
Santos e Vitória se enfrentam no jogo de ida, na casa do Peixe.
O próximo confronto será na casa do Leão. Por serem dois finalistas inéditos, o ideal é analisarmos as chances de cada um, para termos uma visão mais ampliada deste confronto inédito.
No primeiro semestre, enquanto o Vitória conquistava o quarto título estadual seguido, com certa dificuldade, de fato, no sudeste do país, o Santos sobrava no campeonato paulista, encantava a imprensa, principalmente sulista e “humilhava” os adversários.
O Leão seguia com muita garra e dificuldade na Copa do Brasil, e do outro lado o Peixe continuava a “atropelar” quem aparecesse numa rotina de goleadas memoráveis.
E, assim conquistou o título paulista, com muita emoção na final contra o ofensivo e corajoso Santo André.
Tivemos a parada pra Copa do mundo e com ela fica a impressão que se as finais da Copa do Brasil tivessem sido disputadas naquele momento estaria quase que garantido o título do até então ‘avassalador’ Santos. Contudo, no período pós - mundial o time alvinegro parece ter perdido o encanto e as chances do Vitória, de conseguir sua primeira conquista nacional, são muito boas.
O primeiro semestre nos mostrou que, quem jogou recuado contra o Santos “pagou caro” e, geralmente com muitos gols. Por outro lado, todos os adversários que souberam encarar o Santos (como o Santo André, por exemplo) acabaram dando muito trabalho ao time paulista que em algumas oportunidades acabou sendo derrotado.
O Vitória tem seus maiores méritos nacionais no campeonato brasileiro, destaque para 1992 e o vice-campeonato da Série B (na época chamada de Intermediária), perdendo a final para o Paraná – PR. No ano seguinte (1993) o vice-campeonato da Serie A perdendo para o poderoso time do Palmeiras, além do 3° lugar em 1999 eliminado pelo Atlético- MG na semifinal. O Rubro-negro também foi vice - campeão da Serie C em 2005. No âmbito estadual o Leão conta com 25 conquistas.
Esquema: 4 – 4– 2
Time – base
Viáfara
Rafael Cruz – Wallace – Anderson Martins – Egídio
Vanderson - Fernando – Neto Coruja - Ramon
Elkeson - Junior
Técnico: Ricardo Silva
Opções: Ricardo Silva precisará de um dos seus goleiros reservas (Lee ou Vinicius) uma vez que não contará com o titular Viáfara no primeiro jogo. Os zagueiros Anderson Martins e Vilson também costumam ser bastante utilizados. No meio campo Fernando, Neto Coruja e Renato aparecem como opções, além do atacante Schwenck pra mudar equipe rubro-negra.
Dica: Jogadas em velocidade pelas laterais tem sido invariavelmente mortais pra lenta defesa santista, aí pode está o caminho para o título baiano. Chutes de fora da área (principalmente de bola parada) também podem complicar os nada confiáveis goleiros do Santos.
Já o Santos também chega pela primeira vez a final da Copa do Brasil. Esse é o título que falta a extensa galeria de troféus do alvinegro praiano, que já conta com 18 títulos estaduais, 7 títulos nacionais, sendo 5 da Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), e 2 campeonatos Brasileiros (2002, 2004) Além dos inúmeros títulos Internacionais com destaque para: 2 Taças Libertadores (1962 e 1963), 2 Mundiais (1962 e 1963).
Esquema: 4 – 3 – 3
Time – base
Rafael
Pará – Edu Dracena – Durval - Leo
Arouca – Wesley – Ganso
Robinho – André - Neymar
Técnico: Dorival Junior
Opções: O goleiro Felipe deve perder a preferência na meta santista e fica como opção no banco de suplentes. Entre as demais opções pra mudar o jogo estão à disposição de Dorival Junior os meio - campistas Madson, Marquinhos e o venezuelano Breitner, além dos atacantes Marcel e Zé Eduardo.
