Em nome da segurança ou falta de segurança, a sociedade se apropria de tecnologias e expõe situações de privacidade. Atualmente, onde menos se espera tem uma câmera filmando transeuntes. Se não for ela, é o celular que toca com alguém para saber onde se está, ou um GPS em aparelho de uso pessoal que denuncia o que se faz e a localização. Em paralelo ao crescimento da violência em Salvador (aumento de 17,4% em furtos de veículos de 2006 para 2007, por exemplo) está a formação de uma sociedade vigiada. O setor de segurança eletrônica cresceu 13% ano passado e prevê 18% de acréscimo no faturamento deste ano. A partir de dezembro deste ano, em 24 pontos de Salvador, uma câmera será instalada para “fiscalizar” a cidade. Na entrada de prédios públicos e particulares, ou mesmo na área interna e elevadores, o equipamento eletrônico já é usado como objeto de controle. Na via pública, 60 fotossensores e 43 radares monitoram carros que trafegam. Alguns dos veículos ainda contam com sistema de rastreamento e controle de velocidade. Eis sinais que confirmam a tendência da capital baiana em ser uma cidade monitorada.
domingo, 6 de julho de 2008
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