onde enfrenta, a partir de amanhã (15, até 23 de maio), ondas que podem chegar a 18 pés (seis metros). Lá, o bodyboarder enfrenta as ondulações mais perigosas do campeonato mundial. Além de gelado, o mar é repleto de costões de pedras cheios do crustáceo conhecido como “picoroco”, que pode provocar cortes profundos na pele. “Pouca gente sabe que as disputas internacionais de Bodyboard acontecem em ondas altíssimas, em cenários que muitas vezes oferecem grandes riscos para os atletas”, comenta Valadão.
Na última etapa do mundial, realizada em Búzios, depois de uma reviravolta surpreendente nos últimos segundos do primeiro dia da competição, o atleta se classificou para as oitavas de final. Nessa etapa, a bateria homem a homem com o carioca Hermano Castro terminou empatada, mas o atleta – que nunca havia vencido Uri – venceu no critério de desempate da comissão organizadora.
“Não desanimamos porque ainda teremos mais cinco oportunidades de obter dois grandes resultados em etapas internacionais que valem 1000 pontos”, afirma o técnico de Uri, Márcio Torres. “No Chile, a condição do mar é outra, com ondas maiores e melhor definidas, além disso eu sei que Uri tem muita vontade e talento, acredito que no mar chileno ele tem chances de obter um grande resultado”, declara o técnico de Valadão, Márcio Torres.
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