
Muito se tem comentado a respeito da renovação da área, outrora importante centro econômico e porta de entrada na cidade, que começou a entrar em decadência a partir da década de 1980. Mas o que, de fato, tem sido feito na região? Para especialistas, falta um plano urbanístico concreto. Para os que circulam no bairro, o processo anunciado pela prefeitura há quatro anos ainda anda a passos lentos.
O Comércio além de bancos, vive tambem de restaurantes, faculdades e empresas de serviços em geral, que têm se assentado no coração da Cidade Baixa. É isso o que se propõe a mostrar ilustradamente o primeiro Mapa de Revitalização do Bairro do Comércio, cujo lançamento ocorre às 18h30 desta quinta-feira, 7, na Associação Comercial da Bahia (Rua Conde dos Arcos). Marcos Cidreira afirma que foram abertas, desde o final de 2004, duas mil novas empresas, 30 restaurantes, quatro faculdades (seis mil alunos) e 15 call centers (13 mil funcionários). Ele garante que a circulação diária de pessoas dobrou, aumentando de 70 mil para 140 mil transeuntes com o poder aquisitivo maior. Só o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) contribui com um público de 10 mil cidadãos por dia, entre as suas 39 varas. (*Informações/Imagens do atarde)
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