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terça-feira, 21 de junho de 2011

FUNCEB/SecultBA lança edital Quarta que Dança 2011

Na década de 1990, a diversidade da dança no Brasil ganhava visibilidade, amparada por grupos que exibiam, em suas pesquisas corporais e cênicas, o cruzamento de linguagens artísticas e a interface com outras áreas de conhecimento.
Eis que, em 1998, surge o Quarta que Dança, que, ao longo desses anos, teve em suas mais de 150 apresentações artistas e grupos como o Ballet Rural, João Perene, Jorge Silva Cia. de Dança, Grupo Tran Chan, Grupo Dimenti, Gicá Cia. de Dança, Viladança, além da Escola de Dança da FUNCEB e da Escola de Dança da UFBA.

O grupo Tran Chan, uma das companhias de dança de maior repercussão do estado, apresentou Coisas Mudas na edição de 1998 e, mais tarde, em 2000, participou com O que o Olho Diz ao Cérebro. Com 25 anos de fundado, o Tran Chan realiza um trabalho que não é apenas criativo, mas, sobretudo, formativo de algumas gerações da dança baiana. “Percebo que o Quarta que Dança atua como uma vitrine da dança contemporânea para dentro da cidade de Salvador, sendo o único projeto com esta proposta para o segmento. O maior ganho é mostrar a produção dos artistas, tornando-se uma rede que oferece oficinas, palestras e atividades de formação”, acredita Maria Cecília Lopez, produtora executiva e bailarina integrante do Tran Chan desde 2002.

O Dimenti, outro grupo que conquistou destaque e já esteve no projeto, foi criado em 1998 e é formado por artistas de áreas distintas, com pesquisa cênica e de movimentos que envolve dança, teatro, cartoons e música. A atuação também ultrapassa os limites do palco, incluindo realização de oficinas, debates, intercâmbios, publicações e projetos audiovisuais. O grupo teve uma de suas primeiras montagens, o espetáculo Porta Cabide, no Quarta que Dança de 2001, e retornou ao projeto em 2005, com A Lupa, e em 2007, com O Poste, a Mulher e o Bambu. Já a Gicá Cia. de Dança, ligada ao projeto Axé, participou da edição de 2000 com o espetáculo Ressurectio. A Gicá já contou com a direção de Lia Robatto, uma das mais importantes coreógrafas da Bahia.

Na edição mais recente (2009/2010) do edital, quando 20 trabalhos – oriundos da capital e do interior do estado – compuseram a programação de apresentações, o sucesso do projeto foi evidente. Cerca de 5 mil pessoas compuseram o público total contabilizado. O espetáculo Bahia Samba Brasil, da Academia Bahiana de Dança de Salão e Grupo Balaio de Camaçari, foi um dos que lotaram por completo a Sala do Coro do TCA. “Minha experiência com o Quarta que Dança foi muito boa, muito importante para a nossa Academia. Revelou uma abertura do Governo do Estado para projetos na área de dança e para a dança de salão, que é nosso viés. A execução só nos trouxe aspectos positivos e mostra que a produção de dança na Bahia tem oportunidade de dialogar sobre suas ações. O Quarta que Dança só tende a crescer e para isso só é preciso que seja providenciada uma estrutura cada vez maior e com mais apresentações”, afirma Luisa Canda, da Academia Bahiana de Dança de Salão.

O trabalho em processo de criação ABC da Diferença, de Verusya Correia, oriundo de Itacaré/BA, revelou a possibilidade de os projetos do interior estabelecerem uma relação de troca com a cidade de Salvador: Verusya contou com a colaboração de artistas locais nas técnicas de vídeo, som e luz. “A experiência artística que tive foi muito valiosa. O Quarta que Dança foi uma maneira de adquirir a experiência de palco, na estrutura de Salvador, que é maior do que na minha cidade. O edital Quarta que Dança estimula a produção de dança e o processo no qual ela está inserida”, conta ela.

Representando um dos projetos de intervenção urbana, o Grupo CoMteMpu’s realizou o Aglomerado. Sergio Pereira Andrade, integrante do grupo, opina: “O Quarta que Dança foi uma oportunidade importante para o Grupo CoMteMpu’s. O projeto apresenta um panorama das produções mais recentes na linguagem da dança na Bahia, registrando várias ações em categorias diversas. O Quarta que Dança serve ainda para mobilizar a manutenção de grupos artísticos”. Outra intervenção urbana, o Dançando na Roda as Tradições Brasileiras, do Grupo Viva a Dança!, levou a dança de roda para as ruas: “O Quarta que Dança foi uma experiência muito rica para nossa proposta. Os baianos sabem sobre a dança de roda, mas o Quarta que Dança possibilitou que apresentássemos mais danças tradicionais que se adequaram à cultura brasileira, como a ciranda, as danças indígenas, as danças africanas. O projeto abriu portas para a divulgação e o resgate desse trabalho que envolve pesquisa e cultura nacional”, depõe Sirlene Santos Barreto.

Destacando-se pela repercussão que causou no público, o espetáculo Brecha, de Leo França, foi resultado de uma residência artística que o artista fez em Lisboa/Portugal. Ele conta: “O Quarta que Dança tem grande importância no processo de continuidade da pesquisa do espetáculo. Pra mim, a participação foi uma experiência gratificante. Tivemos um retorno bastante positivo do público graças à aproximação, ao calor da apresentação. Com isso, pudemos escutar elogios, sugestões, críticas para repensar cenas e formas de fazer o espetáculo. O Quarta que Dança dá a possibilidade de mostrar sua produção e ainda ter o feedback do público”.

SERVIÇO
Inscrições para o Quarta que Dança 2011
Até 1º de agosto de 2011
Inscrições presenciais:
Na FUNCEB (Rua Gregório de Mattos, 29, Pelourinho, Salvador/BA)
De segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas
Inscrições via postal:
Unicamente através do serviço Sedex com Aviso de Recebimento/AR, encaminhadas para:
FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA – Projeto Quarta que Dança – CAIXA POSTAL 2485, CEP 40.020-970, Salvador – Bahia.
Sites:
Realização: FUNCEB/ SecultBA

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