
Rosaneide Leão Teodoro saiu de casa na manhã deste domingo (12) para fazer a feira e terminou o dia na 6ª CP (Delegacia de Brotas), acusada de injúria qualificada, por ter usado expressões como “preta descompreendida” e ter dito que “preto tem que trabalhar no domingo mesmo porque é escravo”. Diversas testemunhas, entre elas uma garota de 11 anos, um carregador de supermercado e um funcionário de uma lanchonete afirmam que ela teria se referido à empresária Rita de Cássia Baraúna, de 45 anos, dessa forma. O caso aconteceu por volta das 10 horas da manhã, na floricultura Cássia’s Flores, localizada na Rua Barros Falcão, 388, Brotas. De acordo com Rita de Cássia, proprietária da floricultura, Rosaneide estava apontando as pimenteiras com os pés e foi repreendida por ela. “Disse ainda que não iria comprar mais e eu respondi que as flores agradeciam. Foi então que minha neta disse ter ouvido ela me chamar de preta descompreendida”, conta a empresária. *Fonte atarde
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