
Após polêmica em torno da venda à empresa Queiroz Galvão, que até agora não divulgou qual empreendimento imobi liário será construído no local, o Colégio Marista, no Canela, foi tombado provisoriamente pelo Ipac – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia. A diretoria do colégio foi notificada a tarde de quinta-feira, 9.
De acordo com Mateus Torres, gerente de Pesquisa e Legislação do órgão, o tombamento provisório impossibilita qualquer tipo de intervenção brusca no prédio, como reforma ou demolição. Dentro de um mês o Ipac encaminhará dossiê ao Conselho Estadual de Cultura, no qual trará estudo sobre o valor histórico, arquitetônico e simbólico do Marista.
“Se o conselho aprovar, o governador Jaques Wagner poderá homologar a decisão, tornando o Marista patrimônio Histórico da Bahia”, diz Torres. Segundo o Ipac, o tombamento provisório foi solicitado em documento pela Associação de Pais da escola, e não configura um parecer definitivo.
De acordo com Mateus Torres, gerente de Pesquisa e Legislação do órgão, o tombamento provisório impossibilita qualquer tipo de intervenção brusca no prédio, como reforma ou demolição. Dentro de um mês o Ipac encaminhará dossiê ao Conselho Estadual de Cultura, no qual trará estudo sobre o valor histórico, arquitetônico e simbólico do Marista.
“Se o conselho aprovar, o governador Jaques Wagner poderá homologar a decisão, tornando o Marista patrimônio Histórico da Bahia”, diz Torres. Segundo o Ipac, o tombamento provisório foi solicitado em documento pela Associação de Pais da escola, e não configura um parecer definitivo.
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