Eu fiz questão de trazer essa matéria da Tribuna da bahia pra vocês porque certa vez testemunhei uma ação mirabolante de desembarque em Mar Grande, onde fiquei preocupada com o perigo de alguem cair no mar. Registrei com algumas imagens e agora anexo a este texto.
Das mais de onze mil embarcações que navegam pela Baía de Todos os Santos, cerca de 300 (1% a 2%) são irregulares, ou seja, não são inscritas na Capitania dos Portos da Bahia nem apresentam as condições de segurança exigidas pelo órgão. O dado revela o risco ainda existente em mares baianos. De acordo com a Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário, a função de fiscalizar a segurança dos barcos e as condições do mar é exercida pela Marinha do Brasil. Segundo o capitão dos Portos da Bahia, Ricardo Luiz de Novaes Moniz de Aragão, as embarcações inscritas na Capitania passam por uma série de verificações documentais e materiais. Até mesmo os navios mercantes são inspecionados pelo órgão. Na análise material são observados os coletes salva-vidas, bóias, extintores de incêndio, bomba de esgoto, condições de operação do motor da embarcação e equipamento de rádio. São exigidos ainda, principalmente para embarcações de passeio e esporte com menos 24 metros - as luzes de navegações, agulha magnética ou bússola, buzina ou apito, material de primeiros socorros, lanterna elétrica, quadros, artefatos pirotécnicos, cartas náuticas, refletor e radar “A inscrição da embarcação é a primeira medida de segurança da embarcação. Em paralelo a isso, a Capitania realiza atividades de inspeções que são feitas aleatoriamente e em percurso não determinado. Se anunciarmos o local em que faremos as inspeções e ou fixarmos os pontos, as pessoas irão saber e não vão aparecer”, explica o capitão. Conforme ele, além da inspeção naval realizada pela Capitania, a marinha brasileira por meio dos navios do 2º Distrito Naval realiza freqüentemente patrulhas em todo o litoral baiano. “Fazemos isso durante todos os dias do ano e em locais diferentes”, assegura, ratificando que o grande responsável pela embarcação ainda é o proprietário.
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