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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Transporte hidroviário


O projeto de lei anunciada pelo Governo do Estado para regulamentar o transporte hidroviário da Bahia precisa ter em seu bojo medidas


que possibilitem aos operadores e cooperativas meios para ampliar e modernizar a frota de embarcações e que visem também investimentos do Estado em obras de infraestrutura, a exemplo da melhoria dos terminais marítimos. Esta é a opinião dos operadores do sistema Salvador-Mar Grande, da linha Salvador-Morro de São Paulo e das escunas do “Passeio às Ilhas”.

“Não existe dúvida quanto à importância da iniciativa do governo em regulamentar o setor, criando normas claras para o transporte hidroviário da Bahia. É a primeira vez que a situação está sendo encarada de frente. Mas os operadores, responsáveis pela geração de centenas de empregos, precisam também de incentivo para investir em equipamentos, melhorando e modernizando a frota, visando garantir um serviço de qualidade aos usuários. Existe entre os operadores a convicção de que o governador Jaques Wagner está atento para a questão. O transporte marítimo tem, acima de tudo, um grande alcance social”, disse Livio Galvão, diretor da Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab).

O Projeto de Lei 18.730/2010, que cria o marco regulatório do transporte hidroviá­rio, encaminhado pelo Executivo para a Assembléia Legislativa, foi debatido recentemente em audiência pública em Valença com a presença de mais de 200 operadores do Baixo Sul, da Ilha de Itaparica e de Salvador.

A Astramab congrega os operadores de transporte de passageiros da travessia Salvador-Mar Grande, Salvador-Morro de São Paulo e das linhas de turismo na Baía de Todos os Santos que fazem diariamente o tradicioonal “Passeio às Ilhas”. Somente no transporte de passageiros da capital para a Ilha de Itaparica são gerados 200 empregos diretos. A travessia Salvador-Mar Grande, por exemplo, funciona há mais de 50 anos e conta com uma frota 12 embarcações.

O operador Antenor Nascimento, também diretor da Astramab, está otimista com a decisão do governo em criar o Projeto de Lei do transporte hidroviário. Ele acredita que além de disciplinar o transporte, o regulamento vai incentivar a melhoria do setor de serviços de Salvador, Vera Cruz, Itaparica, Valença, Camamu, entre outras localidades.

“A Bahia tem a maior costa marítima do país, com 1.183 quilômetros de extensão. Para se ter uma idéia da importância do setor, somente na região de Valença, no Baixo Sul do Estado, existem mais de 20 linhas em funcionamento. A linha que liga Valença a Morro de São Paulo, por exemplo, já é operada há mais de 30 anos. Em Salvador, temos a linha para Mar Grande, tradicional e que emprega diretamente 200 trabalhadores, além de gerar postos indiretos de trabalho na área de serviços em Vera Cruz, principalmente no setor de transporte rodoviário complementar”, disse Antenor.

Outro segmento importante é o das linhas voltadas para o turismo, operadas por escunas que fazem o tradicional “Passeio às Ilhas da Baía de Todos os Santos” e os catamarãs e lanchas rápidas que operam entre Salvador e Morro de São Paulo. Cláudio Brito, diretor da Astramab, acredita que durante a fase de análise e discussão do projeto na Assembléia Legislativa serão incluídos subsídios ao Projeto de Lei visando o fortalecimento do setor.

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