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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Tabuleiro Baiano - O que se renovou no nosso Axé?

Daqui até o carnaval, só vamos usar a Pimenta, para temperar o nosso tabuleiro. Porque ela esquenta, e o nosso Carnaval é bastante quente!
O que renovou em nosso Axé de 10 anos para cá? Só o visual de Luiz Caldas, que por sinal está muito bonito! Surgiram várias bandas, algumas permanecem no cenário musical. Outras como sempre sumiram. Coisas da nossa música baiana! Mas confesso que não surgiram muitas novidades, a não ser o Camarote Andante de Carlinhos Brown que, diga-se de passagem, é muito criativo. Quero aqui parabeniza-lo pela inteligência e criatividade musical, chega de mesmice! E diante do que as bandas inventaram: essa história de Axé Pop, que não sabemos que vertente musical é essa? Pop é pop, Axé é Axé. Axé por si só já fala, música percussiva. São as células percussivas que são o tempero do Axé, não adianta inventar isso ou aquilo, para parecer diferente. Axé vem da origem Africana, das batidas dos tambores das senzalas, dos terreiros do candomblé, é essa a cultura musical do nosso Axé. Podemos sim inovar, mas trazendo algo que esteja dentro desta essência, como as células e as batidas percussivas da nossa cultura musical do nosso Samba de Roda. Mas Axé Pop? Até agora eu como produtora musical, estudiosa da musicalidade baiana ainda não entendi essa proposta musical, não me convenceu. Respeito todos os profissionais, mas quando falamos de algo, temos que ter conhecimento de causa, pelo amor de Deus! Outra idéia que também não consigo entender: Axé com uma batida funk. Funk é Funk, Axé é Axé. É cada uma nessa música baiana. Kkkkkkkkkkkkkkkk
Estão surgindo muitas bandas até boas, mas não estou vendo essa musicalidade que o Axé exige das batidas de percussão que é a essência do nosso Axé. Tem duas bandas, uma há mais tempo no mercado que é a Motumbá e uma que está que está recém-nascida no mercado que traz essas células percussivas, a banda traz essa energia da percussão; já, já vocês vão ouvir falar dela, a Banda Solmaaré. Solmaaré traz esse Axé, usando suas convenções percussivas, fazendo essa fusão com o nosso Samba de Roda, e olha, é uma maravilha, sem dúvida, é só conferir. Sem deixar de falar na nossa Musa do Axé Ivete Sangalo, que cultiva essa cultura da percussão, não é toa que toca com os melhores percussionistas da Bahia, e nosso Mestre Carlinhos Brown. Têm muita gente boa no mercado, mas a maioria é batedor de lata e se diz percussionista, não estuda percussão, fica “matando cachê”, como se diz na linguagem usada na música e tocando sem definição. Vocês precisam estudar música pessoal. Por isso, que poucos se destacam.
Parabéns Solmaaré, Ivete, Brown, e Motumbá por valorizar os nossos tambores, viva a percussão, viva o nosso Axé! Salve mãe D ´OXUM. Que ela nos ilumine! Salve a batidas dos nossos tambores! Salve a energia dos Orixás! (Colaboração Maria Paula Franco-Produtora Musical e Numeróloga)

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