Munidos de faixas e cartazes, donos e funcionários de barracas de praia de Salvador e Lauro de Freitas, na região metropolitana,
se reuniram na semana passada e promoveram um apitaço em frente à prefeitura da capital baiana. Eles pressionam o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) a tentar reverter a decisão do juiz federal da 13ª Vara, Carlos D’Àvila, que acatou pedido da União e determinou a derrubada de todas as barracas de praia da orla de Salvador e de Lauro de Freitas. Na próxima semana, 353 barracas deverão ser destruídas. Indignados, os barraqueiros saíram em caminhada pela cidade até a região do Iguatemi, de grande movimentação na capital, onde realizaram um novo ato e deitaram no chão. A determinação judicial saiu em março deste ano quando a Justiça Federal decidiu que nenhuma barraca de praia na cidade poderá ocupar espaço na orla marítima. Além dos donos das barracas, a medida afetará funcionários, baianas de acarajé e vendedores ambulantes. Os barraqueiros começaram a ser notificados em 30 de julho e tem prazo de 10 dias para deixar o local. Esta será a segunda ação de destruição de barracas na capital. Em maio, outras 137 localizadas em diferentes bairros de Salvador foram ao chão. A medida também se estende à proibição de venda de alimentos e bebidas em caixas de isopor ou sob toldos, na areia da praia. Neste ano, a Justiça determinou ao município a suspensão do funcionamento e a imediata demolição das barracas erguidas nas areias das praias, coqueirais e encostas e calçadão da orla marítima de Salvador, no trecho entre Amaralina e parte da Praia de Ipitanga.
se reuniram na semana passada e promoveram um apitaço em frente à prefeitura da capital baiana. Eles pressionam o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) a tentar reverter a decisão do juiz federal da 13ª Vara, Carlos D’Àvila, que acatou pedido da União e determinou a derrubada de todas as barracas de praia da orla de Salvador e de Lauro de Freitas. Na próxima semana, 353 barracas deverão ser destruídas. Indignados, os barraqueiros saíram em caminhada pela cidade até a região do Iguatemi, de grande movimentação na capital, onde realizaram um novo ato e deitaram no chão. A determinação judicial saiu em março deste ano quando a Justiça Federal decidiu que nenhuma barraca de praia na cidade poderá ocupar espaço na orla marítima. Além dos donos das barracas, a medida afetará funcionários, baianas de acarajé e vendedores ambulantes. Os barraqueiros começaram a ser notificados em 30 de julho e tem prazo de 10 dias para deixar o local. Esta será a segunda ação de destruição de barracas na capital. Em maio, outras 137 localizadas em diferentes bairros de Salvador foram ao chão. A medida também se estende à proibição de venda de alimentos e bebidas em caixas de isopor ou sob toldos, na areia da praia. Neste ano, a Justiça determinou ao município a suspensão do funcionamento e a imediata demolição das barracas erguidas nas areias das praias, coqueirais e encostas e calçadão da orla marítima de Salvador, no trecho entre Amaralina e parte da Praia de Ipitanga.
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