
Os doze mil dormentes destinados à recuperação da Ferrovia Calçada-Paripe estão sendo fabricados na própria capital baiana. A Iesa, empresa responsável pelas obras na ferrovia, montou uma central de pré-moldados em uma área de 1.600 m² da Estação da Calçada, produzindo, no momento 120, dormentes de concreto/dia. A decisão de fabricar o material em Salvador oferece vantagens, como a redução de custos para a empresa e a geração de postos de trabalho no mercado local. Além disso, facilita o controle de qualidade do produto. O canteiro começou a funcionar neste mês de agosto e hoje ocupa 30 operários, distribuídos nas várias etapas do processo de produção, que funciona com uma central de concreto, equipamento misturador, máquina de protensão e prensas, utilizadas nos testes de resistência da matéria-prima e do produto final
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