Diante da notícia do tombamento estadual provisório do Colégio Marista, dado semana passada, Nelson Calazans, superintendente regional da Queiroz Galvão, incorporadora que comprou o imóvel, garantiu que reage com tranqüilidade. “Esse é um assunto que diz respeito aos moradores, ao Ipac (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural) e ao Marista. Nós vamos aguardar e preferimos não nos manifestar. Esperamos o processo e a definição do Ipac. Por enquanto, é um tombamento provisório”, afirmou. As parcelas de pagamento pela compra ainda estão sendo cumpridas, e, segundo Calazans, o contrato está legalmente formalizado. O novo proprietário ainda não tem qualquer alvará que lhe possibilita construir no local, nem sequer o documento AOP (análise de orientação prévia), relativo ao terreno. *Fonte atardesábado, 11 de outubro de 2008
Vários colégios de Salvador têm atributos para ser tombados
Diante da notícia do tombamento estadual provisório do Colégio Marista, dado semana passada, Nelson Calazans, superintendente regional da Queiroz Galvão, incorporadora que comprou o imóvel, garantiu que reage com tranqüilidade. “Esse é um assunto que diz respeito aos moradores, ao Ipac (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural) e ao Marista. Nós vamos aguardar e preferimos não nos manifestar. Esperamos o processo e a definição do Ipac. Por enquanto, é um tombamento provisório”, afirmou. As parcelas de pagamento pela compra ainda estão sendo cumpridas, e, segundo Calazans, o contrato está legalmente formalizado. O novo proprietário ainda não tem qualquer alvará que lhe possibilita construir no local, nem sequer o documento AOP (análise de orientação prévia), relativo ao terreno. *Fonte atarde
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