Dica: Jogo aéreo. As bolas levantadas na área costumam ser o pesadelo da defesa rubro-negra. Toques rápidos e envolventes também complicam a defesa baiana. Natty Camardelli Foto Sergio Barzaghi
No primeiro semestre, enquanto o Vitória conquistava o quarto título estadual seguido, com certa dificuldade, de fato, no sudeste do país, o Santos sobrava no campeonato paulista, encantava a imprensa, principalmente sulista e “humilhava” os adversários.
O Leão seguia com muita garra e dificuldade na Copa do Brasil, e do outro lado o Peixe continuava a “atropelar” quem aparecesse numa rotina de goleadas memoráveis.
E, assim conquistou o título paulista, com muita emoção na final contra o ofensivo e corajoso Santo André.
Tivemos a parada pra Copa do mundo e com ela fica a impressão que se as finais da Copa do Brasil tivessem sido disputadas naquele momento estaria quase que garantido o título do até então ‘avassalador’ Santos. Contudo, no período pós - mundial o time alvinegro parece ter perdido o encanto e as chances do Vitória, de conseguir sua primeira conquista nacional, são muito boas.
O primeiro semestre nos mostrou que, quem jogou recuado contra o Santos “pagou caro” e, geralmente com muitos gols. Por outro lado, todos os adversários que souberam encarar o Santos (como o Santo André, por exemplo) acabaram dando muito trabalho ao time paulista que em algumas oportunidades acabou sendo derrotado.
O Vitória tem seus maiores méritos nacionais no campeonato brasileiro, destaque para 1992 e o vice-campeonato da Série B (na época chamada de Intermediária), perdendo a final para o Paraná – PR. No ano seguinte (1993) o vice-campeonato da Serie A perdendo para o poderoso time do Palmeiras, além do 3° lugar em 1999 eliminado pelo Atlético- MG na semifinal. O Rubro-negro também foi vice - campeão da Serie C em 2005. No âmbito estadual o Leão conta com 25 conquistas.
Esquema: 4 – 4– 2
Time – base
Viáfara
Rafael Cruz – Wallace – Anderson Martins – Egídio
Vanderson - Fernando – Neto Coruja - Ramon
Elkeson - Junior
Técnico: Ricardo Silva
Opções: Ricardo Silva precisará de um dos seus goleiros reservas (Lee ou Vinicius) uma vez que não contará com o titular Viáfara no primeiro jogo. Os zagueiros Anderson Martins e Vilson também costumam ser bastante utilizados. No meio campo Fernando, Neto Coruja e Renato aparecem como opções, além do atacante Schwenck pra mudar equipe rubro-negra.
Dica: Jogadas em velocidade pelas laterais tem sido invariavelmente mortais pra lenta defesa santista, aí pode está o caminho para o título baiano. Chutes de fora da área (principalmente de bola parada) também podem complicar os nada confiáveis goleiros do Santos.
Já o Santos também chega pela primeira vez a final da Copa do Brasil. Esse é o título que falta a extensa galeria de troféus do alvinegro praiano, que já conta com 18 títulos estaduais, 7 títulos nacionais, sendo 5 da Taça Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), e 2 campeonatos Brasileiros (2002, 2004) Além dos inúmeros títulos Internacionais com destaque para: 2 Taças Libertadores (1962 e 1963), 2 Mundiais (1962 e 1963).
Esquema: 4 – 3 – 3
Time – base
Rafael
Pará – Edu Dracena – Durval - Leo
Arouca – Wesley – Ganso
Robinho – André - Neymar
Técnico: Dorival Junior
Opções: O goleiro Felipe deve perder a preferência na meta santista e fica como opção no banco de suplentes. Entre as demais opções pra mudar o jogo estão à disposição de Dorival Junior os meio - campistas Madson, Marquinhos e o venezuelano Breitner, além dos atacantes Marcel e Zé Eduardo.
Dica: Jogo aéreo. As bolas levantadas na área costumam ser o pesadelo da defesa rubro-negra. Toques rápidos e envolventes também complicam a defesa baiana. Natty Camardelli Foto Sergio Barzaghi
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