Os servidores do Judiciário baiano resolveram manter a greve, iniciada há exatos 32 dias, depois de assembleia realizada no final da manhã de ontem.
Uma nova assembleia está marcada para o próximo dia 17, quando serão traçados novos rumos para o movimento. Na tarde de ontem, os servidores estiveram na Assembleia Legislativa a fim de pressionar os deputados para não votação do Projeto de Lei que incorpora o adicional de funções, que complementa os salários. A assessoria do TJ/BA informou que provavelmente algumas medidas deverão ser tomadas para quem não retornar ao trabalho, como o corte do ponto dos dias não trabalhados. Durante a greve, apenas serviços essenciais são realizados, como a emissão de guia de sepultamento, alvará de soltura, habeas corpus, liminar para casos de saúde e de ligação de água e luz.
Uma nova assembleia está marcada para o próximo dia 17, quando serão traçados novos rumos para o movimento. Na tarde de ontem, os servidores estiveram na Assembleia Legislativa a fim de pressionar os deputados para não votação do Projeto de Lei que incorpora o adicional de funções, que complementa os salários. A assessoria do TJ/BA informou que provavelmente algumas medidas deverão ser tomadas para quem não retornar ao trabalho, como o corte do ponto dos dias não trabalhados. Durante a greve, apenas serviços essenciais são realizados, como a emissão de guia de sepultamento, alvará de soltura, habeas corpus, liminar para casos de saúde e de ligação de água e luz.
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