
O traficante Genílson Lino da Silva, o Perna, foi transferido ontem, quinta-feira, 5, por volta de 10h, para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. A mega-operação de transferência começou por volta de 9h30 e teve a participação de cerca de 100 policiais civis e militares.
A ação foi acompanhada por autoridades, como o delegado-chefe da Polícia Civil Joselito Bispo e pelo diretor do Departamento de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), delegado Hélio Jorge.
Perna ficará no mesmo presídio dos traficantes Juan Carlos Abadía e Luiz Fernando da Costa (Fernandinho Beira-Mar). A transferência de Perna foi apressada com medo de fuga do traficante. Nesta quarta-feira, 4, um falso policial tentou entregar um celular para o criminoso, mas foi flagrado antes de ter contato com Perna.
O traficante estava detido na Penitenciária Lemos Brito, de onde comandava o tráfico de drogas no estado, mas durante a Operação "Big Bang", realizada nesta segunda-feira, 2, a polícia encontrou R$280 mil na cela de Perna, além de armas, por isso transferiu o criminoso para o Complexo dos Barris, onde ele estava até esta manhã.
De acordo com o Ministério Público do Estado (MPE), a vaga para Perna em Catanduvas foi solicitada pelo órgão desde o último dia 29, antes mesmo da Operação "Big Bang" ser deflagrada. A liberação para a transferência foi emitida nesta quarta-feira, 4, pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) por causa da "urgência".
Mas Perna ficará na penitenciária de forma provisória, por 60 dias, enquantos são providenciados os documentos de admissão definitivos. De acordo com o promotor Paulo Gomes, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), o MP solicitará ainda nesta quinta-feira que a Vara de Execuções Penais providencie toda documentação e encaminha para a Justiça Federal de Catanduvas.
As investigações sobre as "regalias" concedidas a alguns presos no sistema prisional baiano começaram em março de 2006 e culminou na operação "Big Bang".
*Com informações do A TARDE
A ação foi acompanhada por autoridades, como o delegado-chefe da Polícia Civil Joselito Bispo e pelo diretor do Departamento de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), delegado Hélio Jorge.
Perna ficará no mesmo presídio dos traficantes Juan Carlos Abadía e Luiz Fernando da Costa (Fernandinho Beira-Mar). A transferência de Perna foi apressada com medo de fuga do traficante. Nesta quarta-feira, 4, um falso policial tentou entregar um celular para o criminoso, mas foi flagrado antes de ter contato com Perna.
O traficante estava detido na Penitenciária Lemos Brito, de onde comandava o tráfico de drogas no estado, mas durante a Operação "Big Bang", realizada nesta segunda-feira, 2, a polícia encontrou R$280 mil na cela de Perna, além de armas, por isso transferiu o criminoso para o Complexo dos Barris, onde ele estava até esta manhã.
De acordo com o Ministério Público do Estado (MPE), a vaga para Perna em Catanduvas foi solicitada pelo órgão desde o último dia 29, antes mesmo da Operação "Big Bang" ser deflagrada. A liberação para a transferência foi emitida nesta quarta-feira, 4, pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) por causa da "urgência".
Mas Perna ficará na penitenciária de forma provisória, por 60 dias, enquantos são providenciados os documentos de admissão definitivos. De acordo com o promotor Paulo Gomes, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), o MP solicitará ainda nesta quinta-feira que a Vara de Execuções Penais providencie toda documentação e encaminha para a Justiça Federal de Catanduvas.
As investigações sobre as "regalias" concedidas a alguns presos no sistema prisional baiano começaram em março de 2006 e culminou na operação "Big Bang".
*Com informações do A TARDE
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