Apresentações acontecem em dois finais de semana, de 16 a 25 de julho, sexta, sábado e domingo.
A Caixa Cultural Salvador apresenta aos aficionados por teatro, bem como ao público em geral, o espetáculo “Jozú, o encantador de ratos”, que tem como tema central a solidão humana. Aprovado no edital de ocupação da pauta da CAIXA para 2010, o espetáculo é baseado na obra de Hilda Hirst, considerada pela crítica especializada uma das vozes mais importantes da língua portuguesa do século XX. Encenado por Carla Tauz e dirigido por Alexandre David, o evento acontecerá no Salão Nobre da CAIXA Cultural Salvador em dois finais de semana, no período de 16 a 25 de julho, sexta, sábado e domingo, às 20 horas. O acesso será feito mediante a troca por um quilo de alimento não perecível, na bilheteria a partir das 14 horas dos dias de espetáculo até meia hora antes do seu início. A CAIXA Cultural Salvador fica na Rua Carlos Gomes, 57, Centro e oferece estacionamento gratuito durante as apresentações.
Montado e dirigido como um monólogo a múltiplos personagens, todos assumidos pela atriz Carla Tausz, que acolhe a obra de Hilda Hilst como uma segunda pele, “Jozú, o encantador de ratos” é uma fascinante experiência teatral, tanto no que diz respeito à escolha do jogo cênico, quanto à estrutura da sala em si. Esta, como um poço, acolhe os espectadores dentro da realidade sensível do personagem principal. O público assiste de perto, para não dizer dentro de si mesmo, aos inúmeros conflitos sensoriais e afetivos de Jozú ao longo de sua narração. Escolhas e embaraços cotidianos, dúvidas, desejos, angústias e desilusões são despidos de estratagema social e encontram na fala dele a justeza da verdade crua. Jozú atravessa um verdadeiro comboio de sentimentos, passado e presente desembocam e afloram em sua sensível cabeça de homem/menino. A voz e a alma de Hilda estão presentes na montagem deste lindo conto, que narra aos espectadores tudo aquilo que, na verdade, eles sentem e sabem.
SINOPSE:
Jozú, figura dramática e ingênua, ganha a vida treinando seu rato de estimação, que é também seu melhor amigo, e visitando com freqüência o interior de um poço seco, onde recebe algumas revelações, nem sempre compreendidas. Totalmente diferenciado e inadaptado, ele é incompreendido pelas pessoas com as quais convive. A peça trata da solidão humana, mas é também uma discussão sobre o direito à diferença e à individualização. Num mundo cada vez mais globalizado, numa época tirânica em que a massificação tenta propositalmente ignorar as diferenças, é cada vez mais importante declarar justamente a existência dessas diferenças.
A Caixa Cultural Salvador apresenta aos aficionados por teatro, bem como ao público em geral, o espetáculo “Jozú, o encantador de ratos”, que tem como tema central a solidão humana. Aprovado no edital de ocupação da pauta da CAIXA para 2010, o espetáculo é baseado na obra de Hilda Hirst, considerada pela crítica especializada uma das vozes mais importantes da língua portuguesa do século XX. Encenado por Carla Tauz e dirigido por Alexandre David, o evento acontecerá no Salão Nobre da CAIXA Cultural Salvador em dois finais de semana, no período de 16 a 25 de julho, sexta, sábado e domingo, às 20 horas. O acesso será feito mediante a troca por um quilo de alimento não perecível, na bilheteria a partir das 14 horas dos dias de espetáculo até meia hora antes do seu início. A CAIXA Cultural Salvador fica na Rua Carlos Gomes, 57, Centro e oferece estacionamento gratuito durante as apresentações.
Montado e dirigido como um monólogo a múltiplos personagens, todos assumidos pela atriz Carla Tausz, que acolhe a obra de Hilda Hilst como uma segunda pele, “Jozú, o encantador de ratos” é uma fascinante experiência teatral, tanto no que diz respeito à escolha do jogo cênico, quanto à estrutura da sala em si. Esta, como um poço, acolhe os espectadores dentro da realidade sensível do personagem principal. O público assiste de perto, para não dizer dentro de si mesmo, aos inúmeros conflitos sensoriais e afetivos de Jozú ao longo de sua narração. Escolhas e embaraços cotidianos, dúvidas, desejos, angústias e desilusões são despidos de estratagema social e encontram na fala dele a justeza da verdade crua. Jozú atravessa um verdadeiro comboio de sentimentos, passado e presente desembocam e afloram em sua sensível cabeça de homem/menino. A voz e a alma de Hilda estão presentes na montagem deste lindo conto, que narra aos espectadores tudo aquilo que, na verdade, eles sentem e sabem.
SINOPSE:
Jozú, figura dramática e ingênua, ganha a vida treinando seu rato de estimação, que é também seu melhor amigo, e visitando com freqüência o interior de um poço seco, onde recebe algumas revelações, nem sempre compreendidas. Totalmente diferenciado e inadaptado, ele é incompreendido pelas pessoas com as quais convive. A peça trata da solidão humana, mas é também uma discussão sobre o direito à diferença e à individualização. Num mundo cada vez mais globalizado, numa época tirânica em que a massificação tenta propositalmente ignorar as diferenças, é cada vez mais importante declarar justamente a existência dessas diferenças.
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