Amanhã o Salvador Notícias vai acompanhar direto do Estádio de Pituaçu a comemoração de uma conquista desde o Campeonato do Nordeste de 2002, onde a torcida do Bahia terá um domingo de nostalgia. Vinte anos depois da conquista do segundo título nacional (em 59 o Bahia foi campeão da Taça Brasil em 1959, derrubando o quase imbatível Santos do Rei Pelé), a grande final do Brasileiro de 88 será repetida a partir das 14 horas no Estádio de Pituaçu.
Todos os tricolores que estiveram em campo nos dois jogos contra o Internacional, tanto na Fonte Nova quanto no Beira Rio, no Rio Grande do Sul, já confirmaram presença para o jogo de amanhã, às 14 horas. O mesmo acontece com os atletas do time gaúcho, vice-campeão brasileiro daquele ano.
O título de 88 foi comemorado pelo Bahia no dia 19 de fevereiro de 89. O Brasileiro foi o de 88, mas a final aconteceu somente no início do ano seguinte. Os 20 anos da conquista passaram em branco por parte da diretoria tricolor. Promessas de jogo e camisas comemorativas foram feitas, mas com um departamento de marketing ineficaz, nada saiu do papel.
O ex-jogador Zé Carlos, campeão com o Bahia naquele ano, aproveitou a brecha. Juntou alguns amigos e se propôs a organizar uma partida comemorativa com todos os atletas que estiveram em campo. Até o árbitro deve ser o mesmo que apitou a vitória tricolor de virada por 2 a 1 no primeiro jogo da final contra o Internacional, Romualdo Arpi Filho.
Para ele, o jogo servirá para afagar um pouco o ego do torcedor. “Agora os jovens poderão nos conhecer, enquanto seus pais relembram a data. Além disto, servirá também para levantar um pouco mais a marca Bahia”, comentou Zé Carlos.
Todos os herois da conquista do Bahia estão confirmados no jogo. Todos os ex-jogadores do Internacional, como o goleiro tetracampeão mundial Taffarel, também estarão em Pituaçu. Em entrevista ao Jornal da Metrópole, Marcelo Filho revelou que Zé Carlos queria que o clube liberasse a produção de uma camisa comemorativa para ser vendida, o que não foi autorizado – daí a revolta do ex-jogador. “Estamos apoiando e não promovendo o evento. Só permitir o uso da marca Bahia já é uma grande ajuda”. Os ingressos para o jogo foram vendidos por R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Antes do confronto entre Bahia e Inter, haverá uma preliminar com times formados por artistas e jogadores baiano. Toda a renda da partida será revertida para instituições filantrópicas, não reveladas por Zé Carlos, e para um centro de treinamento que o ex-jogador planeja construir em Dias D’Ávila. O Salvador Notícias vai registrar tudo para você, dada a importância desse evento!
Todos os tricolores que estiveram em campo nos dois jogos contra o Internacional, tanto na Fonte Nova quanto no Beira Rio, no Rio Grande do Sul, já confirmaram presença para o jogo de amanhã, às 14 horas. O mesmo acontece com os atletas do time gaúcho, vice-campeão brasileiro daquele ano.
O título de 88 foi comemorado pelo Bahia no dia 19 de fevereiro de 89. O Brasileiro foi o de 88, mas a final aconteceu somente no início do ano seguinte. Os 20 anos da conquista passaram em branco por parte da diretoria tricolor. Promessas de jogo e camisas comemorativas foram feitas, mas com um departamento de marketing ineficaz, nada saiu do papel.
O ex-jogador Zé Carlos, campeão com o Bahia naquele ano, aproveitou a brecha. Juntou alguns amigos e se propôs a organizar uma partida comemorativa com todos os atletas que estiveram em campo. Até o árbitro deve ser o mesmo que apitou a vitória tricolor de virada por 2 a 1 no primeiro jogo da final contra o Internacional, Romualdo Arpi Filho.
Para ele, o jogo servirá para afagar um pouco o ego do torcedor. “Agora os jovens poderão nos conhecer, enquanto seus pais relembram a data. Além disto, servirá também para levantar um pouco mais a marca Bahia”, comentou Zé Carlos.
Todos os herois da conquista do Bahia estão confirmados no jogo. Todos os ex-jogadores do Internacional, como o goleiro tetracampeão mundial Taffarel, também estarão em Pituaçu. Em entrevista ao Jornal da Metrópole, Marcelo Filho revelou que Zé Carlos queria que o clube liberasse a produção de uma camisa comemorativa para ser vendida, o que não foi autorizado – daí a revolta do ex-jogador. “Estamos apoiando e não promovendo o evento. Só permitir o uso da marca Bahia já é uma grande ajuda”. Os ingressos para o jogo foram vendidos por R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Antes do confronto entre Bahia e Inter, haverá uma preliminar com times formados por artistas e jogadores baiano. Toda a renda da partida será revertida para instituições filantrópicas, não reveladas por Zé Carlos, e para um centro de treinamento que o ex-jogador planeja construir em Dias D’Ávila. O Salvador Notícias vai registrar tudo para você, dada a importância desse evento!
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