Denúncia de fraude suspende concurso em Lauro de Freitas. Confusão interrompeu a prova duas horas antes do prazo previsto para o seu encerramento.
Uma denúncia de fraude no Concurso Público da Câmara Municipal de Lauro de Freitas provocou tumulto na porta da Unime neste domingo, 15, onde o exame estava sendo aplicado. Alguns dos concorrentes alegam ter visto outros candidatos com o gabarito do exame.Além disso, fizeram queixas sobre ausência de nomes nas listas de inscritos. Márcio Santos, que tentava uma vaga para motorista, reclamou da desorganização. “O que eles queriam era aplicar a prova de qualquer maneira”. O término da prova estava marcado para as 12 horas, mas às 10 horas ninguém estava mais nas salas da instituição.
A Câmara Municipal de Lauro de Freitas escolheu a empresa S&R Concursos e Pesquisas para a elaboração da prova. Os candidatos acusam a empresa de venda dos gabaritos. Acusações – “Tinha salas que os fiscais receberam o pacote das provas já aberto, gente com a prova já respondida e gente com o gabarito na mão. Foi um concurso completamente fraudado”, acusa um dos participantes, que não quis se identificar. Questões com palavras erradas e faltando alternativas para a resposta também foram apresentadas à reportagem por participantes.Vários candidatos também afirmaram que a sede da S&R Concursos e Pesquisas funciona em uma casa em Vilas do Atlântico e que as inscrições eram recebidas pela trabalhadora doméstica da residência. Outros afirmaram que entraram para fazer a prova sem apresentar a carteira de identidade.O presidente da Câmara Municipal de Lauro de Freitas, Jorge Bahiense, disse que a anulação não é certa e que, primeiro, vai analisar o que aconteceu. "A gente tem a consciência tranqüila de não ter feito nada de errado. Algumas pessoas é que causaram o tumulto".Bahiense afirmou que os responsáveis por causar o tumulto já foram identificados e serão denunciados à polícia. Sobre a empresa S&R Concursos e Pesquisas, o presidente garante que ela foi escolhida por licitação. "Quem tem boca fala o que quer", afirmou sobre as acusações de que a empresa funciona em uma residência. A prova marcada para as 8 horas, começou em algumas salas às 8h30. Gabriela Novaes, estudante da Unime, aponta falhas na organização. "Na porta não tinha o nome de ninguém, os poucos fiscais que tinham gritavam para as pessoas entrarem nas salas, uma desorganização total. Uma senhora que estava amamentando um bebê quando viu a invasão das salas ficou com medo de acontecer alguma coisa com a criança", relatou.No edital, todos os salários, independentes do nível escolar, são de R$ 600 e a carga horária de 40 horas. Segundo os candidatos, as provas também não tinham nenhuma diferença. Mesmo que o candidato tivesse o nível médio, a prova foi igual a dos concorrentes de nível fundamental. No total foram abertas 43 vagas para funções como agente legislativo, agente de expediente, digitador, dentre outras.
*Fonte atarde
Uma denúncia de fraude no Concurso Público da Câmara Municipal de Lauro de Freitas provocou tumulto na porta da Unime neste domingo, 15, onde o exame estava sendo aplicado. Alguns dos concorrentes alegam ter visto outros candidatos com o gabarito do exame.Além disso, fizeram queixas sobre ausência de nomes nas listas de inscritos. Márcio Santos, que tentava uma vaga para motorista, reclamou da desorganização. “O que eles queriam era aplicar a prova de qualquer maneira”. O término da prova estava marcado para as 12 horas, mas às 10 horas ninguém estava mais nas salas da instituição.
A Câmara Municipal de Lauro de Freitas escolheu a empresa S&R Concursos e Pesquisas para a elaboração da prova. Os candidatos acusam a empresa de venda dos gabaritos. Acusações – “Tinha salas que os fiscais receberam o pacote das provas já aberto, gente com a prova já respondida e gente com o gabarito na mão. Foi um concurso completamente fraudado”, acusa um dos participantes, que não quis se identificar. Questões com palavras erradas e faltando alternativas para a resposta também foram apresentadas à reportagem por participantes.Vários candidatos também afirmaram que a sede da S&R Concursos e Pesquisas funciona em uma casa em Vilas do Atlântico e que as inscrições eram recebidas pela trabalhadora doméstica da residência. Outros afirmaram que entraram para fazer a prova sem apresentar a carteira de identidade.O presidente da Câmara Municipal de Lauro de Freitas, Jorge Bahiense, disse que a anulação não é certa e que, primeiro, vai analisar o que aconteceu. "A gente tem a consciência tranqüila de não ter feito nada de errado. Algumas pessoas é que causaram o tumulto".Bahiense afirmou que os responsáveis por causar o tumulto já foram identificados e serão denunciados à polícia. Sobre a empresa S&R Concursos e Pesquisas, o presidente garante que ela foi escolhida por licitação. "Quem tem boca fala o que quer", afirmou sobre as acusações de que a empresa funciona em uma residência. A prova marcada para as 8 horas, começou em algumas salas às 8h30. Gabriela Novaes, estudante da Unime, aponta falhas na organização. "Na porta não tinha o nome de ninguém, os poucos fiscais que tinham gritavam para as pessoas entrarem nas salas, uma desorganização total. Uma senhora que estava amamentando um bebê quando viu a invasão das salas ficou com medo de acontecer alguma coisa com a criança", relatou.No edital, todos os salários, independentes do nível escolar, são de R$ 600 e a carga horária de 40 horas. Segundo os candidatos, as provas também não tinham nenhuma diferença. Mesmo que o candidato tivesse o nível médio, a prova foi igual a dos concorrentes de nível fundamental. No total foram abertas 43 vagas para funções como agente legislativo, agente de expediente, digitador, dentre outras.
*Fonte atarde
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