
Segunda motofaixa da cidade de São Paulo foi aberta nesta quarta-feira, mas os riscos para os motociclistas ainda são grandes
Elas são tidas, por muitos, como a vilã do trânsito. A verdade, porém, é que as motocicletas trafegam diariamente em vias preparadas para a circulação de carros. A briga desleal fica evidente nas estatísticas divulgadas pelo Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros: oito mil motociclistas morrem todos os anos em acidente de trânsito. Um índice que tem crescido, ampliado os gastos do governo, mas que caminha a marcha lenta para uma solução.
“A moto veio para ficar. As cidades começam a se mexer para encontrar soluções para os motociclistas, mas ainda é pouco. O trânsito foi pensando para os automóveis e isso precisa ser mudado”, afirmou em entrevista ao iG Lucas Pimentel, presidente e fundador da Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) e membro titular da Câmara Temática de Educação para o Trânsito e Cidadania do Conselho Nacional do Trânsito (Contran).
Os números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apontam para a urgência em integrar de forma eficaz as motos ao trânsito. Nos últimos dez anos, o total de motocicletas em circulação aumentou quatro vezes: passando de 3 milhões, em 2000, para cerca de 12 milhões, no fim de 2009.
MotofaixaA motofaixa, apontada pela Prefeitura de São Paulo como uma medida simples e barata, tem sido a aposta da cidade para apaziguar a convivência entre carros e motos. Nesta quarta-feira, a segunda motofaixa da capital paulista foi inaugurada. Construída entre as avenidas Vergueiro e Liberdade, a faixa exclusiva para motos tem 3,5 quilômetros de extensão.
Elas são tidas, por muitos, como a vilã do trânsito. A verdade, porém, é que as motocicletas trafegam diariamente em vias preparadas para a circulação de carros. A briga desleal fica evidente nas estatísticas divulgadas pelo Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros: oito mil motociclistas morrem todos os anos em acidente de trânsito. Um índice que tem crescido, ampliado os gastos do governo, mas que caminha a marcha lenta para uma solução.
“A moto veio para ficar. As cidades começam a se mexer para encontrar soluções para os motociclistas, mas ainda é pouco. O trânsito foi pensando para os automóveis e isso precisa ser mudado”, afirmou em entrevista ao iG Lucas Pimentel, presidente e fundador da Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) e membro titular da Câmara Temática de Educação para o Trânsito e Cidadania do Conselho Nacional do Trânsito (Contran).
Os números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apontam para a urgência em integrar de forma eficaz as motos ao trânsito. Nos últimos dez anos, o total de motocicletas em circulação aumentou quatro vezes: passando de 3 milhões, em 2000, para cerca de 12 milhões, no fim de 2009.
MotofaixaA motofaixa, apontada pela Prefeitura de São Paulo como uma medida simples e barata, tem sido a aposta da cidade para apaziguar a convivência entre carros e motos. Nesta quarta-feira, a segunda motofaixa da capital paulista foi inaugurada. Construída entre as avenidas Vergueiro e Liberdade, a faixa exclusiva para motos tem 3,5 quilômetros de extensão.
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