
As eleições estão prestes a acontecer, e o que mais chama à atenção são a série de candidaturas de “excêntricos” e “famosos” para diversos cargos.
É um ‘cardápio’ variado de “candidatos” despreparados, e sem motivo fundamentado para
almejar um cargo político. A maioria deles sem condições, sem preparo, sem base educacional, e o pior de tudo sem nível cultural e social para o segmento político que pretendem exercer.
Muitos eleitores votam nestes candidatos alegando um voto de protesto. Aliás, nem muitos eleitores sabem o que quer dizer exatamente um voto de protesto.
O termo “voto de protesto” é usado para definir uma situação, numa disputa eleitoral, em que o eleitor vota em um candidato excêntrico, folclórico, caricaturado, ou considerado “bizarro”, como forma de retaliação com o sistema eleitoral vigente, ou com as opções de candidatos apresentadas pelos grandes partidos.
Portanto um questionamento: será mesmo um voto de protesto? Ou simplesmente se trata de uma ridicularização do cenário político brasileiro? Ou em termo chulo, seria um voto de esculhambação?
Em Salvador, foi a eleição de Leo Kret, travesti e ex-dançarina(o) da banda de pagode Saiddy Bamba, que definiram como “zebra” ou “voto de protesto”. Com certeza não se trata de um voto de protesto, e sim uma atitude coletiva em prol do escracho manifesto. Apesar de notadamente, esta “figura” ter sido eleita com o 4º maior números de votos da capital baiana. Ou seja, conseguiu algo inédito para uma “personagem” que não tinha a menor aptidão política.
A maioria dos seus eleitores, foram fãs que acompanhavam sua carreira como dançarina, freqüentadores de show de pagode, integrantes, simpatizantes e participantes do Grupo Gay da Bahia. Apenas cinco candidatos que se declararam homossexuais foram eleitos no Brasil. Léo Kret foi o gay mais votado do país
E não é somente em Salvador que acontecem ‘aberrações’ como esta.
No Rio de Janeiro e outras capitais tem Tati Quebra Barraco, Mulher Melão, Mulher Pêra etc. Essa última conseguiu colocar na ficha de candidato, “Lê e escreve”, como definição do seu grau de instrução. Precisa dizer algo mais?
Em todo país é possível achar um candidato destes preparando sua campanha para ocupar um cargo, que no mínimo exige uma seriedade e comprometimento, e, sobretudo, destreza política e sócio-cultural que não se aprende num manual de instruções, “inventado” por parceiros, amigos e até correligionários.
Confira a lista abaixo dos “famosos candidatos”:
Reginaldo Rossi – Deputado estadual PE - PDT
Túlio Maravilha – Deputado estadual GO - PMDB
Renner (da dupla “Rick e Renner”) - Senador GO - PP
Mulher Melão - Deputado estadual RJ - PHS
Pedro Manso (Humorista) - Deputado estadual RJ - PRB
Romário – Deputado federal RJ - PSB
Tati Quebra Barraco - Deputado federal RJ - PTC
Leandro (KLB) – Deputado estadual SP - DEM
Mulher Pêra - Deputado federal SP - PTN
Ronaldo Esper (Estilista) - Deputado federal SP - PTC
Batoré (Humorista) - Deputado federal SP - PP
Vampeta - Deputado federal SP - PTB
Marcelinho Carioca – Deputado federal SP - PSB
Kiko (KLB) - Deputado federal SP - DEM
Tiririca - Deputado federal SP - PR
Frank Aguiar – Deputado federal SP - PTB, Natty Camardelli
almejar um cargo político. A maioria deles sem condições, sem preparo, sem base educacional, e o pior de tudo sem nível cultural e social para o segmento político que pretendem exercer.Muitos eleitores votam nestes candidatos alegando um voto de protesto. Aliás, nem muitos eleitores sabem o que quer dizer exatamente um voto de protesto.
O termo “voto de protesto” é usado para definir uma situação, numa disputa eleitoral, em que o eleitor vota em um candidato excêntrico, folclórico, caricaturado, ou considerado “bizarro”, como forma de retaliação com o sistema eleitoral vigente, ou com as opções de candidatos apresentadas pelos grandes partidos.
Portanto um questionamento: será mesmo um voto de protesto? Ou simplesmente se trata de uma ridicularização do cenário político brasileiro? Ou em termo chulo, seria um voto de esculhambação?
Em Salvador, foi a eleição de Leo Kret, travesti e ex-dançarina(o) da banda de pagode Saiddy Bamba, que definiram como “zebra” ou “voto de protesto”. Com certeza não se trata de um voto de protesto, e sim uma atitude coletiva em prol do escracho manifesto. Apesar de notadamente, esta “figura” ter sido eleita com o 4º maior números de votos da capital baiana. Ou seja, conseguiu algo inédito para uma “personagem” que não tinha a menor aptidão política.
A maioria dos seus eleitores, foram fãs que acompanhavam sua carreira como dançarina, freqüentadores de show de pagode, integrantes, simpatizantes e participantes do Grupo Gay da Bahia. Apenas cinco candidatos que se declararam homossexuais foram eleitos no Brasil. Léo Kret foi o gay mais votado do país
E não é somente em Salvador que acontecem ‘aberrações’ como esta.
No Rio de Janeiro e outras capitais tem Tati Quebra Barraco, Mulher Melão, Mulher Pêra etc. Essa última conseguiu colocar na ficha de candidato, “Lê e escreve”, como definição do seu grau de instrução. Precisa dizer algo mais?
Em todo país é possível achar um candidato destes preparando sua campanha para ocupar um cargo, que no mínimo exige uma seriedade e comprometimento, e, sobretudo, destreza política e sócio-cultural que não se aprende num manual de instruções, “inventado” por parceiros, amigos e até correligionários.
Confira a lista abaixo dos “famosos candidatos”:
Reginaldo Rossi – Deputado estadual PE - PDT
Túlio Maravilha – Deputado estadual GO - PMDB
Renner (da dupla “Rick e Renner”) - Senador GO - PP
Mulher Melão - Deputado estadual RJ - PHS
Pedro Manso (Humorista) - Deputado estadual RJ - PRB
Romário – Deputado federal RJ - PSB
Tati Quebra Barraco - Deputado federal RJ - PTC
Leandro (KLB) – Deputado estadual SP - DEM
Mulher Pêra - Deputado federal SP - PTN
Ronaldo Esper (Estilista) - Deputado federal SP - PTC
Batoré (Humorista) - Deputado federal SP - PP
Vampeta - Deputado federal SP - PTB
Marcelinho Carioca – Deputado federal SP - PSB
Kiko (KLB) - Deputado federal SP - DEM
Tiririca - Deputado federal SP - PR
Frank Aguiar – Deputado federal SP - PTB, Natty Camardelli
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