
Dança, teatro, cinema, literatura, cultura afro-brasileira e arte. Tudo isso misturado como numa receita muito bem elaborada e que, ainda por cima, resulta em inclusão social na periferia. O Centro Cultural Plataforma (CCP) comemorou um ano de sua reabertura, neste domingo, 08. A festa continua durante esta semana, com uma programação diferente por dia, até o próximo domingo.
A iniciativa é brindada por jovens do subúrbio ferroviário de Salvador, que passaram a ter uma vivência mais estreita com várias formas de arte e, conseqüentemente, com o exercício da cidadania.
A semana de eventos foi batizada de Caldeirão Cultural. Os grupos de artistas locais foram os grandes responsáveis pela reforma e reinauguração do centro, que ficou inativo durante 20 anos e hoje é tido como o principal meio de difusão cultural do subúrbio.
“O grande diferencial deste centro é que ele só existe porque os grupos culturais de Plataforma lutaram pela sua reconstrução. Nenhum outro centro de cultura no Estado ofereceu um projeto de gestão pronto. Além disso, foi a comunidade também que elegeu a pessoa que coordenaria o centro, não permitiram que fosse uma indicação política”, conta a coordenadora eleita para atuar no centro, Ana Vaneska, graduada em licenciatura em teatro.
Ela explica que quase todos os projetos desenvolvidos pela comunidade têm uma preocupação social. “Ou quer tirar as mulheres do centro da violência, ou os jovens do mundo do tráfico. Esse olhar sobre uma comunidade sendo oxigenada através da arte está presente em todos os grupos”, orgulha-se.
Infra-estrutura – Com capacidade para receber 200 pessoas, infra-estrutura de som, luz, projeção de vídeos, salas para ensaios e camarins, o Centro Cultural Plataforma surpreende quem o conhece e não deixa nada a desejar em comparação com os outros teatros da cidade. “Ainda há coisas que pretendemos melhorar, mas, com certeza, temos um bom equipamento disponível para cultura na periferia”, avalia a representante.
A iniciativa é brindada por jovens do subúrbio ferroviário de Salvador, que passaram a ter uma vivência mais estreita com várias formas de arte e, conseqüentemente, com o exercício da cidadania.
A semana de eventos foi batizada de Caldeirão Cultural. Os grupos de artistas locais foram os grandes responsáveis pela reforma e reinauguração do centro, que ficou inativo durante 20 anos e hoje é tido como o principal meio de difusão cultural do subúrbio.
“O grande diferencial deste centro é que ele só existe porque os grupos culturais de Plataforma lutaram pela sua reconstrução. Nenhum outro centro de cultura no Estado ofereceu um projeto de gestão pronto. Além disso, foi a comunidade também que elegeu a pessoa que coordenaria o centro, não permitiram que fosse uma indicação política”, conta a coordenadora eleita para atuar no centro, Ana Vaneska, graduada em licenciatura em teatro.
Ela explica que quase todos os projetos desenvolvidos pela comunidade têm uma preocupação social. “Ou quer tirar as mulheres do centro da violência, ou os jovens do mundo do tráfico. Esse olhar sobre uma comunidade sendo oxigenada através da arte está presente em todos os grupos”, orgulha-se.
Infra-estrutura – Com capacidade para receber 200 pessoas, infra-estrutura de som, luz, projeção de vídeos, salas para ensaios e camarins, o Centro Cultural Plataforma surpreende quem o conhece e não deixa nada a desejar em comparação com os outros teatros da cidade. “Ainda há coisas que pretendemos melhorar, mas, com certeza, temos um bom equipamento disponível para cultura na periferia”, avalia a representante.
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