O Programa Nacional de Promoção à Saúde do Homem, lançado ontem pela Prefeitura do Salvador, é primeiro do Brasil e vai funcionar, em Amaralina, no Centro de Referência de Doenças Cardiovasculares Adriano Pondé, que teve suas modalidades médicas ampliadas para prevenir, identificar e tratar as doenças que atingem ou são mais freqüentes no sexo masculino, como câncer da próstata, disfunção erétil e alcoolismo. De acordo com a Secretaria de Saúde (SMS), até o final do ano, o serviço será prestado também no Subúrbio Ferroviário e nos bairros de Pau Miúdo e do Rio Vermelho. A iniciativa vai cobrir a uma lacuna do setor público da ausência de atenção específica para a saúde do homem. Homens entre 25 e 59 anos formam a maioria da força produtiva do país. Prevenindo e tratando as doenças que mais acometem os homens se contribui para a saúde da economia do país. O grande desafio do Programa Nacional de Promoção à Saúde do Homem será quebrar a resistência dos homens e aumentar a procura masculina pelos serviços de saúde, que estatisticamente é muito inferior à demanda feminina. sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Programa Nacional de Promoção à Saúde do Homem
O Programa Nacional de Promoção à Saúde do Homem, lançado ontem pela Prefeitura do Salvador, é primeiro do Brasil e vai funcionar, em Amaralina, no Centro de Referência de Doenças Cardiovasculares Adriano Pondé, que teve suas modalidades médicas ampliadas para prevenir, identificar e tratar as doenças que atingem ou são mais freqüentes no sexo masculino, como câncer da próstata, disfunção erétil e alcoolismo. De acordo com a Secretaria de Saúde (SMS), até o final do ano, o serviço será prestado também no Subúrbio Ferroviário e nos bairros de Pau Miúdo e do Rio Vermelho. A iniciativa vai cobrir a uma lacuna do setor público da ausência de atenção específica para a saúde do homem. Homens entre 25 e 59 anos formam a maioria da força produtiva do país. Prevenindo e tratando as doenças que mais acometem os homens se contribui para a saúde da economia do país. O grande desafio do Programa Nacional de Promoção à Saúde do Homem será quebrar a resistência dos homens e aumentar a procura masculina pelos serviços de saúde, que estatisticamente é muito inferior à demanda feminina.
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