Os homens na faixa etária entre 20 e 39 anos são o alvo principal, na Bahia, da Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola, que começará no dia 9 de agosto, juntamente com o início da segunda etapa da vacinação contra a poliomielite, e prossegue até 12 de setembro. A meta é que sejam vacinadas 4,8 milhões de pessoas no estado, 1,5 milhão delas em Salvador. O assunto foi tema de apresentação, hoje (29), na primeira reunião do Comitê Técnico Assessor do Programa Estadual de Imunizações da Bahia (CTA-PEI/BA), realizada na Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Sesab.
A diretora de Vigilância Epidemiológica da Sesab, Alcina Andrade, acredita nos bons resultados das campanhas contra a rubéola e a pólio, cuja primeira etapa acontecerá de 9 a 27 de junho, com pico no dia 14 de junho. “Nosso programa se construiu em histórias de sucesso e esta será mais uma”, disse Alcina, ao apresentar dados sobre a atuação da Coordenação de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep).
“Embora a cobertura contra a pólio venha caindo na primeira etapa de vacinação, desde 2003, nossa preocupação maior é com a rubéola. Mas estamos certos de contar com o apoio do Estado”, disse Ana Rita Vasconcelos, do Controle das Doenças Imunopreveníveis da Vigilância Epidemiológica de Salvador. A enfermeira Marlene Tavares Carvalho, secretária executiva do Programa Nacional de Imunização e assessora da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde, da Sesab, aponta a Campanha Nacional de Vacinação pela Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) no Brasil como a maior já desenvolvida no país.
A diretora de Vigilância Epidemiológica da Sesab, Alcina Andrade, acredita nos bons resultados das campanhas contra a rubéola e a pólio, cuja primeira etapa acontecerá de 9 a 27 de junho, com pico no dia 14 de junho. “Nosso programa se construiu em histórias de sucesso e esta será mais uma”, disse Alcina, ao apresentar dados sobre a atuação da Coordenação de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep).
“Embora a cobertura contra a pólio venha caindo na primeira etapa de vacinação, desde 2003, nossa preocupação maior é com a rubéola. Mas estamos certos de contar com o apoio do Estado”, disse Ana Rita Vasconcelos, do Controle das Doenças Imunopreveníveis da Vigilância Epidemiológica de Salvador. A enfermeira Marlene Tavares Carvalho, secretária executiva do Programa Nacional de Imunização e assessora da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde, da Sesab, aponta a Campanha Nacional de Vacinação pela Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) no Brasil como a maior já desenvolvida no país.
*Com informações da Secretaria de Saúde.
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