Os alunos do Colégio Central que aparecem num vídeo com cenas de sexo, propagado através dos celulares dos colegas, já voltaram a freqüentar as aulas. A informação foi confirmada pelo vice-diretor da unidade de ensino, Janildo Lago. Gilvan Queiroz de Almeida, 19 anos, e a colega de 14 anos haviam deixado de ir à escola desde o dia 9, após a repercussão causada pela divulgação das imagens na comunidade escolar.Lago preferiu não dar informações sobre o ocorrido e considera que o fato reflete o descaso com o setor. “Acredito que esta situação, que aconteceu fora das dependências da escola, é resultado da falta de investimentos nos valores humanos e na educação, de uma forma geral. Estamos colhendo os frutos amargos de uma árvore que não vem sendo cuidada ao longo de muitos anos”, desabafa.No último dia 11, os pais da menina estiveram no Colégio Central para conversar com o diretor da instituição, Jorge Nunes. Após a reunião, eles se encaminharam à Delegacia Especializada de repressão a Crimes contra a criança e o adolescente (Derca) onde prestaram queixa contra Gilvan pelo crime de pornografia infanto-juvenil.As cenas teriam sido gravadas pelo aparelho celular de Gilvan e de lá passadas aos telefones móveis de outros colegas, sem o consentimento da menina. O estudante, no entanto, alega não ser responsável pela divulgação das imagens. No próximo dia 26, o rapaz presta depoimento na Derca sobre o assunto.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Assinar:
Postar comentários
(
Atom
)
0 comentários :
Postar um comentário