesquisadores com a confidencialidade dos dados. Ao final da entrevista, o participante recebe um relatório com os resultados dos testes aplicados.


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