O soteropolitano está sendo obrigado a mudar o comportamento. Como se já não bastasse a lei seca, com a severa fiscalização da Superintendência de Engenharia de Tráfego (Set), nos últimos meses, o índice de assassinatos nos bares da capital baiana aumentou. Quem gosta de tomar uma cervejinha nesses estabelecimentos comerciais pensa duas vezes antes de sair de casa. A velha e rotineira balada com os amigos, ou até mesmo o famoso happy hour não tem mais o mesmo sabor. “É triste, mas o ser humano está perdendo o valor da vida”, ressaltou o autônomo Ricardo Moraes, 40 anos. Ele afirmou ainda, estar evitando sair à noite. Freqüentar barzinhos, não está mais incluso na sua programação. Por causa das inúmeras mortes acontecendo em Salvador, a professora Regiane Mesquita, 21 anos, disse estar refém das grades e cadeados. “Vivemos presos e os bandidos à solta. Onde está a nossa liberdade?. Infelizmente nessa questão as autoridades estão de mãos atadas. É uma vergonha, mas nada é feito para ao menos diminuir a quantidade de mortes de inocentes”. De acordo com ela a situação vem aumentando a cada dia. “Antigamente saía tranqüila nas ruas, mas atualmente a situação é diferente, transito apenas com meus documentos”. quinta-feira, 24 de julho de 2008
Sair a noite em Salvador ficou perigoso
O soteropolitano está sendo obrigado a mudar o comportamento. Como se já não bastasse a lei seca, com a severa fiscalização da Superintendência de Engenharia de Tráfego (Set), nos últimos meses, o índice de assassinatos nos bares da capital baiana aumentou. Quem gosta de tomar uma cervejinha nesses estabelecimentos comerciais pensa duas vezes antes de sair de casa. A velha e rotineira balada com os amigos, ou até mesmo o famoso happy hour não tem mais o mesmo sabor. “É triste, mas o ser humano está perdendo o valor da vida”, ressaltou o autônomo Ricardo Moraes, 40 anos. Ele afirmou ainda, estar evitando sair à noite. Freqüentar barzinhos, não está mais incluso na sua programação. Por causa das inúmeras mortes acontecendo em Salvador, a professora Regiane Mesquita, 21 anos, disse estar refém das grades e cadeados. “Vivemos presos e os bandidos à solta. Onde está a nossa liberdade?. Infelizmente nessa questão as autoridades estão de mãos atadas. É uma vergonha, mas nada é feito para ao menos diminuir a quantidade de mortes de inocentes”. De acordo com ela a situação vem aumentando a cada dia. “Antigamente saía tranqüila nas ruas, mas atualmente a situação é diferente, transito apenas com meus documentos”.
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