Ficou decidido em reunião entre o prefeito João Henrique e secretários municipais que as baianas de acarajé continuam autorizadas a atuar na Orla Atlântica e na Orla da Cidade Baixa, mas comercializando apenas os tradicionais quitutes do tabuleiro, como acarajé, abará, bolinho de estudante e passarinha. Elas não podem comercializar bebidas de nenhum gênero, com ou sem álcool. A decisão é importante para delimitar a área de atuação de cada comerciante da Orla. Com a determinação, a Prefeitura impede a existência de conflitos entre baianas e os permissionários, situação que estes enfatizaram na reunião. A Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) tem em seu cadastro aproximadamente 600 baianas devidamente regulamentadas, com pontos determinados pela secretaria em toda a cidade. Desse total, 100 estão autorizadas a atuar na Orla. Com essa delimitação espacial, é possível a melhor fiscalização da atividade, bem como a organização do espaço urbano.
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