A polícia ainda não conseguiu identificar nenhum dos dois maníacos que ocupando um automóvel sedan, branco, com um revólver em punho, raptaram, assaltaram e espancaram pelo menos cinco mulheres, desde 27 de fevereiro. Muitas foram vítimas de violências sexuais e o drama delas é vivida também por muitas outras mulheres em Salvador e interiores da Bahia. O problema já foi denunciado por A TARDE no dia 4 de abril do ano passado.
Números da Secretaria da Segurança Pública (Centro de Documentação e Estatística Policial) mostram que, no ano passado, na Bahia, enquanto 1.069 mulheres foram vítimas da violência, apenas 17% dos acusados foram identificados pela polícia e denunciados à Justiça. Entre 2005 e 2007, houve 3.376 casos – média de 1.125 mil estupros por ano e 93 casos por mês na Bahia.
Só para se ter uma idéia, no ano de 2007, 762 novos casos foram atendidos no Serviço Viver, projeto criado em 2001, vinculado à Secretaria da Segurança Pública (SSP). Destes, 46% eram de estupro; 36%, de atentado violento ao pudor (que abrange práticas como sexo oral e sexo anal); e 9% conjugavam ambos os crimes.
Casos – Na segunda à noite mais dois casos ocorreram em Itapuã e São Caetano. Uma das vítimas, despida, foi deixada à noite, ferida, em uma estrada no Centro Industrial de Aratu (CIA). De acordo com todas as testemunhas, um dos estupradores é magro, cabo verde (pele escura e cabelos lisos), estatura mediana.
O outro, gordo, face arredondada, parece dar as ordens e, freqüentemente está ao volante dando ordens ao parceiro. Todas as vítimas dizem que os acusados possuem as mesmas características Ambos têm entre 25 e 30 anos, e se comunicam usando os apelidos Zé e Brother. Boa parte das vítimas é abandonada no Centro Industrial Aratu (CIA) e amarga a não informações sobre a autoria das violências sofridas.
Nenhum dos cinco estupros tiveram autoria identificadas por unidades de Salvador e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). A delegada Francineide Moura, titular da 12ª CP (Delegacia de Itapuã) disse que está apurando os casos ocorridos nas áreas de sua responsabilidade.
Números da Secretaria da Segurança Pública (Centro de Documentação e Estatística Policial) mostram que, no ano passado, na Bahia, enquanto 1.069 mulheres foram vítimas da violência, apenas 17% dos acusados foram identificados pela polícia e denunciados à Justiça. Entre 2005 e 2007, houve 3.376 casos – média de 1.125 mil estupros por ano e 93 casos por mês na Bahia.
Só para se ter uma idéia, no ano de 2007, 762 novos casos foram atendidos no Serviço Viver, projeto criado em 2001, vinculado à Secretaria da Segurança Pública (SSP). Destes, 46% eram de estupro; 36%, de atentado violento ao pudor (que abrange práticas como sexo oral e sexo anal); e 9% conjugavam ambos os crimes.
Casos – Na segunda à noite mais dois casos ocorreram em Itapuã e São Caetano. Uma das vítimas, despida, foi deixada à noite, ferida, em uma estrada no Centro Industrial de Aratu (CIA). De acordo com todas as testemunhas, um dos estupradores é magro, cabo verde (pele escura e cabelos lisos), estatura mediana.
O outro, gordo, face arredondada, parece dar as ordens e, freqüentemente está ao volante dando ordens ao parceiro. Todas as vítimas dizem que os acusados possuem as mesmas características Ambos têm entre 25 e 30 anos, e se comunicam usando os apelidos Zé e Brother. Boa parte das vítimas é abandonada no Centro Industrial Aratu (CIA) e amarga a não informações sobre a autoria das violências sofridas.
Nenhum dos cinco estupros tiveram autoria identificadas por unidades de Salvador e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). A delegada Francineide Moura, titular da 12ª CP (Delegacia de Itapuã) disse que está apurando os casos ocorridos nas áreas de sua responsabilidade.
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