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domingo, 15 de maio de 2011

Glaucoma: tratamento precoce evita cegueira

Glaucoma é a designação genérica de um grupo de doenças que atingem o nervo óptico e envolvem a perda de células ganglionares da retina num padrão característico de neuropatia óptica. A pressão intraocular elevada é um
fator de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma, não existindo contudo uma relação causal direta entre um determinado valor da pressão intraocular e o aparecimento da doença — enquanto uma pessoa pode desenvolver dano no nervo com pressões relativamente baixas outra pode ter pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões. Se não for tratado, o glaucoma leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma atrofia progressiva do campo visual, que pode progredir para visão subnormal ou cegueira.
No próximo dia 26 de maio, o Brasil comemora o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Na Bahia, os mais de cinco mil portadores do problema têm motivos para comemorar a data, pois além da cobertura do Estado, o tratamento do glaucoma passa a contar com uma contrapartida federal.

O resultado imediato dessa parceria será a ampliação da rede de distribuição dos medicamentos que, a partir do segundo semestre desse ano, deixará de ser feita apenas no Hospital São Jorge, em Roma, e terá cinco novos pontos de repasse da medicação.

De acordo com o coordenador de Assistência Farmacêutica para drogas de média e alta complexidade, da Secretaria Estadual de Saúde(SESAB), Lucas Andrade, os locais ainda não foram definidos, pois os prestadores de serviços é que definirão os locais. "Dentro em breve, esses novos postos deverão ser identificados, facilitando o acesso do paciente e reduzindo problemas na entrega da medicação", esclarece.

Ele diz ainda que embora haja um desabastecimento da droga Travaprosta, que faltou em virtude do acordo com o governo federal ter provocado mudanças nas regras e, por isso, um atraso na licitação e compra, dentro de mais 20 dias, no máximo, o medicamento voltará a ser disponibilizado na rede pública.

Cegueira O glaucoma é uma doença do nervo óptico que possui diversas causas. Segundo a oftalmologista Ana Cláudia Fraife, do DayHORC, ela se caracteriza por uma lesão progressiva do nervo com conseqüente perda do campo visual.

Na verdade, o problema é a principal causa de cegueira irreversível no mundo, tendo tirado a visão de sete milhões de pessoas, segundo dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS). "Atualmente, 120 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de glaucoma", diz Ana Cláudia, ressaltando que a elevação da pressão intra-ocular é o principal fator de risco e requer investigação minuciosa.

Para verificar se o índice de 18mmhg está mantido, a especialista diz que é preciso realizar exames do nervo óptico, pressão intra-ocular e campo visual. Segundo ela, a doença é mais comum a partir dos 40 anos e quanto mais avançada a idade maior é o fator de risco. "Também existe o glaucoma congênito, que acomete recém-nascidos, mas a incidência destes casos é muito baixa", completa.

Herança  A médica ressalta que os maiores de 40 anos, que possuam casos de glaucoma na família e tenha ascendência negra precisam tomar maiores precauções. Isso porque os estudos clínicos demonstraram que na população afrodescendente, a questão genética determina que os casos sejam mais severos.

Pessoas portadoras de doenças crônicas, como o diabetes e a hipertensão, ou sistêmicas, como a enxaqueca ou que tenham as extremidades frias ou que suam com muito, também precisam ter uma atenção redobrada com a saúde ocular, aumentando o número de visitas ao médico.

Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como conseqüência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira.
Há vários tipos de glaucoma. O glaucoma crônico simples ou glaucoma de ângulo aberto, que representa mais ou menos 80% dos casos, incide nas pessoas acima de 40 anos e pode ser assintomático. Ele é causado por uma alteração anatômica na região do ângulo da câmara anterior, que impede a saída do humor aquoso e aumenta a pressão intraocular.
A principal característica do glaucoma de ângulo fechado é o aumento súbito de pressão intraocular. O glaucoma congênito (forma mais rara) acomete os recém-nascidos e o glaucoma secundário que é decorrente de enfermidades como diabetes, uveítes, cataratas, etc.

Sintomas
Glaucoma é uma doença assintomática no início. A perda visual só ocorre em fases mais avançadas e compromete primeiro a visão periférica. Depois, o campo visual vai estreitando progressivamente até transformar-se em visão tubular. Sem tratamento, o paciente fica cego.
De modo geral, a doença aparece com mais freqüência a partir dos 40 anos, mas pode ocorrer em qualquer faixa de idade, dependendo da causa que provocou a pressão intra-ocular mais elevada.

Diagnóstico
De modo geral, dois sinais merecem a atenção: pressão intra-ocular acima da média e alterações no nervo ótico, perceptíveis no exame de fundo de olho. Outros fatores podem ajudar a confirmar o diagnóstico.
São pacientes de risco os negros que têm maior propensão a desenvolver pressão alta, pessoas com mais de 35 anos e os portadores de diabetes. O histórico familiar também é importante para o diagnóstico, pois cerca de 6% das pessoas com glaucoma já tiveram outro caso na família.

Tratamento
Inicialmente, o tratamento é clínico e à base de colírios. Existem drogas por via oral que só são usadas em casos emergenciais.
Alguns tipos de glaucoma estão associados a distúrbios que requerem tratamento específico. Cessada a causa, a pressão intra-ocular regride e o problema visual desaparece. Portanto, a medicação oftalmológica é usada por prazo curto enquanto se trata a outra doença que provocou o glaucoma, por exemplo, diabetes.
O glaucoma crônico - tipo mais comum da doença - exige o uso constante de colírios pela vida inteira, porque não tem cura. Como pode ser controlado por meio de medicação, cirurgia ou raio laser, o paciente precisa ser mantido sob controle ininterruptamente.
Tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira.

Recomendações
* Consulte com regularidade o oftalmologista, principalmente a partir dos 35 anos. O diagnóstico precoce do glaucoma é fundamental para o controle da doença;
* Não se descuide da adesão ao tratamento. Muitas pessoas deixam de seguir as recomendações do médico, primeiro pela ausência de sintomas, depois, porque os medicamentos são muito caros. Esse descuido pode ter graves conseqüências.
 

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