No mesmo dia em que uma assembléia reunia policiais civis e militares baianos para discutir os recentes episódios de violência praticados contra a categoria, nesta quinta-feira, 16, seus colegas paulistas entraram em um confronto armado entre si nas ruas da capital. A crise deixou pelo menos 32 feridos em São Paulo (quatro continuam internados) e nesta sexta-feira, 17, desencadeou uma mobilização nacional, que já decidiu por uma paralisação de duas horas no próximo dia 29 – com adesão dos civis baianos.
O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) avisou que apóia a greve dos agentes civis paulistas e que está alinhado a uma mobilização de solidariedade proposta pela Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). A adesão vem num momento delicado entre o governo baiano e agentes. A categoria negocia com o Estado a aprovação da Lei Orgânica que propõe melhor estrutura para a corporação, com a ameaça de deflagrar “uma das piores greves que os baianos já viram”, afirmou o presidente do Sindpoc, Carlos Lima.
O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) avisou que apóia a greve dos agentes civis paulistas e que está alinhado a uma mobilização de solidariedade proposta pela Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). A adesão vem num momento delicado entre o governo baiano e agentes. A categoria negocia com o Estado a aprovação da Lei Orgânica que propõe melhor estrutura para a corporação, com a ameaça de deflagrar “uma das piores greves que os baianos já viram”, afirmou o presidente do Sindpoc, Carlos Lima.
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