
Prática de urinar nas ruas será combatida em Salvador. Uma reunião entre o comando da Polícia Militar e o prefeito João Henrique
ocorrida nesta segunda-feira (02), no Palácio
Thomé de Souza, definiu as ações para coibir a prática de urinar nas ruas de Salvador. O planejamento está baseado no Código Penal – que caracteriza o ato como atentado ao pudor – e será deflagrado com a divulgação de campanha educacional voltada para a mudança de cultura e a implantação de mais de 50 sanitários móveis em pontos estratégicos da cidade. Atualmente, a capital baiana conta com 200 sanitários públicos entre fixos e móveis. As áreas eleitas como prioritárias são Centro Histórico/Pelourinho, Cidade Baixa/Comércio e Porto da Barra/Farol da Barra. A fiscalização será feita de forma conjunta e integrada pela Polícia Militar e Guarda Municipal de Salvador. O coronel Francisco Telles, do Comando de Polícia Regional da Capital, falou sobre a importância da ação para a qualidade de vida dos soteropolitanos e turistas. De acordo com a proposta, as ações iniciais (divulgação de campanha e instalação de novos sanitários) estarão implementadas em menos de dois meses. No Rio de Janeiro esta prática já é proibida.
Thomé de Souza, definiu as ações para coibir a prática de urinar nas ruas de Salvador. O planejamento está baseado no Código Penal – que caracteriza o ato como atentado ao pudor – e será deflagrado com a divulgação de campanha educacional voltada para a mudança de cultura e a implantação de mais de 50 sanitários móveis em pontos estratégicos da cidade. Atualmente, a capital baiana conta com 200 sanitários públicos entre fixos e móveis. As áreas eleitas como prioritárias são Centro Histórico/Pelourinho, Cidade Baixa/Comércio e Porto da Barra/Farol da Barra. A fiscalização será feita de forma conjunta e integrada pela Polícia Militar e Guarda Municipal de Salvador. O coronel Francisco Telles, do Comando de Polícia Regional da Capital, falou sobre a importância da ação para a qualidade de vida dos soteropolitanos e turistas. De acordo com a proposta, as ações iniciais (divulgação de campanha e instalação de novos sanitários) estarão implementadas em menos de dois meses. No Rio de Janeiro esta prática já é proibida.
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