
Agentes de combate à Dengue têm enfrentado dificuldades para entrar em casas e apartamentos em Salvador. Segundo eles, o problema é mais comum nas chamadas áreas nobres da cidade. Em bairros de classe média, como a Pituba, os agentes de saúde levam mais tempo tentando ter acesso aos imóveis do que na vistoria.
'A partir do momento em que nós não temos acesso à residência, o trabalho de combate à Dengue fica comprometido', afirma um funcionário da Saúde. Para entrar nos prédios, os agentes também apresentam primeiro a identificação. Eles vistoriam jardins, piscinas e outras áreas de circulação dos moradores.
Mas para que os agentes tenham acesso aos apartamentos, antes os porteiros consultam os moradores. Em um edifício, os profissionais conseguiram autorização para visitar dez dos vinte apartamentos. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, os focos dos mosquitos nos edifícios preocupam.
O índice de infestação é de 3,7%, enquanto o aceitável pelo Ministério da Saúde é menor que 1%. 'O agente de saúde faz a parte dele, mas a maior contribuição tem que ser por parte dos moradores', conta o biólogo Raul Silveira.
'A partir do momento em que nós não temos acesso à residência, o trabalho de combate à Dengue fica comprometido', afirma um funcionário da Saúde. Para entrar nos prédios, os agentes também apresentam primeiro a identificação. Eles vistoriam jardins, piscinas e outras áreas de circulação dos moradores.
Mas para que os agentes tenham acesso aos apartamentos, antes os porteiros consultam os moradores. Em um edifício, os profissionais conseguiram autorização para visitar dez dos vinte apartamentos. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, os focos dos mosquitos nos edifícios preocupam.
O índice de infestação é de 3,7%, enquanto o aceitável pelo Ministério da Saúde é menor que 1%. 'O agente de saúde faz a parte dele, mas a maior contribuição tem que ser por parte dos moradores', conta o biólogo Raul Silveira.
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