
A Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), em parceria com o Instituto Oldemburg, reuniu, na última quarta-feira (30), na sede do órgão,
cerca de 20 gestores e voluntários, chamados também de agentes de leituras, para participarem do 1º Workshop do Projeto Leitura para Todos.
O encontro contou com palestra ministrada pela bibliotecária do Instituto Oldemburg Joanilda dos Santos. O objetivo é treinar e capacitar os servidores responsáveis pelas dez salas que estão sendo implantadas em unidades municipais, escolas comunitárias e nas associações de moradores de Santa Luzia e Uruguai, neste ano de 2010.
Segundo a supervisora do programa de biblioteca da Secult, Rita Sales, essas salas, além de atender os alunos, contemplarão toda comunidade do entorno, com a promoção da leitura e acesso aos livros. "Quem tem conhecimento, tem o poder, e é o que nós queremos oferecer a essas comunidades", ressaltou.
Ainda segundo Rita, as salas de leituras fazem parte de uma mobilização comunitária, eminentemente sociocultural, na qual a comunidade participa de todo o processo de implantação do projeto, desde a preparação do espaço, da montagem e catalogação do acervo, até a sua inauguração.
"É de suma importância fazer com que comunidades tão carentes sejam munidas de bibliotecas com livros de linguagens diferenciadas para que possam ter a oportunidade de criar o hábito da leitura", destacou a bibliotecária Roseli Andrade, da Coordenação Sócio Educativa (CAS) da Secult. *Secult
cerca de 20 gestores e voluntários, chamados também de agentes de leituras, para participarem do 1º Workshop do Projeto Leitura para Todos.
O encontro contou com palestra ministrada pela bibliotecária do Instituto Oldemburg Joanilda dos Santos. O objetivo é treinar e capacitar os servidores responsáveis pelas dez salas que estão sendo implantadas em unidades municipais, escolas comunitárias e nas associações de moradores de Santa Luzia e Uruguai, neste ano de 2010.
Segundo a supervisora do programa de biblioteca da Secult, Rita Sales, essas salas, além de atender os alunos, contemplarão toda comunidade do entorno, com a promoção da leitura e acesso aos livros. "Quem tem conhecimento, tem o poder, e é o que nós queremos oferecer a essas comunidades", ressaltou.
Ainda segundo Rita, as salas de leituras fazem parte de uma mobilização comunitária, eminentemente sociocultural, na qual a comunidade participa de todo o processo de implantação do projeto, desde a preparação do espaço, da montagem e catalogação do acervo, até a sua inauguração.
"É de suma importância fazer com que comunidades tão carentes sejam munidas de bibliotecas com livros de linguagens diferenciadas para que possam ter a oportunidade de criar o hábito da leitura", destacou a bibliotecária Roseli Andrade, da Coordenação Sócio Educativa (CAS) da Secult. *Secult
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